Exercícios de GD

Esta página apresenta os exercícios dos exames nacionais de Geometria Descritiva agrupados por temas pela Professora Vera Viana (cv) desde que começou a leccionar a disciplina de Geometria Descritiva em 1998. Os exercícios dos exames mais antigos e os da Época Especial surgiram da colaboração entre a Professora Vera Viana e a Professora Markéta Jakoubková.

No seguimento das alterações à área reservada do actual site da Aproged concretizadas em 2024, e mediante a concordância das Professoras Vera Viana e Markéta Jakoubková, a Direcção da Aproged decidiu disponibilizar esta página em acesso aberto a toda a comunidade educativa, tendo em vista o superior interesse dos alunos e alunas da disciplina de Geometria Descritiva e a sua preparação para a avaliação externa.

Os enunciados dos exames nacionais podem ser consultados nesta página, enquanto que as respectivas propostas de resolução se encontram disponíveis nesta página da área reservada.

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EXERCÍCIOS DE EXAME NACIONAL DE GEOMETRIA DESCRITIVA, DE 1981 A 2024432 exercícios
A. Pontos e rectas pertencentes a planos oblíquos 23 exercícios
B. Pontos e rectas pertencentes a planos de rampa 03 exercícios
C. Intersecção de planos21 exercícios
D. Intersecção de uma recta com um plano28 exercícios
E. Sólidos com base(s) situada(s) em plano(s) horizontal(ais) ou frontal(ais)38 exercícios
F. Figuras contidas em planos verticais12 exercícios
G. Figuras contidas em planos de topo11 exercícios
H. Pontos, rectas e figuras contidas em planos de perfil11 exercícios
I. Sólidos com base(s) situada(s) em plano(s) vertical(ais), de topo ou de perfil04 exercícios
J. Paralelismo de rectas e planos11 exercícios
K. Perpendicularidade de rectas e planos12 exercícios
L. Problemas métricos: distâncias30 exercícios
M. Problemas métricos: ângulos58 exercícios
N. Figuras contidas em planos oblíquos16 exercícios
O. Figuras contidas em planos de rampa06 exercícios
P. Figuras contidas em planos passantes01 exercício
Q. Sólidos com base(s) situada(s) em plano(s) não projectante(s)06 exercícios
R. Secções produzidas em sólidos23 exercícios
S. Intersecções de rectas com sólidos06 exercícios
T. Sombras de figuras planas09 exercícios
U. Sombras de sólidos48 exercícios
V. Axonometrias ortogonais31 exercícios
W. Axonometrias clinogonais24 exercícios
EXERCÍCIO 23.Recta pertencente a um plano oblíquoGD-A 7082024, 2ª Fase
EXERCÍCIO 22.Traços de dois planos oblíquos nos planos de projecçãoGD-A 7082022, 2ª Fase
EXERCÍCIO 21.Traços de um plano oblíquo nos planos de projecçãoGD-A 7082020, 1ª Fase
EXERCÍCIO 20.Ponto pertencente a um plano oblíquoDGD-B 4092006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 19.Ponto pertencente a um plano oblíquoDGD-B 4092005, 1ª Fase
EXERCÍCIO 18.Reta pertencente a um plano oblíquoDGD-B 4092004, 2ª Fase
EXERCÍCIO 17.Traços de um plano oblíquo nos planos de projecçãoDGD-B 4092004, 1ª Fase
EXERCÍCIO 16.Reta pertencente a um plano oblíquoDGD-B 4092003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 15.Traços de um plano oblíquo nos planos de projecçãoDGD-B 4092003, 1ª F. 2ªCh.
EXERCÍCIO 14.Reta pertencente a um plano oblíquoDGD-B 1092003, 1ª F. 2ªCh.
EXERCÍCIO 13.Ponto pertencente a um plano oblíquoDGD-B 4092003, 1ª F. 1ªCh.
EXERCÍCIO 12.Ponto pertencente a um plano oblíquoDGD-B 4092002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 11.Ponto pertencente a um plano oblíquoDGD-B 1092002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 10.Traços de um plano oblíquo nos planos de projecçãoDGD-B 1092002, 1ª F. 2ªCh.
EXERCÍCIO 09.Ponto pertencente a um plano oblíquoDGD-B 4092002, 1ª F. 2ªCh.
EXERCÍCIO 08.Reta pertencente a um plano oblíquoDGD-B 1092002, 1ª F. 1ªCh.
EXERCÍCIO 07.Ponto pertencente a um plano oblíquoDGD-B 1092001, 2ª Fase
EXERCÍCIO 06.Reta pertencente a um plano oblíquoDGD-B 1092001, 1ª F. 1ªCh.
EXERCÍCIO 05.Ponto pertencente a um plano oblíquoDGD-B 1092000, 1ª F. 2ªCh.
EXERCÍCIO 04.Traços de um plano oblíquo nos planos de projecçãoDGD-B 1091999, P. Modelo
EXERCÍCIO 03.Reta pertencente a um plano oblíquoDGD-B 1091998, 1ª F. 1ªCh.
EXERCÍCIO 02.Traços de um plano oblíquo nos planos de projecçãoDGD-B 1091997, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Reta pertencente a um plano oblíquoDGD-B 1091997, 1ª F. 2ªCh.

EXERCÍCIO 23 – 2024, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções da recta a contida no plano δ.

Dados:

  • o plano δ é definido pelos pontos R (5; 3; 0), S (0; 0; 0) e T (− 3; 1; 7);
  • a recta a é definida pelos pontos X e Y, resultantes da intersecção, respetivamente, das rectas r e t com o plano δ;
  • a recta r contém o ponto M do eixo x, com − 6 de abcissa, e as suas projecções horizontal e frontal definem ângulos de 30º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • a recta t, de topo, tem zero de abcissa e − 6 de cota

EXERCÍCIO 22 – 2022, 2.ª Fase (código 708)
Determine os traços nos planos de projecção dos planos α e δ.

Dados:

  • a recta i é comum aos dois planos e contém o ponto P (0; 3; 5);
  • as projecções horizontal e frontal da recta i definem, respectivamente, um ângulo de 30º, de abertura para a esquerda, e um ângulo de 60º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o plano α contém o ponto M, pertencente ao plano bissector dos diedros pares, β24, com 7 de abcissa e 4 de afastamento;
  • o plano δ contém o ponto N, pertencente ao plano bissector dos diedros pares, β24, com – 3 de abcissa e 2 de cota.

EXERCÍCIO 21 – 2020, 1.ª Fase (código 708)
Represente os traços dos planos α e θ nos planos de projecção.

Dados:

  • a recta i, de perfil, pertencente ao bissector dos diedros pares, β24, é comum aos dois planos;
  • o ponto P, com zero de abcissa e 5 de cota, pertence à recta i;
  • o ponto A (-6; 5; 2) pertence ao plano α;
  • o traço frontal do plano θ define um ângulo de 70º, de abertura para a esquerda, com o eixo x.

EXERCÍCIO 20 – 2006, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções do ponto P, contido no plano oblíquo β.

Dados:

  • β contém a recta frontal f;
  • f contém o ponto A (– 2; 3; 3);
  • a projecção frontal da recta f faz um ângulo de 45º com o eixo x de abertura para a direita;
  • os traços do plano β intersectam-se num ponto com 4 de abcissa;
  • o ponto P tem 5 de cota e pertence ao plano bissector dos diedros pares.

EXERCÍCIO 19 – 2005, 1.ª Fase (código 409)
Determine as projecções do ponto P, contido no plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α contém o ponto A (– 2; 5; 8) e o ponto B, pertencente ao plano bissector dos diedros pares, com 4 de abcissa e 3 de cota;
  • o traço frontal do plano α faz um ângulo de 60º com o eixo x (abertura para a esquerda);
  • o ponto P pertence ao plano horizontal de projecção e tem 3 de afastamento.

EXERCÍCIO 18 – 2004, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções da recta horizontal h, contida no plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α é definido pelos pontos F (3; 0; 5), H (3; 2; 0) e P;
  • o ponto P tem abcissa nula, 3 de cota e pertence ao bissector dos diedros ímpares;
  • a recta h intersecta o plano frontal de projecção num ponto, F, com 2 de abcissa.

EXERCÍCIO 17 – 2004, 1.ª Fase (código 409)
Determine os traços do plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α contém as rectas r e s, concorrentes no ponto N (7; 0; 0);
  • a recta r contém o ponto R (0; 3; 4);
  • o ponto S (0; 6; 2) pertence a recta s.

EXERCÍCIO 16 – 2003, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções da recta d, contida no plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano oblíquo α contém um ponto do eixo x com 2 de abcissa;
  • o traço frontal do plano α faz um ângulo de 40° com o eixo x (de abertura para a direita);
  • a recta d contém o ponto P (– 6; 3; 4) e é uma das rectas de maior declive do plano α.

EXERCÍCIO 15 – 2003, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 409)
Determine os traços do plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α é definido pela recta frontal f e pelo ponto A (– 3; 2; 3);
  • a recta f contém o ponto B (– 7; 5; – 5) e a sua projecção frontal faz um ângulo de 45º com o eixo x, de abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 13 – 2003, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 409)
Determine asprojecções do ponto Q, contido no plano oblíquo β.

Dados:

  • o plano β contém a recta r, definida pelos pontos Hr (5; – 4; 0) e P (0; 1; 2);
  • o traço frontal do plano β faz um ângulo de 60° (de abertura para a direita) com o eixo x;
  • o ponto Q é um ponto do plano bissector dos diedros ímpares, com 5 de cota.

EXERCÍCIO 12 – 2002, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções do ponto I do plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α é definido pelo ponto A (0; 3; 2) e pelo seu traço horizontal;
  • o traço horizontal faz um ângulo de 45º (com abertura para a direita) com o eixo x, intersectando-o num ponto X, com 7 de abcissa;
  • o ponto I pertence ao bissector dos diedros pares e tem 2 de abcissa.

EXERCÍCIO 11 – 2002, 2.ª Fase (código 109)
Determine as projecções do ponto I do plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α é definido pela recta frontal f e pelo ponto X (5; 0; 0);
  • a recta f contém o ponto A (– 5; – 8; 4) e faz um ângulo de 45º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção;
  • o ponto I tem – 2 de afastamento e 2 de cota.

EXERCÍCIO 10 – 2002, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 109)
Determine os traços, nos planos de projecção, do plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano oblíquo α é definido por três pontos, A, B e C;
  • os pontos A e B pertencem ao bissector dos diedros ímpares;
  • A tem 4 de abcissa e 4 de afastamento;
  • B tem abcissa nula e 4 de cota;
  • o ponto C pertence ao bissector dos diedros pares e tem – 4 de abcissa e 4 de cota.

EXERCÍCIO 09 – 2002, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 409)
Determine o ponto N, de concorrência dos traços do plano α com o eixo x, sabendo que α é definido pelos pontos A (0; 7; – 2), B (4; – 8; 8) e C (– 4; 4; 2).

EXERCÍCIO 08 – 2002, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 409)
Determine as projecções da recta n, contida no plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α é definido pelo ponto A (6; 2; 7) e pela recta r;
  • a recta r contém os pontos B (0; 5; – 5) e C (– 4; – 4; 4);
  • a recta n é horizontal e é concorrente com a recta r no ponto C.

EXERCÍCIO 07 – 2001, 2.ª Fase (código 109)
Determine o ponto Q, pertencente ao plano oblíquo β.

Dados:

  • o plano oblíquo β é definido pelo ponto X, do eixo x, com 4 de abcissa, e por uma recta horizontal n;
  • a recta n contém o ponto A (– 2; 4; 3) e a sua projecção horizontal faz, com o eixo x, um ângulo de 45º, com abertura para a direita;
  • o ponto Q pertence ao bissector dos diedros ímpares e tem 6 de cota.

EXERCÍCIO 06 – 2001, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 109)
Determine as projecções da recta horizontal n do plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano oblíquo α contém uma recta r;
  • a recta r é definida pelo ponto A (0; 3; 2) e pelo ponto B, com – 4 de abcissa, 4 de cota e pertencente ao plano bissector dos diedros pares;
  • o traço frontal do plano α faz, com o eixo x, um ângulo de 60º de abertura para a esquerda;
  • a recta horizontal n contém o ponto A.

EXERCÍCIO 05 – 2000, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do ponto P contido no plano oblíquo β.

Dados:

  • o plano oblíquo β é definido por um ponto X e pela recta horizontal n;
  • o ponto X pertence ao eixo x e tem – 2 de abcissa;
  • a recta horizontal n contém o ponto A (0; 4; 6) e faz, com o plano frontal de projecção, um ângulo de 45º de abertura para a direita;
  • o ponto P tem 6 de afastamento e 3 de cota.

EXERCÍCIO 04 – 1999, Prova Modelo (código 109)
Determine os traços, nos planos de projecção, do plano oblíquo α que contém as rectas r e s, concorrentes no ponto Q, do eixo x de abcissa nula, que contêm, respetivamente, os pontos R (– 2; – 2; 2) e S (– 9; 3; 3).

EXERCÍCIO 03 – 1998, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 109)
Determine as projecções de uma recta frontal f contida num plano oblíquo β.

Dados:

  • o plano oblíquo β contém o ponto P (– 6; 1; – 6) e uma recta horizontal n;
  • a recta horizontal faz, com o plano frontal de projecção, um ângulo de 45º, de abertura para a direita, intersectando-o no ponto F, com abcissa nula e 4 de cota;
  • a recta frontal f tem 3 de afastamento.

EXERCÍCIO 02 – 1997, 2.ª Fase (código 109)
Determine os traços, nos planos de projecção, de um plano oblíquo α definido pelo ponto A (– 4; 2; 8) e pela recta de perfil de B (0; – 2; 8) e C (0; 8; – 2).

EXERCÍCIO 01 – 1997, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 109)
Determine as projecções de uma recta horizontal h pertencente a um plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α contém uma recta frontal f, que passa pelo ponto A (– 7; 5; 6) e faz um ângulo de 45º de abertura para a direita com o plano horizontal de projecção;
  • o plano intersecta o eixo x num ponto X, com abcissa 4;
  • a recta horizontal tem 2 de cota.
EXERCÍCIO 03.Traços de um plano de rampa nos planos de projecçãoGD-A 7082023, 2ª Fase
EXERCÍCIO 02.Reta pertencente a um plano de rampaDGD-B 1091999, 1ª F. 2ªCh.
EXERCÍCIO 01.Traços de um plano de rampa nos planos de projecçãoDGD-B 1091998, P. Modelo

EXERCÍCIO 03 – 2023, 2.ª Fase (código 708)
Determine os traços do plano de rampa δ nos planos de projecção.

Dados:

  • o plano δ contém a recta i, comum ao plano α;
  • o plano α é definido pelo ponto A, pertencente ao plano bissector dos diedros pares, β24, com 3 de abcissa e 4 de afastamento, e pela recta frontal f;
  • a recta f contém o ponto B (0; – 5; 5), e a sua projecção frontal define um ângulo de 45º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção;
  • a recta i contém o ponto B e é uma das rectas de maior inclinação do plano α.

EXERCÍCIO 02 – 1999, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 109)
Represente, pelas suas projecções, a recta oblíqua r, contida no plano de rampa ρ.

Dados:

  • o plano de rampa ρ contém o ponto P (– 6; 3; 4) e o seu traço horizontal tem 9 de afastamento;
  • o traço frontal da recta r tem abcissa 4;
  • a projecção horizontal da recta r faz, com o eixo x, um ângulo de 45º (abertura para a direita).

EXERCÍCIO 01 – 1998, Prova Modelo (código 109)
Determine os traços, nos planos de projecção, do plano de rampa ρ, que contém a recta oblíqua r.

Dados:

  • a recta r passa pelo ponto A (5; 2; 12);
  • a projecção horizontal da recta faz um ângulo de 45º com o eixo x, com abertura para a esquerda;
  • a recta r intersecta o β13 no ponto Q, do terceiro diedro, com cota – 8.
EXERCÍCIO 21.Intersecção de três planosGD-A 7082021, 1ª Fase
EXERCÍCIO 20.Intersecção de dois planos oblíquosGD-A 7082019, 2ª Fase
EXERCÍCIO 19.Intersecção de um plano oblíquo com um plano de rampaGD-A 7082011, 2ª Fase
EXERCÍCIO 18.Intersecção de um plano oblíquo com um plano passanteGD-A 7082009, 2ª Fase
EXERCÍCIO 17.Intersecção de dois planos oblíquosGD-A 7082009, 1ª Fase
EXERCÍCIO 16.Intersecção de dois planos oblíquosDGD-B 4092006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 15.Intersecção de um plano oblíquo com um plano de rampaGD-A 7082006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 14.Intersecção de um plano oblíquo com um plano verticalDGD-B 1092004, 2ª Fase
EXERCÍCIO 13.Intersecção de um plano de rampa com um plano verticalDGD-B 1092003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 12.Intersecção de um plano oblíquo com um plano horizontalDGD-B 1092003, 1ª F. 1ªCh.
EXERCÍCIO 11.Intersecção de um plano oblíquo com um plano de rampaDGD-B 1092003, 1ª F. 1ªCh.
EXERCÍCIO 10.Intersecção de dois planos oblíquosDGD-B 1092002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 09.Intersecção de um plano de rampa com um plano de topoDGD-B 1092002, 1ª F. 1ªCh
EXERCÍCIO 08.Intersecção de um plano oblíquo com um plano de topoDGD-B 1092000, 2ª Fase
EXERCÍCIO 07.Intersecção de dois planos de rampaDGD-B 1091999, 2ª Fase
EXERCÍCIO 06.Intersecção de um plano de rampa com um plano horizontalDGD-B 1091997, P. Modelo
EXERCÍCIO 05.Intersecção de dois planos oblíquosDGD-B 1091996, P. Modelo
EXERCÍCIO 04.Intersecção de um plano oblíquo com um plano bissectorDGD-B 1091996, 1ª F. 2ªCh.
EXERCÍCIO 03.Intersecção de dois planos de rampaGD 1211986, 2ª Fase
EXERCÍCIO 02.Intersecção de um plano passante com um plano de rampaGD 1211982, 1º F. 2ªCh.
EXERCÍCIO 01.Intersecção de dois planos oblíquosGD 1211982, 1.ª F. 2.ªCh.

EXERCÍCIO 21 – 2021, 1.ª Fase (código 708)
Determine o ponto I comum aos três planos α, δ e β24.

Dados:

  • o plano α é definido pelos seus traços e contém o ponto A (0; 6; – 3);
  • o traço horizontal do plano α define um ângulo de 45º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o traço frontal do plano α define um ângulo de 50º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o plano δ, de rampa, é perpendicular ao plano bissector dos diedros pares, β24, e o seu traço frontal tem 5 de cota.

EXERCÍCIO 20 – 2019, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções dos traços, nos planos bissectores β13 e β24, da recta i resultante da intersecção dos planos oblíquos α e θ.

Dados:

  • o plano α é definido pelo ponto T, do eixo x, com –10 de abcissa, e pela recta horizontal h;
  • a recta horizontal h define um ângulo de 35º, de abertura para a esquerda, com o plano frontal de projecção, e o seu traço frontal tem 5 de abcissa e 7 de cota;
  • o plano θ contém o ponto M, do eixo x, com abcissa zero;
  • o traço horizontal do plano θ define um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com o eixo x, e o seu traço frontal define um ângulo de 50º, de abertura para a direita, com este mesmo eixo.

EXERCÍCIO 18 – 2009, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções da recta de intersecção, i, do plano oblíquo π com o plano passante θ .

Dados:

  • o plano π intersecta o eixo x no ponto com 5 de abcissa;
  • os traços horizontal e frontal do plano π fazem, respetivamente,ângulos de 50º e de 30º, ambos de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o plano θ é definido pelo eixo x e pelo ponto P (0; 3; 6).

EXERCÍCIO 17 – 2009, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções da recta de intersecção dos planos oblíquos α e β, que contêm o mesmo ponto do eixo x.

Dados:

  • os traços do plano α intersectam o eixo x no ponto com – 1 de abcissa e fazem, ambos, ângulos de 60º, de abertura para a direita, com esse mesmo eixo;
  • o plano β é definido pelo seu traço horizontal e pela recta b;
  • o traço horizontal faz um ângulo de 20º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • a recta b é de perfil passante e contém o ponto B (2; 6).

EXERCÍCIO 16 – 2006, 1.ª Fase (código 409)
Determine as projecções da recta i, de intersecção dos planos oblíquos β e ω .

Dados:

  • o plano β é definido pelas rectas paralelas r e s;
  • a recta r contém os pontos R (0; 1; 5) e S (1; 2; 3);
  • a recta s contém o ponto T (4; 1; 2);
  • os traços do plano ω intersectam-se num ponto com – 8 de abcissa: o traço horizontal faz um ângulo de 45º com o eixo x, e o traço frontal faz um ângulo de 60° com o mesmo eixo (ambos de abertura para a esquerda).

EXERCÍCIO 15 – 2006, 1.ª Fase (código 708)
Determine a recta de intersecção i do plano de rampa ρ com o plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano de rampa ρ contém as rectas fronto-horizontais a e b;
  • a recta a tem 3 de afastamento e 3 de cota e a recta b tem 5 de afastamento e 2 de cota;
  • os traços horizontal e frontal do plano oblíquo α fazem, ambos,ângulos de 45º, de abertura para a esquerda, com o eixo.

EXERCÍCIO 14 – 2004, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções da recta i, de intersecção do plano vertical δ com o plano oblíquo β.

Dados:

  • o plano vertical δ contém o ponto A (2; 2; 3), e o seu traço horizontal faz um ângulo de 45º com o eixo x, de abertura para a direita;
  • os traços do plano oblíquo β intersectam-se num ponto com – 4 de abcissa;
  • o traço horizontal do plano β faz um ângulo de 60º com o eixo x, de abertura para a esquerda; o traço frontal do plano β faz umângulo de 45º com o mesmo eixo, de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 13 – 2003, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções da recta i de intersecção do plano vertical β com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • o traço horizontal do plano β faz um ângulo de 45º com o eixo x (de abertura para a direita) e intersecta o mesmo eixo no ponto de abcissa nula;
  • o plano de rampa ρ contém os pontos A (1; 4; 2) e B (– 3; 1; 6).

EXERCÍCIO 12 – 2003, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 109)
Determine as projecções da recta i de intersecção do plano ν com o plano α.

Dados:

  • o plano ν é horizontal e contém um ponto A (5; 3; 7);
  • o plano α é oblíquo e contém o ponto B (– 5; 2; 3);
  • o traço horizontal do plano α cruza o eixo x no ponto de abcissa nula e faz, com o mesmo, um ângulo de 45º (abertura para a direita).

EXERCÍCIO 11 – 2003, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 409)
Determine as projecções da recta i de intersecção do plano oblíquo β com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • os traços do plano β cruzam-se num ponto com abcissa nula e fazem ângulos de 45º com o eixo x, ambos de abertura para a esquerda;
  • o plano ρ é definido pelas rectas fronto-horizontais a e b;
  • a recta a tem 2 de afastamento e 4 de cota;
  • a recta b contém o ponto B (– 5; 4; 3).

EXERCÍCIO 10 – 2002, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções da recta de intersecção i dos planos oblíquos α e β.

Dados:

  • os traços do plano α são concorrentes num ponto N, com 0 de abcissa, e fazem ambos ângulos de 45º com o eixo x: o traço horizontal com abertura para a esquerda, e o traço frontal com abertura para a direita;
  • o plano β é definido pelo ponto X (– 7; 0; 0) e pela recta r;
  • a projecção horizontal da recta r coincide com o traço horizontal do plano α;
  • o traço horizontal da recta r tem 5 de afastamento;
  • o traço frontal da recta r tem 5 de cota.

EXERCÍCIO 09 – 2002, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 409)
Determine a recta de intersecção i dos dois planos ρ e θ .

Dados:

  • o plano ρ é de rampa e é definido pelo seu traço frontal, que tem 3 de cota, e por uma recta a, fronto-horizontal, que tem 4 de afastamento e 1 de cota;
  • o plano θ é de topo e faz um diedro de 30º (abertura para a direita, no primeiro diedro) com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 08 – 2000, 2.ª Fase (código 109)
Determine a recta de intersecção i do plano de topo π com o plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano de topo π intersecta o eixo x no ponto de abcissa 5 e faz, com o plano horizontal de projecção, um diedro de 60º, de abertura para a direita;
  • o plano oblíquo α é definido por uma recta de perfil p e pelo ponto C (0; 3; 3);
  • a recta de perfil p contém os pontos A (8; 8; 3) e B (8; 3; 8).

EXERCÍCIO 07 – 1999, 2.ª Fase (código 109)
Determine a recta de intersecção i dos planos de rampa α e β.

Dados:

  • o traço horizontal do plano α tem 4 de afastamento, e o seu traço frontal tem 5 de cota;
  • o plano β é definido pelo seu traço horizontal, que tem 6 de afastamento, e pelo ponto B (0; 3; 2).

EXERCÍCIO 06 – 1997, Prova Modelo (código 109)
Determine as projecções da recta de intersecção de um plano de rampa α com um plano horizontal ν.

Dados:

  • o traço frontal do plano de rampa α tem cota 8;
  • o plano de rampa α contém a ponto A (3; 3; 4);
  • o plano horizontal n contém o ponto B (0; 9; 6).

EXERCÍCIO 05 – 1996, Prova modelo (código 109)
Desenhe as projecções da recta i de intersecção de dois planos α e β.

Dados:

  • o plano α é definido pelos pontos A (0; – 7; 5), B (– 3; 0; 0) e C (– 7; 0; 4);
  • o plano β é definido por duas rectas, h e f, concorrentes no ponto P (– 9; 0; 0);
  • a recta h é horizontal e faz um ângulo de 45º com o plano frontal de projecção, de abertura para a esquerda;
  • a recta f é frontal e a sua projecção frontal coincide com a projecção horizontal da recta h.

EXERCÍCIO 04 – 1996, 2.ª Fase
O plano α está definido por duas rectas paralelas r e s.

Dados:

  • a recta r contém o ponto A (0; 1; 2) e a recta s contém o ponto B (– 5; – 2; 1);
  • as projecções horizontais das rectas fazem ângulos de 30º com o eixo x, de abertura para a direita e as projecções frontais, ângulos de 60º com o eixo x, de abertura para a esquerda.
    • a) Determine os traços do plano α nos planos de projecção.
    • b) Determine as projecções da recta i do plano α que se situa no bissector dos diedros pares.

EXERCÍCIO 03 – 1996, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 109)
Determine a recta i de intersecção de dois planos, α e β.

Dados:

  • o plano α é de rampa, tendo o traço horizontal 2 de afastamento e o traço frontal 5 de cota;
  • o plano β está definido por duas rectas, r e s, concorrentes no ponto P (1,5; 2,5);
  • a recta r é fronto-horizontal;
  • as projecções da recta s são paralelas, fazendo a projecção horizontal um ângulo de 45º com o eixo x, de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 02 – 1986, 2.ª Fase (código 121)
Determine a recta comum aos planos α e β.

Dados:

  • o plano α é paralelo ao eixo x e contém P (0; 3; 4) e Q (2; 0; 7);
  • o plano β é definido pelo eixo x e pelo ponto B (3; 8; 3).

EXERCÍCIO 01 – 1982, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine as projecções da recta de intersecção dos planos αlfa e β.

Dados:

  • o plano α é definido pela recta de maior declive d;
  • o traço horizontal da recta d tem 3 de afastamento e as suas projecções, horizontal e frontal, fazem com o eixo x, ângulos de 45º de abertura para a esquerda;
  • o plano β é oblíquo aos planos de projecção, intersecta o eixo x no ponto N à distância de 6 para a direita da linha de chamada do traço horizontal da recta de maior declive do plano α e os seus traços, horizontal e frontal, fazem com o eixo x, ângulos respetivamente iguais a 45º e 70º de abertura para a esquerda.
EXERCÍCIO 28.Intersecção de uma recta de perfil com um plano oblíquoGD-A 7082024, 1ª Fase
EXERCÍCIO 27.Intersecção de uma recta de topo com um plano oblíquoGD-A 7082023, 1ª Fase
EXERCÍCIO 26.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano bissectorGD-A 7082022, 1ª Fase
EXERCÍCIO 25.Intersecção de uma recta fronto-horizontal com um plano oblíquoGD-A 7082021, 2ª Fase
EXERCÍCIO 24.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano oblíquoGD-A 7082020, 2ª Fase
EXERCÍCIO 23.Intersecção de uma recta frontal com um plano oblíquoGD-A 7082019, 1ª Fase
EXERCÍCIO 22.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano oblíquoGD-A 7082016, 1ª Fase
EXERCÍCIO 21.Intersecção de uma recta de topo com um plano oblíquoGD-A 7082013, 1ª Fase
EXERCÍCIO 20.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano de rampaGD-A 7082011, Época Especial
EXERCÍCIO 19.Intersecção de uma recta de perfil com um plano de rampaGD-A 7082008, 1ª Fase
EXERCÍCIO 18.Intersecção de uma recta horizontal com um plano de rampaGD-A 7082007, 1ª Fase
EXERCÍCIO 17.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano de rampaDGD-B 4092006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 16.Intersecção de uma recta de topo com um plano oblíquoDGD-B 4092005, 1ª Fase
EXERCÍCIO 15.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano oblíquoDGD-B 4092005, 2ª Fase
EXERCÍCIO 14.Intersecção de uma recta frontal com um plano oblíquoDGD-B 4092004, 1ª Fase
EXERCÍCIO 13.Intersecção de uma recta vertical com um plano de rampaDGD-B 1092003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 12.Intersecção de uma recta horizontal com um plano de rampaDGD-B 4092003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 11.Intersecção de uma recta horizontal com um plano oblíquoDGD-B 4092002, 1ª Fase, 2ªCh.
EXERCÍCIO 10.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano de rampaDGD-B 1092002, 1ª Fase, 1ªCh.
EXERCÍCIO 09.Intersecção de uma recta frontal com um plano de rampaDGD-B 4092002, Prova Modelo
EXERCÍCIO 08.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano oblíquoDGD-B 1092001, 1ª Fase, 2ªCh.
EXERCÍCIO 07.Intersecção de uma recta vertical com um plano de rampaDGD-B 1092000, 1ª Fase, 1ªCh.
EXERCÍCIO 06.Intersecção de uma recta de topo com um plano oblíquoDGD-B 1091999, 1ª Fase, 1ªCh.
EXERCÍCIO 05.Intersecção de uma recta horizontal com um plano oblíquoDGD-B 1091998, 1ª Fase, 2ªCh.
EXERCÍCIO 04.Intersecção de uma recta passante com um plano oblíquoDGD-B 1091997, 1ª Fase, 1ªCh.
EXERCÍCIO 03.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano oblíquoDGD-B 1091996, 1ª Fase, 1ªCh.
EXERCÍCIO 02.Intersecção de uma recta oblíqua com um plano oblíquoGD 1211982, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Intersecção de uma recta de perfil com um plano de rampaGD 1211982, 1ª Fase, 1ªCh.

EXERCÍCIO 28 – 2024, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto I, resultante da intersecção da recta p com o plano α.

Dados:

  • o plano α contém o ponto A, com 3 de abcissa e 3 de afastamento, pertencente ao plano bissector dos diedros ímpares, β13;
  • os traços horizontal e frontal do plano α são coincidentes;
  • o traço horizontal do plano α define um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • a recta p, de perfil, está contida no plano bissector dos diedros pares, β24, e tem − 2 de abcissa

EXERCÍCIO 27 – 2023, 1.ª Fase (código 708)

Determine as projecções do ponto I, resultante da intersecção da recta t com o plano α.

Dados:

  • a recta recta t, de topo, tem 6 de abcissa e – 4 de cota;
  • a recta recta r contém o ponto K, do eixo x, com zero de abcissa, e é uma das rectas de maior declive do plano α;
  • as projecções horizontal e frontal da recta r definem, respetivamente, ângulos de 55º e de 50º, de abertura para a esquerda com o eixo x.

EXERCÍCIO 26 – 2022, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto I, resultante da intersecção da recta m com o plano bissector dos diedros pares, β24.

Dados:

  • a recta m contém o ponto N e é uma das rectas de maior declive do plano α;
  • o plano α é definido pelo ponto L (– 4; 3; 4) e pela recta de perfil p;
  • a recta p contém o ponto M (0; – 4; 4) e o ponto N com 7 de cota;
  • a recta p define um ângulo de 35º com o plano horizontal de projecção e o seu traço horizontal tem afastamento positivo

EXERCÍCIO 25 – 2021, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto I resultante da intersecção da recta m com o plano α.

Dados:

  • o plano α contém o ponto T do eixo x, de abcissa nula, e o ponto A (7; – 5; 2);
  • o traço frontal do plano α define um ângulo de 30º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • a recta m com – 6 de cota é fronto-horizontal e pertence ao plano bissector dos diedros ímpares, β13

EXERCÍCIO 24 – 2020, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto I resultante da intersecção da recta r com o plano α.

Dados:

  • o plano α contém o ponto T do eixo x, de abcissa nula, e o ponto A do bissector dos diedros pares, β24, com 3 de abcissa e 7 de cota;
  • o traço horizontal do plano α define um ângulo de 65º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • a recta r pertence ao bissector dos diedros pares, β24, e a sua projecção frontal define um ângulo de 35º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o ponto B (0; –7; 7) pertence à recta r.

EXERCÍCIO 23 – 2019, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto I, resultante da intersecção da recta f com o plano α.

Dados:

  • o plano α é definido pelo ponto R (8; 0; 6) e pela recta horizontal h;
  • a recta h contém o ponto S (2; 2; 3) e define um ângulo de 50º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção;
  • a recta f é frontal e contém o ponto M (0; 7; –7);
  • a projecção frontal da recta f é perpendicular ao traço frontal do plano α.

EXERCÍCIO 22 – 2016, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto I, resultante da intersecção da recta r com o plano α.

Dados:

  • o plano α contém o ponto A (5; -2; 3) e o ponto B do eixo x com zero de abcissa;
  • o traço horizontal do plano α faz um ângulo de 35º de abertura para a direita, com o eixo x;
  • a recta r contém o ponto P (-7; 0; 0);
  • a projecção horizontal da recta r é perpendicular ao traço horizontal do plano α;
  • a projecção frontal da recta r é paralela ao traço frontal do plano α.

EXERCÍCIO 21 – 2013, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto I resultante da intersecção da recta de topo t com o plano oblíquo δ.

Dados:

  • a recta t tem – 5 de abcissa e 5 de cota;
  • o plano δ está definido por duas rectas paralelas, a e b;
  • a recta a é passante e contém o ponto M (4; 4; 3);
  • a projecção frontal da recta a faz um ângulo de 30°, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • a recta b contém o ponto N (6; 4; – 1).

EXERCÍCIO 20 – 2011, Época especial (código 708)
Determine as projecções do ponto de intersecção I, da recta oblíqua r com o plano de rampa ω.

Dados:

  • a recta r contém o ponto P (− 5; 4; 1), as projecções horizontal e frontal, da recta fazem, respetivamente, ângulos de 50º e de 35º, ambos de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o plano ω está definido pelo ponto A (6; 3; 6) e pela recta m;
  • a recta m é fronto-horizontal e as suas projecções, horizontal e frontal têm 6 de afastamento e 4 de cota, respetivamente.

EXERCÍCIO 19 – 2008, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto de intersecção, I, da recta de perfil r com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • o plano ρ tem o seu traço horizontal com – 7 de afastamento e o seu traço frontal com 4 de cota;
  • a recta r contém o ponto P (2; 6; 3) e é paralela ao plano bissector dos diedros pares (β24).

EXERCÍCIO 18 – 2007, 1.ª Fase (código 708)
Determine o ponto de intersecção I, da recta horizontal n com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • o plano ρ é definido pelo ponto A (– 2; 2; 8) e pela recta a;
  • a recta a é fronto-horizontal, tem 2 de cota e pertence, também, ao β24;
  • a recta n contém o ponto N (– 4; 5; 7) e faz um ângulo de 30°, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 17 – 2006, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções do ponto I, de intersecção da recta oblíqua r com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • a recta r é definida pelos pontos R (2; 1; 4) e S (0; 2; 2);
  • os traços horizontal e frontal do plano de rampa ρ têm, respetivamente, 6 de afastamento e 7 de cota.

EXERCÍCIO 16 – 2005, 1.ª Fase (código 409)
Determine as projecções do ponto I de intersecção do plano oblíquo β com a recta t.

Dados:

  • o plano β contém o ponto P (0; 3; 6) e a recta h, definida pelos pontos M (4; 3; 2) e N (– 1; 6; 2);
  • a recta t é de topo, tem – 3 de abcissa e 4 de cota.

EXERCÍCIO 15 – 2005, 2.ª Fase (código 409)
Determine as projecções do ponto I de intersecção da recta oblíqua r com o plano oblíquo β.

Dados:

  • a recta r é definida pelos pontos R (3; 8; 1) e S (0; 5; 4);
  • os traços do plano β intersectam o eixo x num ponto com – 2 de abcissa e fazem, ambos, ângulos de 50º com o referido eixo (o traço horizontal com abertura para a direita, e o traço frontal com abertura para a esquerda).

EXERCÍCIO 14 – 2004, 1.ª Fase (código 409)
Determine as projecções do ponto I de intersecção da recta frontal f com o plano oblíquo β.

Dados:

  • o plano β é definido pela recta frontal a e pelo ponto B (0; 1; 6);
  • a recta a contém o ponto H (3; 3; 0) e a sua projecção frontal faz um ângulo de 45º com o eixo x, de abertura para a direita;
  • a recta f contém o ponto P (– 4; 4; 2) e a sua projecção frontal faz um ângulo de 60º com o eixo x, de abertura para a esquerda

EXERCÍCIO 13 – 2003, 2.ª Fase (código 109)
Determine as projecções do ponto I de intersecção da recta v com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • a recta v é vertical e contém o ponto A (2; 3; 1);
  • o plano ρ contém um ponto P (– 2; 2; 4) e o seu traço horizontal tem 5 de afastamento.

EXERCÍCIO 12 – 2003, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 409)
Determine as projecções do ponto I de intersecção da recta h com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • a recta h é horizontal, contém o ponto A (2; 1; 3) e faz um ângulo de 30º com o plano frontal de projecção, de abertura para a esquerda, no primeiro diedro;
  • o plano ρ contém o ponto P (7; 3; 2), e o seu traço frontal tem 5 de cota.

EXERCÍCIO 11 – 2002, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 409)
Determine o ponto de intersecção I da recta horizontal n com o plano oblíquo δ.

Dados:

  • a recta n é definida pelos pontos A (0; 4; 3) e B, com 4 de abcissa e 5 de afastamento;
  • o plano δ é definido pela recta de maior declive d;
  • a recta d é definida pelos pontos H e F, que são os seus traços nos planos de projecção;
  • o ponto H tem 0 de abcissa e 6 de afastamento;
  • o ponto F tem 5 de abcissa e 5 de cota.

EXERCÍCIO 10 – 2002, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 109)
Determine o ponto de intersecção I da recta oblíqua r com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • a recta oblíqua r contém o ponto A (– 4; 4; 2) e intersecta o plano frontal de projecção num ponto F, com abcissa nula, e as suas projecções são paralelas;
  • o plano de rampa ρ contém o ponto H (– 2; – 9; 0) e tem os traços coincidentes.

EXERCÍCIO 09 – 2002, Prova Modelo (código 409)
Determine o ponto de intersecção I da recta frontal f com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • a recta f contém o ponto P (2; 4; 6) e faz um ângulo de 45º (abertura para a esquerda) com o plano horizontal de projecção;
  • o traço frontal do plano de rampa ρ tem 3 de cota;
  • o plano contém um ponto A, pertencente ao bissector dos diedros pares, que tem 6 de abcissa e 6 de cota.

EXERCÍCIO 08 – 2001, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 109)
Determine o ponto de intersecção I da recta oblíqua r com o plano oblíquo α.

Dados:

  • a recta r intersecta o plano frontal de projecção no ponto F (2; 0; 5);
  • as projecções da recta r fazem ambas, com o eixo x, ângulos de 30º, a projecção horizontal com abertura para a direita, e a projecção frontal com abertura para a esquerda;
  • o plano oblíquo α está definido pelos seus traços nos planos de projecção e intersecta o eixo x no ponto X, de abcissa nula;
  • o traço horizontal do plano faz, com o eixo x, um ângulo de 30º, com abertura para a direita, e o traço frontal faz, com o eixo x, um ângulo de 55º, com abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 07 – 2000, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 109)
Determine o ponto de intersecção I da recta vertical v com o plano de rampa ρ.

Dados:

  • a recta v contém o ponto P (– 2; – 2; 7);
  • o plano de rampa ρ é definido pelo ponto A (2; 2; 3) e pelo seu traço horizontal, que tem 4 de afastamento.

EXERCÍCIO 06 – 1999, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 109)
Determine o ponto de intersecção I da recta de topo t com o plano oblíquo α.

Dados:

  • a recta t contém o ponto P, com – 6 de abcissa e 6 de afastamento, pertencente ao bissector dos diedros ímpares;
  • o traço frontal do plano oblíquo α faz, com o eixo x, um ângulo de 45º, de abertura à esquerda, intersectando-o num ponto X, com – 4 de abcissa;
  • o plano oblíquo α contém o ponto A (4; 3; 2).

EXERCÍCIO 05 – 1998, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 109)
Determine o ponto de intersecção I da recta horizontal n com o plano oblíquo α.

Dados:

  • a recta n contém o ponto P (– 5; 5; 3) e faz um ângulo de 45º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção;
  • o plano oblíquo α contém o ponto X do eixo x, com abcissa 5, e uma recta frontal f, que passa pelo ponto S (4; 2; 3) e que faz um ângulo de 45º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 04 – 1997, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do ponto I de intersecção da recta r com o plano oblíquo α.

Dados:

  • a recta r é uma recta oblíqua passante, que contém o ponto A (2; 6; 9) e o ponto B, do eixo x, com – 4 de abcissa;
  • o traço horizontal do plano α faz um ângulo de 45º de abertura para a direita com o eixo x e intersecta-o num ponto X, com abcissa 4;
  • o plano α contém um ponto P, do plano frontal de projecção, com – 2 de abcissa e 9 de cota.

EXERCÍCIO 03 – 1996, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 109)
Determine o ponto de intersecção da recta r com o plano α.

Dados:

  • a recta r está definida pelos pontos A (0; 0; 1) e B (– 3; 5; 4);
  • o traço horizontal do plano α contém os pontos M (– 3; 4; 0) e N (– 7; 0; 0);
  • o traço frontal do plano α faz com o eixo x um ângulo de 30º, de abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 02 – 1982, 2.ª Fase (código 121)
Dados os pontos A (– 2; 2; 3,5), B (– 4; 2; 5), C (– 7; – 1; 3) e D (1; 2; 4), determine as projecções do ponto de intersecção da recta s com o plano ω definido pelos pontos A, B e C.

Dados:

  • a recta s contém o ponto D;
  • a projecção frontal da recta s, faz com o eixo x, um ângulo de 45º de abertura para a direita e a sua projecção horizontal faz com a mesma linha, um ângulo de 60º de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 01 – 1982, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine as projecções do ponto I, intersecção da recta de perfil s com o plano de rampa ω.

Dados:

  • o plano de rampa ω é definido pelos pontos A (0; – 1; 5), B (– 4; 5; 2) e C (– 7; – 1; 5);
  • a recta de perfil s é definida pelos pontos R (– 8,5; 6; 8) e S (– 8,5; 2,5; 1).
EXERCÍCIO 38.Prisma quadrangular oblíquo com bases horizontaisDGD-B 4092006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 37.Cilindro oblíquo de bases circulares frontaisDGD-B 4092006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 36.Pirâmide hexagonal oblíqua com base horizontalDGD-B 4092005, 2ª Fase
EXERCÍCIO 35.Pirâmide pentagonal oblíqua com base horizontalDGD-B 4092004, 2ª Fase
EXERCÍCIO 34.Prisma triangular oblíquo com bases horizontaisDGD-B 4092004, 1ª Fase
EXERCÍCIO 33.Cone oblíquo de base circular frontalDGD-B 4092003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 32.Cone de revolução com base frontalDGD-B 1092003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 31.Cubo com faces horizontaisDGD-B 4092003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 30.Prisma quadrangular recto com bases frontaisDGD-B 1092003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 29.Pirâmide quadrangular oblíqua com base frontalDGD-B 4092003, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 28.Pirâmide hexagonal recta com base horizontalDGD-B 1092003, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 27.Cone de revolução com base horizontalDGD-B 1092002, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 26.Prisma pentagonal oblíquo com bases horizontaisDGD-B 4092002, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 25.Pirâmide triangular recta com base horizontalDGD-B 1092002, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 24.Pirâmide quadrangular oblíqua com base frontalDGD-B 4092002, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 23.Paralelepípedo rectângulo com faces horizontaisDGD-B 1092002, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 22.Pirâmide pentagonal recta com base frontalDGD-B 1092001, 2ª Fase
EXERCÍCIO 21.Prisma triangular recto com bases frontaisDGD-B 1092001, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 20.Cubo com faces horizontaisDGD-B 1092001, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 19.Cubo com  faces frontaisDGD-B 1092000, 2ª Fase
EXERCÍCIO 18.Prisma pentagonal recto com bases horizontaisDGD-B 1092000, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 17.Pirâmide hexagonal recta com base frontalDGD-B 1092000, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 16.Prisma hexagonal recto com bases frontaisDGD-B 1091999, 2ª Fase
EXERCÍCIO 15.Cubo com faces frontaisDGD-B 1091999, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 14.Pirâmide triangular recta com base horizontalDGD-B 1091999, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 13.Pirâmide quadrangular recta com base frontalDGD-B 1091999, Prova Modelo
EXERCÍCIO 12.Cubo com faces horizontaisDGD-B 1091998, 2ª Fase
EXERCÍCIO 11.Prisma quadrangular regular com bases horizontaisDGD-B 1091998, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 10.Cone de revolução com base horizontalDGD-B 1091998, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 09.Prisma octogonal regular com bases frontaisDGD-B 1091998, Prova Modelo
EXERCÍCIO 08.Pirâmide quadrangular recta com base horizontalDGD-B 1091997, 2ª Fase
EXERCÍCIO 07.Cilindro de revolução e pirâmide triangular rectaDGD-B 1091997, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 06.Cone de revolução e prisma triangular rectoDGD-B 1091997, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 05.Cubo e prisma quadrangular rectoDGD-B 1091997, Prova Modelo
EXERCÍCIO 04.Cone de revolução e cuboDGD-B 1091996, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Cone de revolução com base horizontalDGD-B 1091996, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Pirâmide quadrangular com base horizontalDGD-B 1091996, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 01.Prisma triangular recto com bases frontaisDGD-B 1091996, Prova Modelo

EXERCÍCIO 38 – 2006, 2ª Fase (código 409)
Represente um prisma quadrangular oblíquo, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • as bases do prisma são quadrados, contidos em planos horizontais com 2 e 8 de cota;
  • os pontos A, com 6 de abcissa e 5 de afastamento, e B, com 3 de abcissa e 1 de afastamento, são vértices consecutivos da base de menor cota;
  • o ponto A é o vértice do sólido situado mais à esquerda;
  • as arestas laterais do prisma são paralelas ao plano frontal de projecção e medem 8 cm.

EXERCÍCIO 37 – 2006, 1ª Fase (código 409)
Represente um cilindro oblíquo de bases circulares, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, a parte invisível da circunferência de uma das bases do sólido.

Dados:

  • as bases do cilindro estão contidas em planos frontais;
  • o ponto O(3; 1 ; 5) é o centro de uma das bases;
  • os pontos A (6; 1; 5) e B (2; 8; 9) definem uma das geratrizes do cilindro.

EXERCÍCIO 36 – 2005, 2ª Fase (código 409)
Represente uma pirâmide hexagonal oblíqua, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • a base da pirâmide é o hexágono regular [ABCDEF], contido num plano horizontal;
  • a base está inscrita numa circunferência com centro no ponto O(0; 6; 9);
  • o vértice A da base da pirâmide tem – 4 de abcissa e 7 de afastamento;
  • o vértice V da pirâmide tem – 6 de abcissa e 3 de afastamento;
  • a aresta [AV] está contida numa recta obliqua passante.

EXERCÍCIO 35 – 2004, 2ª Fase (código 409)
Determine as projecções de uma pirâmide pentagonal oblíqua, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • a base da pirâmide é o pentágono regular [ABCDE], contido num plano horizontal;
  • a base está inscrita numa circunferência com centro no ponto O (1; 6; 1) e 4 cm de raio;
  • o vértice A, com 7,5 de afastamento, é o que se situa mais à esquerda;
  • a aresta lateral [AV] é um segmento de recta frontal;
  • o vértice da pirâmide, V, tem -5 de abcissa e 8 de cota.

EXERCÍCIO 34 – 2004, 1ª Fase (código 409)
Determine as projecções de um prisma triangular oblíquo, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • as bases do prisma são triângulos equiláteros contidos em planos horizontais;
  • os pontos A (0; 5; 3) e B, com 4 de abcissa e 1 de afastamento, são vértices da base [ABC];
  • o vértice D, com -3 de abcissa e 10 de afastamento, é um dos extremos da aresta lateral [AD];
  • a altura do prisma mede 7 cm.

EXERCÍCIO 33 – 2003, 2ª Fase (código 409)
Represente um cone oblíquo de base circular, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, a parte invisível da circunferência da base do sólido.

Dados:

  • A base do sólido está contida num plano frontal, com centro no ponto O (4; 1; 5);
  • o ponto A, com 4 de abcissa e 8 de cota, é um ponto da circunferência da base;
  • a geratriz [AV] do cone é horizontal;
  • o vértice V tem 11 de abcissa e pertence ao plano bissector dos diedros ímpares.

EXERCÍCIO 32 – 2003, 2ª Fase (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um cone de revolução, com a base contida num plano frontal λ.

Dados:

  • os pontos A (-3; 1; 9) e V (-5; 8; 6) definem uma das geratrizes do cone, sendo V o vértice do sólido.

EXERCÍCIO 31 – 2003, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 409)
Represente um cubo, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • a face [ABCD] está contida no plano horizontal ν;
  • o vértice A pertence ao plano bissector dos diedros ímpares,tem 9 de abcissa e 3 de cota;
  • o vértice B tem 4 de abcissa e é um ponto do plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 30 – 2003, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um prisma quadrangular recto, situado no primeiro diedro. Identifique as arestas invisíveis com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • as bases do prisma estão contidas em planos frontais;
  • uma das bases do prisma é o quadrado [ABCD], cujo vértice A tem 3 de afastamento e 2 de cota;
  • a aresta [AB] dessa base mede 5 cm e faz um ângulo de 30° com o plano horizontal de projecção de abertura para a direita;
  • a altura do prisma mede 7 cm.

EXERCÍCIO 29 – 2003, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 409)
Represente uma pirâmide quadrangular oblíqua, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • a base da pirâmide está contida num plano frontal;
  • os pontos A (6; 5; 10) e C são vértices opostos do quadrado [ABCD] da base da pirâmide;
  • o vértice C tem 10 de abcissa e 2 de cota;
  • o vértice V da pirâmide é um ponto do eixo x com 1 de abcissa.

EXERCÍCIO 28 – 2003, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, uma pirâmide hexagonal reta, situada no primeiro diedro. Identifique as arestas invisíveis com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • a base da pirâmide é o hexágono regular [ABCDEF], contido num plano horizontal;
  • a base está inscrita numa circunferência com centro no ponto O (2; 7; 1);
  • um dos vértices da base é o ponto A, com 1 de abcissa e 3 de afastamento;
  • o vértice V da pirâmide é um ponto do plano bissector dos diedros ímpares.

EXERCÍCIO 27 – 2002, 2ª Fase (código 109)
Represente pelos seus contornos aparentes, no sistema de dupla projecção ortogonal, um cone de revolução, com a base contida num plano horizontal ν.

Dados:

  • o vértice do cone e o ponto V (0; 5; 2);
  • o ponto P (3; 2; 7) é um dos pontos da circunferência da base.

EXERCÍCIO 26 – 2002, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 409)
Represente um prisma pentagonal oblíquo, com as bases horizontais e situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • uma das bases é o pentágono regular [ABCDE], inscrito numa circunferência de centro M (0; 6; 2);
  • o vértice A tem 3,5 de abcissa e 6,5 de afastamento;
  • as arestas laterais são segmentos de rectas frontal que fazem ângulos de 60º com os planos das bases (abertura a esquerda, no primeiro diedro) e medem 7 cm.

EXERCÍCIO 25 – 2002, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, uma pirâmide triangular recta, de vértice V, com a base contida num plano horizontal ν. Identifique as arestas invisíveis com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • a base da pirâmide é o triângulo equilátero [ABC];
  • o segmento de recta [AV] é uma das três arestas laterais do sólido, e os seus extremos são os pontos A (3; 5; 6) e V (0; 4; 0).

EXERCÍCIO 24 – 2002, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 409)
Represente uma pirâmide quadrangular oblíqua, de base frontal e de vértice V, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • a base é o quadrado [ABCD], que está inscrito numa circunferência com centro no ponto M, o qual tem 0 de abcissa e 5,5 de cota e pertence ao bissector dos diedros ímpares;
  • o vértice A tem 4 de abcissa e 4 de cota;
  • o vértice B é o de menor cota;
  • a aresta lateral [AV] é horizontal;
  • a aresta lateral [BV] é de perfil
  • o vértice V pertence ao plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 23 – 2002, 1ª Fase, 1ª Chamada (Código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um paralelepípedo rectângulo, situado no espaço do primeiro diedro, identificando as arestas que forem invisíveis com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • os pontos A (4; 5; 3) e G (-4; 5; 6) são dois vértices opostos do sólido;
  • as faces [ABCD] e [EFGH] estão, respectivamente, contidas nos planos horizontais ν1 e ν2;
  • o vértice B tem 2 de abcissa e tem maior afastamento que o ponto A.

EXERCÍCIO 22 – 2001, 2ª Fase (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, uma pirâmide pentagonal reta, existente no espaço do primeiro diedro e com a base contida num plano frontal φ. Identifique as arestas invisíveis com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • a base da pirâmide é o pentágono regular [ABCDE], com centro em O (0; 2; 4);
  • o raio da circunferência circunscrita à base do sólido mede 4 cm;
  • o vértice A do pentágono tem 8 de cota e pertence à recta vertical v, que contém o ponto O;
  • o vértice da pirâmide é o ponto V, que dista 7 cm do plano frontal φ.

EXERCÍCIO 21 – 2001, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um prisma triangular recto, existente no espaço do primeiro diedro.
Identifique as arestas que sejam invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • uma das bases do sólido é o triângulo equilátero [ABC], que está contido no plano frontal de projecção e cujos lados medem 5 cm;
  • o vértice A, que é o vértice que se situa mais à esquerda, tem abcissa nula e 6 de cota;
  • o vértice B tem -3 de abcissa e tem menor cota que o ponto A;
  • o segmento de recta [AD] é uma das arestas laterais do prisma, e o ponto D pertence ao plano bissector dos diedros ímpares.

EXERCÍCIO 20 – 2001, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um cubo com a face [ABCD] contida no plano horizontal de projecção. Identifique as arestas que sejam invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • o ponto A (-4; 3; 0) é o vértice da face [ABCD], localizado mais à direita;
  • o ponto E, com 5 de cota, define, com o vértice A, uma das arestas verticais do sólido;
  • o vértice B, que é contíguo ao vértice A, pertence ao eixo x.

EXERCÍCIO 19 – 2000, 2ª Fase (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um cubo, com duas faces contidas em planos frontais. Este sólido encontra-se situado no espaço do primeiro diedro. Identifique as suas arestas invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • a face [ABCD] do sólido está contida no plano φ, com 3 cm de afastamento;
  • o ponto B, com 3 de abcissa e 5 de cota, e o ponto D, com -4 de abcissa e 4 de cota, são os extremos de uma das diagonais desta face.

EXERCÍCIO 18 – 2000, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um pentágono regular [ABCDE], contido num plano horizontal ν e que é uma das bases de um prisma recto, situado no espaço do primeiro diedro.
Represente igualmente este sólido, identificando as suas arestas invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • o plano horizontal tem 1 cm de cota;
  • o centro da circunferência circunscrita à figura é o ponto O, com abcissa nula e 5 cm de afastamento;
  • o ponto A é um dos vértices do pentágono;
  • o raio [OA] da circunferência circunscrita tem uma inclinação de 45º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção, e o ponto A tem 2 cm de afastamento;
  • as arestas laterais do sólido medem 3 cm.

EXERCÍCIO 17 – 2000, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um hexágono regular [ABCDEF], contido num plano frontal φ, que é a base de uma pirâmide reta, situada no espaço do primeiro diedro.
Represente igualmente este sólido, identificando as suas arestas invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • o ponto A (-1; 2; 3) é o vértice de menor cota do hexágono;
  • o lado [AB] da figura está contido numa recta frontal f, que faz, com o plano horizontal de projecção, um ângulo de 45º de abertura para a direita;
  • os lados do hexágono medem 4 cm;
  • o vértice da pirâmide é o ponto V, que dista 7 cm de plano frontal φ.

EXERCÍCIO 16 – 1999, 2ª Fase (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um prisma hexagonal recto, existente no primeiro diedro, com as bases contidas em dois planos frontais α e β.
Identifique as arestas do sólido que sejam invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • as bases do sólido são hexágonos regulares;
  • os pontos A (2; 1; 2) e D (-3; 1; 7), contidos no plano α, são dois vértices opostos da base [ABCDEF];
  • o plano β dista 6 cm do plano α.

EXERCÍCIO 15 – 1999, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
O quadrado [ABCD], contido no plano frontal de projecção, é uma das faces de um cubo, situado no primeiro diedro. Represente este sólido no sistema de dupla projecção ortogonal, identificando as arestas que sejam invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • o vértice A do quadrado tem abcissa nula e 2 cm de cota;
  • o vértice B tem 3 cm de abcissa;
  • as arestas do cubo medem 6 cm.

EXERCÍCIO 14 – 1999, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
O triângulo equilátero [ABC] contido num plano horizontal ν, é a base de uma pirâmide reta.
Represente este sólido no sistema de dupla projecção ortogonal, identificando as suas arestas invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • o triângulo [ABC] está inscrito numa circunferência de centro em ponto O (0; 6; 7);
  • o vértice A tem abcissa nula e 2 cm de afastamento;
  • o vértice V, do sólido, pertence ao plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 13 – 1999, Prova Modelo (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, um quadrado [ABCD], contido num plano frontal φ.
Esta figura é a base de uma pirâmide reta. Represente esse sólido e identifique as suas arestas invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • os pontos A (0; 8; 8) e B (4; 8; 5) são dois vértices consecutivos do quadrado;
  • o ponto A é o vértice de maior cota da base da pirâmide;
  • o ponto V, que é o vértice do sólido, pertence ao plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 12 – 1998, 2ª Fase (código 109)
Represente pelas suas projecções um cubo, com duas faces contidas em planos horizontais e existente no espaço do primeiro diedro. Identifique as arestas que sejam invisíveis com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • os pontos A e C são os extremos de uma diagonal da face do sólido contida no plano horizontal de maior cota;
  • o ponto A, com abcissa 3 e afastamento 7, pertence ao bissector dos diedros ímpares;
  • o ponto C, com –4 de abcissa, dista 8 cm do ponto A;
  • o afastamento do ponto C é menor que o do ponto A.

EXERCÍCIO 11 – 1998, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, uma recta r, pertencente ao bissector dos diedros ímpares.
Essa recta contém a diagonal [AF] de uma face lateral de um prisma quadrangular regular, com bases horizontais, existente no espaço do primeiro diedro.
Represente esse sólido e identifique as arestas que sejam invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • a projecção horizontal da recta r faz, com o eixo x, um ângulo de 30º de abertura para a direita;
  • o extremo A, da diagonal [AF], tem 2 cm de afastamento;
  • o extremo F tem 5 cm de cota.

EXERCÍCIO 10 – 1998, 1ª Fase 1ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, uma recta oblíqua passante g. Esta recta contém o vértice de um cone de revolução, existente no espaço do primeiro diedro, e um ponto da circunferência que delimita a sua base.
Represente esse sólido e verifique, em ambas as projecções, a visibilidade da reta, identificando-a com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • a recta g intersecta o eixo x no ponto X, com -5 de abcissa;
  • as projecções horizontal e frontal da recta fazem, com o eixo x, respectivamente, ângulos de 45º e 60º, ambos de abertura para a esquerda;
  • a circunferência que delimita a base do cone tem 4 cm de raio e está contida num plano horizontal com 4 cm de cota.

EXERCÍCIO 09 –  1998, Prova Modelo (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, dois segmentos de recta concorrentes, [AE] e [AI].
Os extremos do segmento [AE] são vértices opostos de um octógono regular contido num plano frontal φ; esta figura é uma das bases de um prisma octogonal regular. O segmento [AI] é uma aresta lateral do prisma.
Represente esse sólido e identifique as suas arestas invisíveis, com a convenção gráfica adequada.

Dados:

  • o ponto de concorrência dos dois segmentos é o ponto A (2; 8; 8);
  • o segmento de recta [AE] é frontal, faz um ângulo de 55º de abertura para a esquerda com o plano horizontal de projecção e mede 6 cm;
  • o ponto E tem cota inferior à do ponto A;
  • o segmento [AI] tem o extremo I contido no plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 08 – 1997, 2ª Fase (código 109)
Represente pelas suas projecções uma pirâmide quadrangular regular de base horizontal, situada no espaço do primeiro diedro.

Dados:

  • o plano horizontal tem 2 cm de cota;
  • a aresta [VA] está contida na recta oblíqua r que contém o ponto E (-13; 7; -1), a sua projecção horizontal faz um ângulo de 30º com o eixo x, de abertura para a direita e a projecção frontal faz um ângulo de 60º com o eixo x, de abertura para a esquerda;
  • a pirâmide tem 5,5 cm de altura.

EXERCÍCIO 07 – 1997, 1ª Fase 2ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, dois sólidos, ambos existentes no espaço do primeiro diedro – um cilindro de revolução e uma pirâmide triangular regular. Apesar das faces da pirâmide não intersectarem a superfície do cilindro, cada sólido poderá ocultar parcialmente o outro. Indique, com traço interrompido, as linhas invisíveis de ambos.

Dados:

  • Cilindro de revolução:
    • as bases do cilindro estão contidas em planos frontais;
    • a circunferência que delimita a base de menor afastamento tem centro no ponto O (2,5; 6; 2) e o seu raio mede 2 cm;
    • a outra base tem 10 cm de afastamento.
  • Pirâmide triangular regular:
    • a base [ABC] da pirâmide está contida num plano horizontal, sendo os pontos A (5; 0; 10) e B (-5; 0; 10) dois dos seus vértices;
    • o vértice V da pirâmide tem cota nula.

EXERCÍCIO 06 – 1997, 1ª Fase 1ª Chamada (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, dois sólidos, ambos existentes no espaço do primeiro diedro – um cone de revolução e um prisma triangular regular. Apesar das faces do prisma não intersectarem a superfície do cone, tenha em conta que cada sólido poderá ocultar parcialmente o outro. Indique, com traço interrompido, as linhas invisíveis.

Dados:

  • Cone de revolução:
    • a base do cone está contida no plano frontal de projecção;
    • a circunferência que a delimita tem centro no ponto O (0; 0; 7) e o seu raio mede 5 cm;
    • o vértice do cone tem 10 de afastamento.
  • Prisma triangular regular:
    • uma base do prisma está contida no plano horizontal de projecção e está inscrita numa circunferência com 3 cm de raio e centro no ponto M (-1; 9; 0);
    • um dos vértices do triângulo dessa base tem -4 de abcissa;
    • a altura do sólido mede 5 cm.

EXERCÍCIO 05 – 1997, Prova Modelo (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, dois sólidos, ambos existentes no espaço do primeiro diedro – um cubo e uma pirâmide quadrangular regular. Apesar das faces dos dois sólidos não se intersectarem, tenha em conta que cada sólido poderá ocultar parcialmente o outro. Indique, com traço interrompido, as arestas invisíveis de ambos.

Dados:

  • Cubo:
    • o sólido tem uma face contida no plano horizontal de projecção;
    • os pontos A (0; 2; 0) e B (3; 6; 0) são os extremos de uma aresta, sendo o ponto A o vértice de menor afastamento dessa face.
  • Pirâmide quadrangular regular:
    • a base está contida no plano frontal de projecção;
    • os pontos M (2; 0; 9) e N (-3; 0; 9) são dois vértices de maior cota da base do sólido;
    • a altura da pirâmide mede 4 cm.

EXERCÍCIO 04 –1996, 2ª Fase (código 109)
Represente, no sistema de dupla projecção ortogonal, dois sólidos, ambos existentes no espaço do primeiro diedro – um cone de revolução e um cubo. Apesar de as faces do cubo não intersectarem a superfície do cone, tenha em atenção que cada sólido poderá ocultar parcialmente o outro. Indique, com traço interrompido, as linhas invisíveis de ambos.

Dados:

  • Cone de revolução:
    • a base de sólido está contida num plano frontal;
    • a circunferência que delimita a base tem centro no ponto O (-5; 12; 5) e o seu raio mede 5 cm;
    • o vértice do cone tem afastamento nulo.
  • Cubo:
    • a face [ABCD] do cubo está contida no plano frontal de projecção;
    • os pontos A (-1; 0; 4) e B (-4; 0; 8) são dois vértices consecutivos dessa face;
    • o ponto A é o vértice de menor cota da face [ABCD].

EXERCÍCIO 03 –1996, 1ª Fase 2ª Chamada (código 109)
Desenha as projecções de um cone de revolução, do primeiro diedro.

Dados:

  • o eixo do cone é vertical e tem 4 cm de afastamento;
  • o vértice V do cone fica no bissector dos diedros ímpares;
  • a base é tangente ao plano frontal de projecção;
  • as geratrizes medem 8 cm.

EXERCÍCIO 02 –1996, 1ª Fase 1ª Chamada (código 109)
Desenhe as projecções de uma pirâmide quadrangular regular situada no primeiro diedro, de base [ABCD] horizontal e vértice V.

Dados:

  • um vértice da base é o ponto A (0; 0; 8);
  • o lado [AB] mede 6 cm e faz um ângulo de 20º com o plano frontal de projecção, de abertura para a direita;
  • o vértice da pirâmide tem 1 cm de cota.

EXERCÍCIO 01 –1996, Prova Modelo (código 109)
Desenhe as projecções de um prisma triangular regular do primeiro diedro, com bases frontais.

Dados:

  • uma das bases é o triângulo equilátero  [ABC], sendo dois vértices os pontos A (0; 1; 4) e B (-2; 1; 10);
  • o vértice C é o de maior abcissa;
  • a altura do prisma é de 6 cm.

Determine a verdadeira grandeza da face lateral que contém a aresta [AB].

EXERCÍCIO 12.Rectângulo contido num plano verticalDGD-B 4092005, 1ª Fase
EXERCÍCIO 11.Quadrado contido num plano verticalDGD-B 4092004, 2ª Fase
EXERCÍCIO 10.Hexágono regular contido num plano verticalDGD-B 4092003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 09.Hexágono regular contido num plano verticalDGD-B 1092002, 1ª Fase,  2ª Ch.
EXERCÍCIO 08.Hexágono regular contido num plano verticalDGD-B 4092002, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 07.Pentágono regular contido num plano verticalDGD-B 1092001, 2ª Fase
EXERCÍCIO 06.Triângulo equilátero contido num plano verticalDGD-B 1092001, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 05.Rectângulo contido num plano verticalDGD-B 1091999, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 04.Triângulo rectângulo contido num plano verticalDGD-B 1091998, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 03.Hexágono regular contido num plano verticalDGD-B 1091998, Prova Modelo
EXERCÍCIO 02.Triângulo contido num plano verticalDGD-B 1091997, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 01.Triângulo contido num plano verticalDGD-B 1091996, 1ª fase, 2ª Ch.

EXERCÍCIO 12 – 2005, 1ª Fase (código 409)
Represente o rectângulo [ABCD], situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o ponto A (-1; 2; 3) e o ponto B, com 1 de abcissa, são dois vértices consecutivos do rectângulo;
  • o rectângulo está contido no plano vertical δ, cujo traço horizontal faz um ângulo de 45º com o eixo x (abertura para a esquerda);
  • o lado [AB] está contido numa recta cujas projecções, horizontal e frontal, são paralelas entre si;
  • o lado maior do rectângulo mede 7 cm.

EXERCÍCIO 11 – 2004, 2ª Fase (código 409)
Represente o quadrado [ABCD], situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o quadrado está contido num plano vertical δ, cujo traço horizontal faz um ângulo de 45º com o eixo x, de abertura para a direita;
  • o quadrado está inscrito numa circunferência com centro no ponto O (0; 4; 6) e 3,5 cm de raio;
  • o vértice A do quadrado tem -1 de abcissa;
  • A é o vértice de maior cota.

EXERCÍCIO 10 – 2003, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 409)
Represente o hexágono regular [ABCDEF], situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o hexágono está contido num plano vertical β, cujos traços se intersectam num ponto com zero de abcissa;
  • o traço horizontal do plano β faz um ângulo de 60° com o eixo x, de abertura para a direita;
  • o ponto A, com 3 de afastamento e 3 de cota, é um dos vértices do hexágono;
  • o lado [AB] é horizontal e mede 4 cm.

EXERCÍCIO 09 – 2002, 1ª Fase,  2ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do hexágono regular [ABCDEF], existente no primeiro diedro e contido num plano vertical π.

Dados:

  • os pontos A e B são os extremos do lado [AB] da figura;
  • o ponto A pertence ao plano horizontal de projecção, tem -3 de abcissa e 3 de afastamento;
  • o outro extremo é o ponto B (-6; 6; 1,5).

EXERCÍCIO 08 – 2002, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 409)
Represente o hexágono regular [ABCDEF], situado no primeiro diedro e contido num plano vertical ω.

Dados:

  • o ponto A (0; 3; 5) é um dos vértices do hexágono;
  • a diagonal [AD]do hexágono esta contida numa recta obliqua d, cujas projecções, horizontal e frontal, fazem com o eixo x, ângulos respectivamente iguais a 60° (de abertura a esquerda) e 30° (de abertura a direita);
  • os lados do hexágono medem 3 cm.

EXERCÍCIO 07 – 2001, 2ª Fase (código 109)
Determine as projecções do pentágono regular [ABCDE], contido num plano vertical α.

Dados:

  • o centro da figura é o ponto O (-5; 3; 4);
  • o plano vertical α intersecta o eixo x na origem das coordenadas;
  • o vértice A do pentágono está contido no plano horizontal de projecção e pertence à recta vertical v, que passa pelo ponto O.

EXERCÍCIO 06 – 2001, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do triângulo equilátero [ABC], existente no primeiro diedro e contido num plano vertical β.

Dados:

  • o plano vertical β faz, com o plano frontal de projecção, um diedro de 60º de abertura para a direita;
  • os lados do triângulo medem 6 cm;
  • o vértice A tem afastamento nulo e 4 de cota;
  • o vértice B tem cota nula.

EXERCÍCIO 05 – 1999, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do rectângulo [ABCD], contido no plano vertical β e situado no primeiro diedro.

Dados:

  • os pontos A (0; 2; 7) e B (-4; 6; 1) são os extremos de um dos lados maiores do rectângulo;
  • os lados menores da figura medem 4 cm.

EXERCÍCIO 04 – 1998, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Determine as projecções de um triângulo rectângulo [ABC], contido num plano vertical β, existente no primeiro diedro.

Dados:

  • os pontos A (-2; 2; 4) e C (-7; 5; 2) são os extremos da hipotenusa do triângulo;
  • o ponto C é o vértice de menor cota da figura;
  • o cateto [AB] faz um ângulo de 60º com a hipotenusa.

EXERCÍCIO 03 – 1998, Prova Modelo (código 109)
Determine as projecções do hexágono regular [ABCDEF], contido num plano vertical α existente  do primeiro diedro.

Dados:

  • o plano α faz um diedro de 45º com o plano frontal de projecção, com abertura para a direita;
  • o ponto A, que é um vértice da figura, pertence ao plano frontal de projecção e tem 2,5 cm de cota;
  • o lado do hexágono mede 5 cm;
  • o vértice B, que é contíguo ao vértice A, pertence ao plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 02 – 1997, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Represente, pelos seus traços nos planos de projecção, o plano vertical λ que contém o triângulo [ABC]. Desenhe as projecções do triângulo e determine a sua verdadeira grandeza.

Dados:

  • os pontos A (0; 2; 4) e B (-5; 7; 2) são dois vértices da figura;
  • o vértice C tem -2 de abcissa e 8 de cota.

EXERCÍCIO 01 – 1996, 1ª fase 2ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do triângulo [ABC], rectângulo em A, contido num plano projectante horizontal π.

Dados:

  • o plano faz um ângulo diedro de 60º com o plano frontal de projecção, de abertura para a direita;
  • o cateto [AB] mede 7 cm, pertence ao bissector dos diedros ímpares e o vértice A tem 2 cm de cota;
  • a hipotenusa [BC] do triângulo é horizontal, com cota positiva.
EXERCÍCIO 11.Hexágono regular contido num plano de topoDGD-B 4092006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 10.Pentágono regular contido num plano de topoDGD-B 4092003, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 09.Quadrado contido num plano de topoDGD-B 1092003, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 08.Quadrado contido num plano de topoDGD-B 1092002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 07.Retângulo contido num plano de topoDGD-B 4092002, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 06.Quadrado contido num plano de topoDGD-B 1092001, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 05.Triângulo rectângulo contido num plano de topoDGD-B 1092000, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 04.Triângulo equilátero contido num plano de topoDGD-B 1091999, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 03.Quadrado contido num plano de topoDGD-B 1091998, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Hexágono regular contido num plano de topoDGD-B 1091997, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Quadrado contido num plano de topoDGD-B 1091997, Prova Modelo

EXERCÍCIO 11 – 2006, 1ª Fase (código 409)
Represente o hexágono regular [ABCDEF], situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o hexágono está contido no plano de topo θ;
  • o traço frontal do plano θ contém um ponto do eixo x com 4 de abcissa e faz um ângulo de 50º com o mesmo eixo (de abertura para a direita);
  • o vértice A do hexágono tem 2 de abcissa e pertence ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • o vértice B tem abcissa nula e 2 de afastamento.

EXERCÍCIO 10 – 2003, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 409)
Represente o pentágono regular [ABCDE], situado no primeiro diedro e contido num plano de topo θ.

Dados:

  • o pentágono está inscrito numa circunferência com centro no ponto O (4; 3; 4);
  • o vértice A do pentágono tem 5 de abcissa, 5 de cota e pertence ao plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 09 – 2003, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Determine as projecções de um quadrado [ABCD] contido num plano de topo θ, situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o traço frontal do plano θ faz um ângulo de 45º com o eixo x (abertura para a direita);
  • um dos vértices do quadrado é o ponto A, com 3 de afastamento e 2 de cota;
  • o lado do quadrado mede 5 cm;
  • o vértice B pertence ao traço horizontal do plano θ.

EXERCÍCIO 08 – 2002, 2ª Fase (código 109)
Determine as projecções do quadrado [ABCD], contido num plano de topo α.

Dados:

  • o quadrado esta inscrito numa circunferência de 4 cm de raio, com centro no ponto M (-2,5; 6; 2,5);
  • o vértice A pertence ao plano horizontal de projecção e tem 0 de abcissa;
  • o afastamento do vértice A é maior que o do ponto M.

EXERCÍCIO 07 – 2002, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 409)
Represente o rectângulo [ABCD], situado no primeiro diedro e contido num plano de topo α.

Dados:

  • os pontos A (0; 4; 0) e B (4; 0; 4) são dois vértices consecutivos da figura;
  • as diagonais medem 8 cm.

EXERCÍCIO 06 – 2001, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do quadrado [ABCD], contido num plano de topo β.

Dados:

  • o ponto M (2; 3,5; 2) é o ponto médio do lado [AB] do quadrado;
  • o ponto N (6; 5,5; 6) é o ponto médio do lado [CD] do quadrado.

EXERCÍCIO 05 – 2000, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do triângulo rectângulo [ABC], contido num plano de topo β e existente no primeiro diedro.

Dados:

  • os pontos A e B são os dois extremos de um dos catetos da figura;
  • o ponto A pertence ao bissector dos diedros ímpares, tem -3 de abcissa e 2 de afastamento;
  • o ponto B, com -7 de abcissa e 6 de cota, pertence ao plano frontal de projecção;
  • o cateto [AC] mede 8 cm.

EXERCÍCIO 04 – 1999, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do triângulo equilátero [ABC], contido no plano de topo β.

Dados:

  • o plano de topo β faz um diedro de 45º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção, intersectando o eixo x no ponto X, de abcissa nula;
  • o triângulo está inscrito numa circunferência, cujo centro é o ponto O, que tem 4 de afastamento e pertence ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • o vértice A da figura pertence ao plano frontal de projecção e tem 3 de cota.

EXERCÍCIO 03 – 1998, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Determine as projecções de um quadrado [ABCD], contido num plano de topo π e existente no primeiro diedro. 

Dados:

  • o plano π faz um diedro de 60º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção;
  • o ponto M, com 4 de afastamento, é o centro da figura e pertence ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • a diagonal [AC] está contida numa recta r, cuja projecção horizontal faz, com o eixo x, um ângulo de 50º, de abertura para a direita;
  • o raio da circunferência circunscrita ao quadrado mede 4 cm.

EXERCÍCIO 02 – 1997, 2ª Fase (código 109)
Desenhe as projecções de um hexágono regular [ABCDEF], existente no primeiro diedro e contido num plano de topo β. 

Dados:

  • o plano de topo β faz um diedro de 45º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção;
  • os pontos A (0; 4; 0) e B (0; 9; 0) são dois vértices consecutivos da figura.

EXERCÍCIO 01 – 1997, Prova Modelo (código 109)
Determine as projecções de um quadrado [ABCD], contido num plano de topo α.

Dados:

  • o plano α faz um diedro de 45º com o plano horizontal de projecção, com abertura para o lado direito;
  • a diagonal [AC] da figura está contida no bissector dos diedros ímpares;
  • o vértice A tem 2 de cota e o vértice C tem 6 de afastamento.
EXERCÍCIO 11.Traços de uma recta de perfil nos planos de projecçãoDGD-B 1092003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 10.Rectângulo contido num plano de perfilDGD-B 1092003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 09.Traços de uma recta de perfil nos planos bissectoresDGD-B 1092002, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 08.Circunferências contidas num plano de perfilDGD-B 1092001, 2ª Fase
EXERCÍCIO 07.Traços de uma recta de perfil nos planos de projecçãoDGD-B 1092000, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 06.Quadrado contido num plano de perfilDGD-B 1091999, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Pontos pertencentes a um plano de perfilDGD-B 1091999, Prova Modelo
EXERCÍCIO 04.Retângulo contido num plano de perfilDGD-B 1091998, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Ponto pertencente a um plano de perfilDGD-B 1091997, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Pentágono regular contido num plano de perfilDGD-B 1091996, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Triângulo equilátero contido num plano de perfilDGD-B 1091996, 1ª Fase, 1ª Ch.

EXERCÍCIO 11 – 2003, 2ª Fase (código 109)
Determine as projecções dos pontos H e F da recta de perfil p.

Dados:

  • os pontos H e F são, respetivamente, os traços horizontal e frontal da recta p nos planos de projecção;
  • a recta p é definida pelos pontos A (0; 6; -2) e B;
  • o ponto B pertence ao plano bissector dos diedros ímpares e tem 3 de cota.

EXERCÍCIO 10 – 2003, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do rectângulo [ABCD], contido no plano de perfil π situado no primeiro diedro, assinalando-as a traço contínuo forte.

Dados:

  • um dos vértices do rectângulo é o ponto A (-1; 5; 8);
  • o vértice B é um ponto do plano bissector dos diedros ímpares, com 2 de cota;
  • o vértice C pertence ao plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 09 – 2002, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Determine as projecções dos pontos I e Q, que são os traços da recta de perfil p nos planos bissector, respetivamente, dos diedros pares e ímpares.

Dados:

  • a recta p contem os pontos A e H;
  • o ponto A fica situado no segundo diedro e tem -3 de afastamento e 5 de cota;
  • o ponto H pertence ao plano horizontal de projecção e tem 7 de afastamento.

EXERCÍCIO 08 – 2001, 2ª Fase (código 109)
Determine as projecções dos pontos X e Y, de intersecção de duas circunferências contidas num plano de perfil π.

Dados:

  • a primeira circunferência, cujo centro é o ponto C (4; 6; 4), é tangente ao traço horizontal do plano π;
  • a segunda circunferência, cujo centro é o ponto O, com 4 de afastamento e 6 de cota, é tangente ao traço frontal do plano π.

EXERCÍCIO 07 – 2000, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Determine os pontos H e F, que são os traços de uma recta de perfil p nos planos de projecção.

Dados:

  • a recta p contém os pontos A e B;
  • o ponto A tem 3 de afastamento e pertence ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • o ponto B, que está situado no segundo diedro, tem -2 de afastamento e 8 de cota.

EXERCÍCIO 06 – 1999, 2ª Fase (código 109)
Determine as projecções do quadrado [ABCD], contido num plano de perfil π, assinalando-as a traço contínuo forte.

Dados:

  • o centro da figura é o ponto O, que tem 4,5 cm de afastamento e pertence ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • o ponto A, com 1 de afastamento e 4 de cota, é um dos vértices do quadrado.

EXERCÍCIO 05 – 1999, Prova Modelo (código 109)
Determine as projecções dos pontos X e Y resultantes da intersecção de uma recta p com uma circunferência com ela complanar.

Dados:

  • a recta e a circunferência estão ambas contidas num plano de perfil π;
  • a recta p contém o ponto A, com 6 de afastamento e 10 de cota, e intersecta o plano horizontal de projecção num ponto H, com 1 de afastamento;
  • o centro da circunferência é o ponto O, com 5 de afastamento e 4 de cota
  • a curva é tangente ao plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 04 – 1998, 2ª Fase (código 109)
Determine as projecções de um rectângulo [ABCD], contido num plano de perfil π e existente no espaço do primeiro diedro.

Dados:

  • o vértice A da figura pertence ao plano frontal de projecção e tem 3 de cota;
  • o ponto B, com 6 de afastamento e 7 de cota, é o extremo do lado [AB];
  • o extremo D do lado [AD] pertence ao plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 03 – 1997, 1ª Fase, 2ª Chamada (código 109)
Determine as projecções do ponto I de intersecção de duas rectas de perfil r e s.

Dados:

  • a recta r contém os pontos A (0; 7; 1 ) e B (0; -2; 10)
  • a recta s contém o ponto C (0; 1; 2) e é paralela ao bissector dos diedros ímpares.

EXERCÍCIO 02 – 1996, 2ª Fase (código 109)
Determine as projecções de um pentágono regular [ABCDE], contido num plano de perfil.

Dados:

  • a circunferência circunscrita ao pentágono tem centro no ponto O (3; 4) e 3 cm de raio;
  • o lado [CD] de maior afastamento do polígono é vertical.

EXERCÍCIO 01 – 1996, 1ª Fase, 1ª Chamada (código 109)
Desenhe as projecções de um triângulo [ABC] de perfil, isósceles e rectângulo em B.

Dados:

  • o vértice A tem 4 cm de afastamento e 1 cm de cota,
  • o lado [AB] faz um ângulo de 30º com o plano horizontal de projecção;
  • a projecção horizontal do vértice B coincide com a projecção frontal do vértice A;
  • o vértice B tem maior cota que o vértice A;
  • o vértice C situa-se no primeiro diedro.
EXERCÍCIO 04.Cubo com faces de topoGD-A 7082011, Época Especial
EXERCÍCIO 03.Cilindro oblíquo com bases circulares horizontaisDGD-B 4092005, 1ª fase
EXERCÍCIO 02.Cubo com faces de perfilDGD-B 4092002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Pirâmide pentagonal recta com base verticalDGD-B 4092002, Prova Modelo

EXERCÍCIO 04 – 2011, Época Especial (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o cubo [ABCDEFGH], de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis.

Dados:

  • o cubo está situado no primeiro diedro;
  • os pontos A (2; 3; 2) e E (-3; 3; 6) definem a aresta [AE].
  • a face [ABCD] é paralela à face [EFGH];
  • o ponto B, extremo do lado [AB], tem afastamento nulo.

EXERCÍCIO 03 – 2005, 1ª Fase (código 409)
Construa a representação diédrica de um cilindro oblíquo de bases circulares, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Construa uma terceira projecção do cilindro, lateral, obtida no plano de perfil de projecção yz. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis existentes na representação do sólido.

Dados:

  • as bases são horizontais e têm 3 cm de raio;
  • o centro O, de uma das bases, pertence ao plano horizontal de projecção, tem 6 de abcissa, e dista 6 cm do plano bissector dos diedros pares (β24);
  • o centro O’, da outra base, tem 4 de abcissa e 4 de afastamento;
  • as geratrizes do sólido são paralelas ao plano bissector dos diedros pares (β24).

EXERCÍCIO 02 – 2002, 2ª Fase (código 409)
Represente um cubo com duas faces de perfil, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • a face [ABCD] é a face de perfil que se situa mais à esquerda;
  • o vértice A tem 1 de afastamento e 5 de cota;
  • o vértice B tem 5 de afastamento e 2 de cota.

EXERCÍCIO 01 – 2002, Prova Modelo (código 409)
Represente o pentágono regular [ABCDE] contido num plano vertical α. Esta figura é a base de uma pirâmide pentagonal recta situada no primeiro diedro. Represente igualmente o sólido, assinalando com a convenção gráfica adequada as arestas invisíveis.

Dados:

  • o centro da figura é o ponto O (5; 5; 4);
  • o plano vertical α intersecta o eixo x na origem das coordenadas;
  • o vértice A do pentágono está no plano horizontal de projecção e pertence à recta vertical v, que passa pelo ponto O;
  • a pirâmide tem 8 de altura.
EXERCÍCIO 11.Planos paralelosGD-A 7082017, 2ª Fase
EXERCÍCIO 10.Recta paralela a um planoGD-A 7082017, 1ª Fase
EXERCÍCIO 09.Planos paralelosGD-A 7082015, 1ª Fase
EXERCÍCIO 08.Planos paralelosGD-A 7082014, 1ª Fase
EXERCÍCIO 07.Planos paralelosGD-A 7082013, Época Especial
EXERCÍCIO 06.Planos paralelosGD-A 7082012, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Recta paralela a um planoGD-A 7082011, 1ª Fase
EXERCÍCIO 04.Planos paralelosGD-A 7082010, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Recta paralela a dois planosGD-A 7082008, 2ª Fase
EXERCÍCIO 02.Recta paralela a dois planosGD 1211982, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 01.Recta paralela a um planoGD 1211982, 1ª Fase, 1ª Ch.

EXERCÍCIO 11 – Exame de 2017, 2ª fase (código 708)

Determine os traços do plano θ, paralelo ao plano α.

Dados:

  • o plano α é definido pelos pontos A (-2; 4; 3), B (-4; 5; 3) e C (1; 4; 0).
  • o plano θ contém o ponto P (3; -4; 2).

EXERCÍCIO 10 – Exame de 2017, 1ª fase (código 708)

Determine as projecções da recta r, paralela a um plano de rampa δ.

Dados:

  • o plano δ contém a recta de perfil p;
  • a recta p contém o ponto A (0; -2; 4) e define um ângulo de 30º com o plano horizontal de projecção;
  • o traço horizontal da recta p tem afastamento negativo;
  • a recta r contém o ponto T (-4; 8; 2);
  • a projecção horizontal da recta r define um ângulo de 60º, de abertura para a direita, com o eixo x.

EXERCÍCIO 09Exame de 2015, 1ª fase (código 708)
Determine os traços do plano θ paralelo ao plano de rampa ν.

Dados:

  • o plano ν contém a recta de perfil p, definida pelos pontos A (3; 3; 6) e B com 9 de afastamento e -2 de cota;
  • o plano θ contém o ponto P de abcissa nula e -5 de cota, pertencente ao plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 08 – Exame de 2014, 1ª fase (código 708)
Determine os traços do plano θ paralelo ao plano α.

Dados:

  • o plano α é definido pelos pontos A, B e C;
  • o ponto A, com 3 de abcissa e 4 de cota, pertence ao bissector dos diedros ímpares;
  • o ponto B, com -6 de abcissa e 4 de cota, pertence ao bissector dos diedros pares;
  • ponto C (-8; 4; -4);
  • o plano θ contém P (-2; 2; -6).

EXERCÍCIO 07 – 2013, Época especial (código 708)
Determine os traços do plano µ paralelo ao plano θ.

Dados:

  • o plano θ contém a recta h e o ponto M (5; 0; 0);
  • a recta h é horizontal e contém o ponto A, pertencente ao bissector dos diedros pares, com 4 de abcissa e 2 de cota;
  • a projecção horizontal da recta h faz um ângulo de 35º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o plano µ contém o ponto P (– 4; 2; 6).

EXERCÍCIO 06 – 2012, 2.ª Fase (código 708)
Determine os traços do plano µ paralelo ao plano δ.

Dados:

  • o plano δ contém as rectas fronto-horizontais a e b;
  • a recta a tem 3 de afastamento e 8 de cota;
  • a recta b pertence ao bissector dos diedros pares e tem 4 de cota;
  • o plano µ contém o ponto P (6; 5; 6).

EXERCÍCIO 05 – 2011, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do ponto I, traço da recta b no plano bissector dos diedros pares.

Dados:

  • a recta b é paralela ao plano δ;
  • a recta b contém P (− 7; 7; − 2);
  • a projecção horizontal da recta b faz um ângulo de 45º de abertura para a direita com o eixo x;
  • o plano δ está definido pelos pontos R (3; 6; 3), S (0; 6; 5) e T (− 3; 1; 5).

EXERCÍCIO 04 – 2010, 2.ª Fase (código 708)
Determine os traços do plano π, que contém o ponto P e é paralelo ao plano α.

Dados:

  • o plano α é definido pelas rectas a e b;
  • a recta a contém o ponto S (3; 5; 3);
  • as projecções, horizontal e frontal, da recta a fazem, com o eixo x,ângulos de 45º, de abertura para a direita e de 30º, de abertura para a esquerda, respetivamente;
  • a recta b pertence ao plano bissector dos diedros ímpares e a sua projecção frontal faz, com o eixo x, um ângulo de 30º de abertura para a direita;
  • o plano π contém o ponto P (− 6; 3; − 4).

EXERCÍCIO 03 – 2008, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções da recta b paralela ao plano α e ao plano bissector dos diedros pares.

Dados:

  • o plano α é definido pelas rectas r e s, concorrentes no ponto R (5; 3; 2);
  • o ponto H, traço horizontal da recta r, tem 9 de abcissa e 7 de afastamento;
  • a recta s é passante e a sua projecção horizontal faz um ângulo de 30º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • a recta b contém o ponto B (− 5; 3; 2).

EXERCÍCIO 02 – 1982, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Desenhe as projecções da recta s paralela ao plano ω e ao bissector dos diedros ímpares e determine os seus traços.

Dados:

  • o traço horizontal do plano ω faz com o eixo x, no semiplano horizontal anterior, um ângulo de 40º de abertura para a esquerda e o traço frontal faz com a mesma linha, no semiplano frontal superior, um ângulo de 60º de abertura para a direita;
  • a recta s contém o ponto P de 2 de afastamento e – 5 de cota e a sua linha de referência dista 4 cm para a direita de N, intersecção do plano ω com o eixo x.

EXERCÍCIO 01 – 1982, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Represente, pelas projecções dos seus traços, a recta s de perfil, paralela ao plano de rampa α.

Dados:

  • o traço frontal do plano α tem – 1,5 de cota e o traço horizontal do plano, 5 de afastamento;
  • a recta de perfil s contém um ponto P de 3 de afastamento e 2 de cota.
EXERCÍCIO 12.Planos perpendiculares GD-A 7082016, 2ª Fase
EXERCÍCIO 11.Planos perpendiculares GD-A 7082015, 2ª Fase
EXERCÍCIO 10.Rectas perpendiculares GD-A 7082013, 2ª Fase
EXERCÍCIO 09.Planos perpendiculares GD-A 7082012, Época Especial
EXERCÍCIO 08.Planos perpendiculares GD-A 7082012, 1ª Fase
EXERCÍCIO 07.Rectas perpendiculares GD-A 7082010, 1ª Fase
EXERCÍCIO 06.Planos perpendiculares GD-A 7082007, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Recta perpendicular a um plano GD-A 7082006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 04.Planos perpendiculares GD 1211989, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Recta perpendicular a um plano GD 1211989, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Recta perpendicular a um plano GD 1211982, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Recta perpendicular a um plano GD 1211982, 1ª Fase, 2ª Ch.

EXERCÍCIO 12 – 2016, 2.ª Fase (código 708)
Determine os traços do plano θ perpendicular ao plano α.

Dados:

  • o plano α é definido pelo seu traço frontal e pelo ponto A (0; 2; 4);
  • o traço frontal do plano α contém o ponto B do eixo x, com abcissa nula, e faz um ângulo de 50º de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o plano θ contém o ponto P (0; 4; 2) e o seu traço frontal faz um ângulo de 40º de abertura para a esquerda, com o eixo x.

EXERCÍCIO 11 – Exame de 2015, 2ª fase (código 708)
Determine os traços do plano α perpendicular ao plano de rampa δ.

Dados:

  • o plano δ é definido pelo seu traço horizontal com 6 de afastamento e pelo ponto A;
  • o ponto A, com 6 de abcissa e 4 de cota, pertence ao plano bissector dos diedros ímpares, β13;
  • o plano α contém o ponto P (0; 9; 8);
  • o traço frontal do plano α forma um ângulo de 45º de abertura para a esquerda, com o eixo x.

EXERCÍCIO 10 – 2013, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções da recta passante s, perpendicular à recta r no ponto A.

Dados:

  • a recta r é passante e está definida pelo ponto A com 2 de abcissa e 3 de cota e pelo ponto B do eixo x com 7 de abcissa;
  • a projecção horizontal da recta r faz um ângulo de 50°, de abertura para a direita, com o eixo x.

EXERCÍCIO 09 – 2012, Época especial (código 708)
Determine os traços do plano de rampa m perpendicular ao plano de rampa α.

Dados:

  • os traços horizontal e frontal de α têm, respetivamente, − 5 de afastamento e 7 de cota;
  • o plano m contém o ponto R pertencente ao bissector dos diedros ímpares, β13, com 0 de abcissa e 2 de cota.

EXERCÍCIO 08 – 2012, 1.ª Fase (código 708)
Determine os traços do plano de rampa δ ortogonal ao plano θ.

Dados:

  • o plano θ contém o ponto A (4; 3; 2) e o ponto B do eixo x com zero de abcissa;
  • o traço horizontal do plano θ faz um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o plano δ contém o ponto P (– 6; 7; 5).

EXERCÍCIO 07 – 2010, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções da recta s perpendicular à recta r.

Dados:

  • a recta r é definida pelo ponto A (0; 11; 7) e pelo seu traço frontal F com 7 de abcissa e 2 de cota;
  • a recta s, concorrente com a recta r, contém o ponto P (0; 5; 2).

EXERCÍCIO 06 – 2007, 2.ª Fase (código 708)
Determine os traços do plano β, que contém os pontos P e R e é perpendicular ao plano α.

Dados:

  • o plano α contém o ponto A (3; 6; 4) e uma recta horizontal h;
  • a recta h tem 8 de cota, faz, com o plano frontal de projecção, um ângulo de 50º com abertura para a direita, e o seu traço frontal Fh tem 6 de abcissa;
  • o plano β contém os pontos P (0; 2; 4) e R (– 5; 0; 0).

EXERCÍCIO 05 – 2006, 2.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, a recta p, perpendicular ao plano α.

Dados:

  • o plano oblíquo α é definido pelos pontos A (5; – 6; 6), B (0; 1,5; 3) e C (– 5; 5; 3);
  • a recta p contém o ponto Q (– 7; 5; 10).

EXERCÍCIO 04 – 1989, 2.ª Fase (código 121)
Determine, pelos seus traços, o plano α, perpendicular ao plano β.

Dados:

  • o plano α contém a recta de perfil que passa por T (– 15; – 4; 2) e pelo eixo x;
  • o plano β é definido por A (– 2; – 8; 5), B (– 6; 2; 3) e C (– 13; 4; 7).

EXERCÍCIO 03 – 1989, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a recta m que contém o ponto M (0; 9; 3) e é perpendicular ao plano α definido pelas rectas paralelas a e b.

Dados:

  • a recta a contém os pontos P (– 1; 7; 9) e Q (– 10; 8; 12) e a recta b contém o ponto R (– 6; 9; 8).

EXERCÍCIO 02 – 1982, 2.ª Fase (código 121)
Represente, pelas projecções dos seus traços, a recta s, perpendicular ao plano passante β, no seu ponto P, de – 2 de afastamento e– 4 de cota.

EXERCÍCIO 01 – 1982, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Represente pelas suas projecções a recta s, perpendicular ao plano α no seu ponto P de – 5 de afastamento e 3 de cota.

Dados:

  • o traço frontal do plano α faz com o eixo x, um ângulo de 60º de abertura para a direita;
  • as projecções do traço horizontal do plano coincidem com as projecções de nome contrário do traço frontal.
EXERCÍCIO 30.Distância de um ponto a um plano GD-A 7082017, 2ª Fase
EXERCÍCIO 29.Distância de um ponto a um plano GD-A 7082017, 1ª Fase
EXERCÍCIO 28.Distância de um ponto a uma recta GD-A 7082013, Época Especial
EXERCÍCIO 27.Distância de um ponto a um plano GD-A 7082012, 2ª Fase
EXERCÍCIO 26.Distância de um ponto a um plano GD-A 7082011, 2ª Fase
EXERCÍCIO 25.Distância entre dois planos paralelos GD-A 7082009, 2ª Fase
EXERCÍCIO 24.Distância de um ponto a uma recta DGD-A 4082007, 2ª Fase
EXERCÍCIO 23.Distância de um ponto a uma recta DGD-A 4082006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 22.Distância entre dois planos paralelos DGD-A 4082004, 2ª Fase
EXERCÍCIO 21.Distância entre dois pontos DGD-A 4082004, 1ª Fase
EXERCÍCIO 20.Distância de um ponto a uma reta DGD-A 4082003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 19.Distância de um ponto a um plano DGD-A 4082002, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 18.Distância de um ponto a um plano GD 1212002, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 17.Distância de um ponto a um plano GD 1212001, 2ª Fase
EXERCÍCIO 16.Distância entre dois pontos GD 1212001, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 15.Distância de um ponto a uma reta GD 1212000, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 14.Distância de um ponto a um plano GD 1211999, 1ª fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 13.Distância entre duas rectas paralelas GD 1211998, 1ª fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 12.Distância de um ponto a um plano GD 1211997, 2ª Fase
EXERCÍCIO 11.Distância de um ponto a uma reta GD 1211997, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 10.Distância de um ponto a um plano GD 1211994, 2ª Fase
EXERCÍCIO 09.Distância de um ponto a um plano GD 1211994, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 08.Distância de um ponto a um plano GD 1211992, 1ª Fase, 2ª Chamada
EXERCÍCIO 07.Distância de um ponto a uma reta GD 1211987, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 06.Distância de um ponto a um plano GD 1211986, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 05.Distância de um ponto a um plano GD 1211985, 2ª Fase
EXERCÍCIO 04.Distância de um ponto a um plano GD 1211984, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Distância de um ponto a um plano GD 1211983, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Distância de um ponto a um plano GD 1211981, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Distância de um ponto a um plano GD 1211981, 1ª Fase, 2ª Ch.

EXERCÍCIO 30 – 2017, 2.ª Fase (código 708)

Determine as projecções e a verdadeira grandeza do segmento de recta que corresponde à distância do ponto P ao plano de rampa ρ.

Dados:

  • o plano ρ contém o ponto M (9; 2; 7) e o seu traço horizontal tem 5 de afastamento;
  • o ponto P tem 4 de abcissa e -3 de afastamento e pertence ao plano bissector dos diedros pares, β24.

EXERCÍCIO 29 – 2017, 1.ª Fase (código 708)

Determine as projecções e a verdadeira grandeza do segmento de recta que corresponde à distância do ponto P ao plano θ.

Dados:

  • o plano θ contém os pontos R (0; 2; 4) e S (-2; 4; 4) e é perpendicular ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • o ponto P tem -5 de abcissa, 5 de afastamento e pertence ao plano bissector dos diedros pares.

EXERCÍCIO 28 – 2013, Época especial (código 708)
Determine, graficamente, a distância do ponto P à recta de perfil b.

Dados:

  • ponto P (4; 4; – 4);
  • a recta b contém o ponto R (0; 3; 7) e faz um ângulo de 30º com o plano frontal de projecção;
  • o traço horizontal da recta b tem afastamento positivo.

EXERCÍCIO 27 – 2012, 2.ª Fase (código 708)
Determine, graficamente, a distância do ponto P ao plano ω .

Dados:

  • P (– 3; 10; – 2);
  • o plano ω está definido pelo ponto A (0; – 1; 5) e pela recta de perfil p;
  • a recta p contém o ponto B (4; 2; 5) e o seu traço horizontal tem 6 de afastamento

EXERCÍCIO 26 – 2011, 2.ª Fase (código 708)
Determine, graficamente, a distância do ponto P ao plano oblíquo α.

Dados:

  • o ponto P pertence ao plano bissector dos diedros ímpares e tem 6 de abcissa e 8 de afastamento;
  • o plano α é definido pelo ponto A (– 1; 4; 2) e pela recta r;
  • a recta r contém o ponto M (6; – 6; 9);
  • o ponto F, traço frontal da recta r, tem 0 de abcissa e 6 de cota.

EXERCÍCIO 25 – 2009, 2.ª Fase (código 708)
Determine, graficamente, a distância entre dois planos paralelos, α e β.

Dados:

  • o traço frontal do plano α intersecta o eixo x no ponto com – 10 de abcissa e faz um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com esse mesmo eixo;
  • o plano β contém os pontos M (6; 2; 3) e N (10; 7; – 3).

EXERCÍCIO 24 – 2007, 2.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a distância do ponto P à recta passante r.

Dados:

  • o ponto P pertence ao bissector dos diedros pares e tem – 4 de abcissa e 4,5 de cota;
  • os traços da recta r têm 4 de abcissa;
  • as projecções da recta fazem, ambas, ângulos de 50° (de aberturaà direita) com o eixo x.

EXERCÍCIO 23 – 2006, 2.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a distância entre o ponto P e a recta de perfil p.

Dados:

  • o ponto P tem 2 de abcissa, 2 de afastamento e 3,5 de cota;
  • a recta de perfil p é definida pelos pontos A (0; 4; 3,5) e B (0; 6; 2).

EXERCÍCIO 22 – 2004, 2.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a distância entre os planos paralelos α e β.

Dados:

  • o plano α contém uma recta horizontal, n, que intersecta o plano frontal de projecção no ponto Fn (0; 0; 8) e cuja projecção horizontal faz um ângulo de 60º (de abertura à direita) com o eixo x;
  • o plano β contém uma recta oblíqua b, cujos traços nos planos de projecção são os pontos Hb (3; 4; 0) e Fb (– 3; 0; 6).

EXERCÍCIO 21 – 2004, 1.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a verdadeira grandeza do segmento de recta [HI] e represente os pontos H e I pelas suas projecções.

Dados:

  • o segmento de recta [HI] está contido numa recta de perfil p, que é definida pelos pontos A (0; 1; 5) e B, com 6 de afastamento e 2 de cota;
  • o ponto H é o traço horizontal da recta p;
  • o ponto I é o ponto de intersecção da recta p com o plano oblíquo a, cujos traços horizontal e frontal fazem, com e eixo x, respetivamente,ângulos de 45º e 60º (ambos com abertura para a direita), intersectando-o num ponto com 5 de abcissa.

EXERCÍCIO 20 – 2003, 2.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a distância do ponto P à recta frontal f.

Dados:

  • o ponto P pertence ao plano bissector dos diedros ímpares e tem 0 de abcissa e 7 de cota;
  • o traço horizontal H da recta f tem 4 de abcissa e 2 de afastamento;
  • a recta faz um ângulo de 30º (de abertura à direita) com o plano horizontal de projecção, medido no primeiro diedro.

EXERCÍCIO 19 – 2002, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 408)
Determine graficamente a distância do ponto P ao plano oblíquo α.

Dados:

  • o ponto P pertence ao plano β13 tem 0 de abcissa e 7 de cota;
  • o plano α intersecta o eixo x no ponto O, de abcissa nula;
  • os traços, horizontal e frontal, do plano α fazem, ambos, ângulos de 45º (de abertura para a direita) com o eixo x.

EXERCÍCIO 18 – 2002, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a distância do ponto Q ao plano oblíquo α.

Dados:

  • o ponto Q pertence ao plano bissector dos diedros ímpares e tem 5 de abcissa e 8 de cota;
  • o plano α contém os pontos A (– 2; 3; 4), B (– 4; 5; 5) e C (– 6; 3; 8).

EXERCÍCIO 17 – 2001, 2.ª Fase (código 121)
Determine a distância do ponto P ao plano oblíquo α.

Dados:

  • o ponto P pertence ao plano frontal de projecção e tem – 8 de abcissa e 2 de cota;
  • o plano α contém o ponto A (– 4; 2; 2) e intersecta o eixo x na origem das coordenadas;
  • o traço frontal do plano faz, com o eixo x, um ângulo de 45º, de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 16 – 2001, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a verdadeira grandeza do segmento [XZ], cujos extremos são os pontos de intersecção da recta r com o plano bissector dos diedros ímpares e com o plano α.

Dados:

  • a recta r é paralela ao plano bissector dos diedros pares;
  • a projecção frontal da recta r faz, com o eixo x, um ângulo de 45º, de abertura para a esquerda, intersecta o plano horizontal de projecção no ponto H (– 7; 10; 0);
  • o plano oblíquo α intersecta o eixo x na origem das coordenadas;
  • os traços horizontal e frontal do plano fazem, respetivamente e com o eixo x, ângulos de 60º e 45º, ambos de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 15 – 2000, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a distância do ponto P (3; 5; 5) à recta oblíqua r.

Dados:

  • a recta r, cuja projecção horizontal faz um ângulo de 45º, de abertura para a direita, com o eixo x, pertence ao bissector dos diedros pares e intersecta o eixo x num ponto com – 2 de abcissa.

EXERCÍCIO 14 – 1999, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a distância do ponto P, com – 5 de abcissa e pertencente ao eixo x, ao plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α é definido pelo ponto A (4; 5; 1) e pelo seu traço frontal, que faz um ângulo de 45º, de abertura para a direita, com o eixo x, intersectando-o no ponto X, com abcissa 4.

EXERCÍCIO 13 – 1998, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a distância entre as rectas r e s.

Dados:

  • a recta r é oblíqua, paralela ao bissector dos diedros ímpares, contém o ponto A (– 2; 4; 2) e a sua projecção horizontal faz, com o eixo x, um ângulo de 45º de abertura para a direita;
  • o traço horizontal da recta s é o ponto H (– 6; 2; 0);
  • a recta s é paralela à recta r.

EXERCÍCIO 12 – 1997, 2.ª Fase (código 121)
Determine a distância de um ponto P a um plano oblíquo α.

Dados:

  • o ponto P pertence ao eixo x e tem – 4 de abcissa;
  • o plano α, que intersecta o eixo x 8 cm à esquerda de P, é definido pelo seu traço frontal, que faz um ângulo de 45º de abertura para a direita com o eixo x, e por uma recta horizontal n.
  • a recta n faz um ângulo de 60º de abertura para a direita com o plano frontal de projecção, intersectando-o num ponto com 4 de cota.

EXERCÍCIO 11 – 1997, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a distância do ponto P (2; 3; 4) a uma recta de perfil r que contém o ponto A (– 6; 2; 8) e é perpendicular ao bissector dos diedros ímpares.

EXERCÍCIO 10 – 1994, 2.ª Fase (código 121)
Determine as projecções e a verdadeira grandeza do segmento que constitui a distância do ponto P ao plano α.

Dados:

  • o ponto P pertence ao bissector dos diedros pares e tem – 10 de abcissa e – 5 de cota;
  • o plano α é passante pelo eixo x e contém o ponto M (– 2; 8; 3).

EXERCÍCIO 09 – 1994, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a distância do ponto A ao plano α.

Dados:

  • uma recta de maior declive do plano α é a recta d, cujas projecções frontal e horizontal fazem, com o eixo x, ângulos respetivamente de 45º com a abertura para a direita e 45º com abertura para a esquerda;
  • o traço frontal da recta d é o ponto F (0; 0; 7);
  • o ponto A tem as seguintes coordenadas: 4 de abcissa, 7 de afastamento e 6 de cota.

EXERCÍCIO 08 – 1992, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine as projecções e a verdadeira grandeza do segmento que constitui a distância entre o ponto P (– 10; 8; 7) e o plano que contém os pontos A (– 1; 2; 8), B (– 6; 6; 5) e C (– 7; 1; 6).

EXERCÍCIO 07 – 1987, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine as projecções e a verdadeira grandeza do segmento que representa a distância do ponto P à recta r.

Dados:

  • o ponto P pertence ao eixo x e tem de abcissa – 3;
  • a recta r pertence ao β24 e a sua projecção frontal faz com o eixo x, no semiplano frontal superior, um ângulo de 30º com abertura para a esquerda;
  • a recta contém o ponto A (– 9; – 3; 3).

EXERCÍCIO 06 – 1986, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a distância de um ponto P (4; 7; 6) a um plano α definido por uma das suas rectas de maior declive d.

Dados:

  • o traço frontal da recta d é o ponto F (0; 0; 7);
  • a projecção frontal da recta d faz com o eixo x, no semiplano frontal superior, um ângulo de 45º com a abertura para a direita e a projecção horizontal faz, também com o eixo x, no semiplano horizontal anterior, um ângulo de 45º com a abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 05 – 1985, 2.ª Fase (código 121)
Determine as projecções e a verdadeira grandeza do segmento distância do ponto A (0; – 2; 4) ao plano α de rampa que passa pelo eixo x e contém o ponto B (3; 5; 1).

EXERCÍCIO 04 – 1984, 2.ª Fase (código 121)
Determine as projecções e a verdadeira grandeza do segmento que representa a distância do ponto P (– 4; – 1; – 8) a um plano de rampa passante que contém o ponto A (0; – 2; 3).

EXERCÍCIO 03 – 1983, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine as projecções e a distância do ponto J que pertence ao bissector dos diedros pares ao plano definido pelas rectas a e b.

Dados:

  • a recta a é definida pelos pontos E e F, enquanto a recta b é definida por F e G;
  • o ponto J tem 3 de cota;
  • o ponto E tem afastamento nulo e 2 de cota;
  • o ponto F tem 9,5 de afastamento e cota igual a 4,5;
  • o ponto G tem 1,5 de afastamento e pertence ao bissector dos diedros pares;
  • E0F0 = 2,5 cm, F0J0 = 2,5 cm, J0G0 = 3,5 cm (da esquerda para a direita).

EXERCÍCIO 02 – 1981, 2.ª Fase (código 121)
Determine a distância de um ponto X ao plano α, definido pelas rectas AB e BC.

Dados:

  • o ponto X pertence ao plano bissector dos diedros ímpares e tem 10 de afastamento;
  • o ponto A tem 6,5 de afastamento e 5 de cota;
  • o ponto B tem 4,5 de afastamento e 6 de cota;
  • o ponto C tem 7 de afastamento e 1 de cota;
  • A0B0 = 2 cm, B0C0 = 2 cm, C0X0 = 4 cm;
  • B0 situa-se à direita de A0, C0 à direita de B0 e X0 à direita de C0.

EXERCÍCIO 01 – 1981, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a distância do ponto X ao plano α definido pelas rectas n e f concorrentes no ponto P.

Dados:

  • o ponto P tem 2 de afastamento e 3 de cota;
  • a recta n é horizontal e forma com o plano frontal de projecção um ângulo de 45º de abertura para a direita;
  • a recta f é frontal e forma com o plano horizontal de projecção um ângulo de 30º de abertura para a esquerda;
  • o ponto X tem 3 de afastamento, 5 de cota e a sua linha de chamada coincide com a linha de chamada do traço horizontal da recta frontal f.
EXERCÍCIO 58.Ângulo de um plano de perfil com um plano oblíquoGD-A 7082016, 1ª Fase
EXERCÍCIO 57.Ângulo de um plano com o plano frontal de projecçãoGD-A 7082015, 2ª Fase
EXERCÍCIO 56.Ângulo entre as direcções de duas rectas enviesadasGD-A 7082015, 1ª Fase
EXERCÍCIO 55.Ângulo de uma recta com um planoGD-A 7082014, 2ª Fase
EXERCÍCIO 54.Ângulo de uma recta com um planoGD-A 7082014, 1ª Fase
EXERCÍCIO 53.Ângulo entre dois planosGD-A 7082013, 2ª Fase
EXERCÍCIO 52.Ângulo de um plano com o plano horizontal de projecçãoGD-A 7082012, Época Especial
EXERCÍCIO 51.Ângulo de uma recta com um planoGD-A 7082012, 1ª Fase
EXERCÍCIO 50.Ângulo de uma recta com um planoGD-A 7082011, Época Especial
EXERCÍCIO 49.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD-A 7082011, 1ª Fase
EXERCÍCIO 48.Ângulo entre dois planosGD-A 7082010, 2ª Fase
EXERCÍCIO 47.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD-A 7082009, 1ª Fase
EXERCÍCIO 46.Ângulo de um plano com o plano frontal de projecçãoGD-A 7082008, 2ª Fase
EXERCÍCIO 45.Ângulo entre dois planosDGD-A 4082007, 1ª Fase
EXERCÍCIO 44.Ângulo entre duas rectas enviesadasGD-A 7082006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 43.Ângulo de uma recta com um planoDGD-A 4082006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 42.Ângulo entre duas rectas concorrentesDGD-A 4082005, 2ª Fase
EXERCÍCIO 41.Ângulo entre dois planosDGD-A 4082005, 1ª Fase
EXERCÍCIO 40.Ângulo entre duas rectas concorrentesDGD-A 4082003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 39.Ângulo entre dois planosDGD-A 4082003, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 38.Ângulo de um plano com o plano horizontal de projecçãoDGD-A 4082002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 37.Ângulo entre duas rectas concorrentesDGD-A 4082002, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 36.Ângulo de um plano com o plano frontal de projecçãoDGD-A 4082002, Prova Modelo
EXERCÍCIO 35.Ângulo entre as direcções de duas rectas enviesadasGD 1212002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 34.Ângulo de uma recta com um planoGD 1212002, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 33.Ângulo de uma recta com um planoGD 1212001, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 32.Ângulo entre dois planosGD 1212000, 2ª Fase
EXERCÍCIO 31.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1212000, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 30.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211999, 2ª Fase
EXERCÍCIO 29.Ângulo de uma recta com um planoGD 1211999, 1ª fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 28.Ângulo de um plano com o plano frontal de projecçãoGD 1211998, 2ª Fase
EXERCÍCIO 27.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211998, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 26.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211997, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 25.Ângulo entre dois planosGD 1211996, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 24.Ângulo de uma recta com um planoGD 1211995, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 23.Bissectriz de um ânguloGD 1211995, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 22.Ângulo entre dois planosGD 1211994, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 21.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211993, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 20.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211993, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 19.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211992, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 18.Ângulo entre dois planosGD 1211991, 2ª Fase
EXERCÍCIO 17.Ângulo entre dois planos (problema inverso)GD 1211990, 2ª Fase
EXERCÍCIO 16.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211990, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 15.Ângulo entre dois planosGD 1211990, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 14.Ângulo entre dois planosGD 1211989, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 13.Bissector de um diedroGD 1211988, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 12.Ângulo de uma recta com um planoGD 1211988, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 11.Ângulo entre dois planosGD 1211987, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 10.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211986, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 09.Ângulo entre as direcções de duas rectas enviesadasGD 1211985, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 08.Ângulo entre dois planosGD 1211985, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 07.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211983, 2ª Fase
EXERCÍCIO 06.Ângulo de um plano com o plano horizontal de projecçãoGD 1211983, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 05.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211982, 2ª Fase
EXERCÍCIO 04.Ângulo de um plano com o plano horizontal de projecçãoGD 1211982, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 03.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211981, 2ª Fase
EXERCÍCIO 02.Ângulo entre duas rectas concorrentesGD 1211981, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 01.Ângulo de uma recta com o plano frontal de projecçãoGD 1211981, 1ª Fase, 1ª Ch.

EXERCÍCIO 58 – 2016, 1.ª Fase (código 708)
Determine a amplitude do ângulo definido entre os planos π e θ.
Destaque, a traço mais forte, as semirrectas que definem o ângulo.

Dados:

  • o plano π é de perfil com -4 de abcissa;
  • o plano θ é definido pela recta de maior declive d, que contém o ponto A (0; 3; 2);
  • as projecções horizontal e frontal da recta d fazem, respectivamente, um ângulo de 30º, de abertura para a esquerda, e um ângulo de 50º, de abertura para a direita, com o eixo x.

EXERCÍCIO 57 – Exame de 2015, 2ª fase (código 708)
Determine a amplitude do ângulo entre o plano frontal de projecção e o plano oblíquo w.

Dados:

  • o plano w é definido pelo ponto A (-4; 6; 5) e por uma recta horizontal h;
  • a recta h contém o ponto B (0; 4; 2) e forma um ângulo de 50º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 56 – Exame de 2015, 1ª fase (código 708)
Determine a amplitude do ângulo entre as direcções das rectas a e b.

Dados:

  • a recta a contém o ponto P (2; 6; 3);
  • as projecções horizontal e frontal da recta a formam ângulos de 60º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • a recta b é horizontal, contém o ponto S (-6; 5; 2) e forma um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 55 – 2014, 2ª fase (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo formado pela recta oblíqua e o plano de topo θ .

Dados:

  • a recta r é definida pelos pontos A (-4; 2; 5) e (0; 6; -1);
  • o plano θ contém o ponto do eixo x com 3 de abcissa e faz um diedro de 60º, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 54 – 2014, 1ª fase (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo formado pelas rectas p e f, concorrentes no ponto B.

Dados:

  • a recta p de perfil é definida pelo ponto A (2; 4; 2) e pelo ponto B com 2 de afastamento e 5 de cota;
  • a recta f é frontal e faz um ângulo de 45º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 53 – 2013, 2.ª Fase (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo formado pelos planos δ e θ .

Dados:

  • o plano δ é vertical, contém o ponto M do eixo x com – 3 de abcissa e faz um ângulo de 60º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção;
  • o plano θ é de topo, contém o ponto N do eixo x com 3 de abcissa a faz um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 52 – 2012, Época especial (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo entre o plano δ e o plano horizontal de projecção.

Dados:

  • o plano δ está definido pelas rectas r e s concorrentes no ponto P (3; 4; 2);
  • a recta r é paralela ao bissector dos diedros pares, β24¸e a sua projecção horizontal faz um ângulo de 40º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • a recta s é passante e a sua projecção horizontal faz um ângulo de 20º, de abertura para a esquerda, com o eixo x.

EXERCÍCIO 51 – 2012, 1.ª Fase (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo entre a recta horizontal h e o plano ω .

Dados:

  • o plano ω está definido por uma das suas rectas de maior declive d;
  • o traço horizontal da recta d tem 4 de abcissa e 2 de afastamento;
  • a projecção horizontal da recta d faz um ângulo de 30º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o traço frontal da recta d tem 4 de cota;
  • a recta h contém o ponto P (0; – 1; 7) e faz um ângulo de 50º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 50 – 2011, Época especial (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo, formado pela recta passante s e pelo plano oblíquo ω.

Dados:

  • o plano ω contém os pontos F (– 5; 0; 7), G (– 9; 0; 0) e H (– 6; 2; 0);
  • a recta s cruza o eixo x no ponto M (7; 0; 0);
  • as projecções, horizontal e frontal, da recta s, fazem, respetivamente, ângulos de 30º e de 50º, ambos de abertura para a direita, com o eixo x.

EXERCÍCIO 49 – 2011, 1.ª Fase (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo formado pelas rectas a e p.

Dados:

  • as rectas a e p são concorrentes no ponto C (0; 4; 5);
  • o ponto F, traço frontal da recta a, tem 8 de abcissa e – 3 de cota;
  • a recta p é de perfil;
  • o ponto H, traço horizontal da recta p, tem 8 de afastamento.

EXERCÍCIO 48 – 2010, 2.ª Fase (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo formado pelos planos δ e θ .

Dados:

  • o plano δ é oblíquo e os seus traços, nos planos de projecção, são coincidentes;
  • o traço horizontal do plano δ cruza o eixo x num ponto com 6 de abcissa e faz um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com esse mesmo eixo;
  • o plano θ é de topo, contém o ponto R (– 5; 6; 5) e faz um diedro de 50º, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 47 – 2009, 1.ª Fase (código 708)
Determine, graficamente, a amplitude do ângulo formado pelas rectas r e s.

Dados:

  • a recta r é paralela ao plano bissector dos diedros pares (β24);
  • a projecção frontal da recta r faz um ângulo de 30º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o ponto F, traço frontal da recta r, tem 8 de abcissa e 8 de cota;
  • a recta s é concorrente com a recta r no ponto P, com 3 de cota;
  • as projecções da recta s são perpendiculares às projecções homónimas da recta r.

EXERCÍCIO 46 – 2008, 2.ª Fase (código 708)
Determine graficamente a amplitude do ângulo entre o plano oblíquo θ e o plano frontal de projecção.

Dados:

  • o plano θ é definido pela recta d, uma recta de maior declive que contém o ponto P (0; 4; 2);
  • a projecção horizontal da recta d faz um ângulo de 35º, de abertura para a esquerda, com o eixo x e a sua projecção frontal faz um ângulo de 45º, de abertura para a direita, com esse mesmo eixo.

EXERCÍCIO 45 – 2007, 1.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a amplitude do diedro formado pelos planos oblíquos α e β.

Dados:

  • os planos intersectam-se na recta de perfil p, cujos traços nos planos de projecção são os pontos H (– 3; 6; 0) e F, com 3 de cota;
  • os traços do plano α intersectam o eixo x no ponto X, de abcissa nula;
  • os traços do plano β intersectam o eixo x no ponto Y, com 9 de abcissa.

EXERCÍCIO 44 – 2006, 1.ª Fase (código 708)
Determine graficamente a amplitude da direcção das duas rectas enviesadas n e f.

Dados:

  • a recta n é horizontal, intersecta o plano frontal de projecção no ponto Fn (– 4; 0; 4) e faz, com este, um ângulo de 60º de abertura para a direita;
  • a recta f é frontal, intersecta o plano horizontal de projecção no ponto Hf (4; 4; 0) e faz, com este, um ângulo de 60º de abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 43 – 2006, 1.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a amplitude do ângulo formado pela recta r com o plano oblíquo α.

Dados:

  • a recta r é paralela ao eixo x e tem 4 de afastamento e 6 de cota;
  • os traços, horizontal e frontal, do plano α fazem com o eixo x, respetivamente, ângulos de 45º e de 60º (ambos de abertura para a direita).

EXERCÍCIO 42 – 2005, 2.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a amplitude do ângulo formado pelas rectas f e b.

Dados:

  • as rectas são concorrentes no ponto P (0; – 4; 4);
  • a recta f é frontal e faz um ângulo de 20º (com abertura para a direita) com o plano horizontal de projecção;
  • a recta b está contida no β24, e a sua projecção frontal faz um ângulo de 45º (abertura para a direita) com o eixo x.

EXERCÍCIO 41 – 2005, 1.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a amplitude do diedro formado pelos planos oblíquos α e β.

Dados:

  • os traços, horizontal e frontal, do plano α fazem, respetivamente,ângulos de 45º (de abertura à esquerda) e 30º (de aberturaà direita) com o eixo x e intersectam-se num ponto com – 4 de abcissa;
  • os traços do plano β intersectam-se num ponto com 4 de abcissa;
  • o traço horizontal do plano β é paralelo ao traço horizontal do plano α, e o seu traço frontal é perpendicular ao traço frontal do plano α.

EXERCÍCIO 40 – 2003, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 408)
Determine graficamente a amplitude do ângulo formado pelas rectas n e p.

Dados:

  • as rectas são concorrentes no ponto P (0; 6; 5);
  • a recta p é de perfil e intersecta o plano frontal de projecção no ponto F, com 8 de cota;
  • a recta n é horizontal e faz um ângulo de 45º (de abertura para a esquerda) com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 39 – 2003, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 408)
Determine graficamente a amplitude do diedro formado pelos planos α e β.

Dados:

  • o plano α é vertical, faz um diedro de 45º com o plano frontal de projecção (com abertura à direita) e intersecta o eixo x num ponto A, com 4 de abcissa;
  • os traços do plano β fazem, ambos, ângulos de 60º com o eixo x (o horizontal com abertura à esquerda e o frontal com abertura à direita) e são concorrentes num ponto B, com – 4 de abcissa.

EXERCÍCIO 38 – 2002, 2.ª Fase (código 408)
Determine graficamente a amplitude do ângulo formado pelo plano oblíquo α com o plano horizontal de projecção.

Dados:

  • o plano α intersecta o eixo x no ponto X, de abcissa nula;
  • os traços, horizontal e frontal, do plano α fazem, com o eixo x, respetivamente, ângulos de 45º e de 30º (ambos com abertura para a esquerda).

EXERCÍCIO 37 – 2002, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 408)
Determine graficamente a amplitude do ângulo formado pelas rectas n e f.

Dados:

  • as rectas são concorrentes no ponto P (0; 5; 3);
  • a recta n é horizontal e faz um ângulo de 45º (de abertura para a direita) com o plano frontal de projecção;
  • a recta f é frontal e faz um ângulo de 60º (de abertura para a direita) com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 36 – 2002, Prova Modelo (código 408)
Determine graficamente a amplitude do diedro formado pelo plano oblíquo α com o plano frontal de projecção.

Dados:

  • o plano α é definido pelo ponto P (0; – 4; 2) e pela recta horizontal n;
  • a recta horizontal n contém o ponto A (3; 3; 4) e faz um ângulo de 45º (abertura para a esquerda) com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 35 – 2002, 2.ª Fase (código 121)
Determine a amplitude da direcção das duas rectas enviesadas r e s.

Dados:

  • a recta r contém os pontos A (0; 7; 5) e B (– 3; 3; 1);
  • a recta s contém o ponto C (5; 5; 5) e as suas projecções, horizontal e frontal, fazem, respetivamente, ângulos de 45º e 60º com o eixo x, ambos de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 34 – 2002, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Represente pelas suas projecções o triângulo [ABC], que define um plano oblíquo α. Determine graficamente a amplitude do ângulo formado pela recta r com o plano α, definido pelo triângulo [ABC].

Dados:

  • o ponto A, com abcissa nula, tem 2 de afastamento e 7 de cota;
  • o ponto B tem – 5 de abcissa e 2 de cota e pertence ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • o lado [AC] é horizontal, e o ponto C tem – 8 de abcissa e 10 de afastamento;
  • a recta r é paralela ao bissector dos diedros ímpares;
  • esta recta intersecta o plano frontal de projecção no ponto F (– 5; 0; 5), e a sua projecção horizontal faz um ângulo de 45º, de aberturaà esquerda, com o eixo x.

EXERCÍCIO 33 – 2001, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pela recta frontal f com o plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α é perpendicular ao bissector dos diedros ímpares e o seu traço horizontal intersecta o eixo x no ponto de abcissa nula, fazendo, com este, um ângulo de 45º, de abertura para a direita;
  • a recta frontal f contém o ponto A (0; 4; 9) a faz um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 32 – 2000, 2.ª Fase (código 121)
Represente, pelas suas projecções, dois triângulos, [ABC] e [ABD], com um lado comum frontal. Determine a amplitude do diedro formado pelos dois planos α e β, definidos, cada um deles, por cada um dos dois triângulos.

Dados:

  • o ponto A, com – 5 de abcissa e 6 de afastamento, pertence ao plano horizontal de projecção;
  • o ponto B tem – 10 de abcissa e 8 de cota;
  • o terceiro vértice do triângulo [ABC] pertence ao plano frontal de projecção e tem – 2 de abcissa e 8 de cota;
  • o terceiro vértice do triângulo [ABD] define, com o ponto B, uma recta de perfil e tem 10 de afastamento e 4 de cota.

EXERCÍCIO 31 – 2000, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pela recta r com a recta p.

Dados:

  • a recta r é definida pelos pontos A (3; 5; 1) e B (– 4; – 2; 8);
  • a recta de perfil p, concorrente com a recta r num ponto P, intersecta o plano horizontal de projecção no ponto H, de abcissa nula e com 4 de afastamento.

EXERCÍCIO 30 – 1999, 2.ª Fase (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pela recta r com o traço frontal do plano α.

Dados:

  • o traço horizontal de α faz, com o eixo x, um ângulo de 60º, de abertura à direita, intersectando-o no ponto de abcissa nula;
  • o ponto A tem – 7 de abcissa e 5 de cota e pertence ao plano bissector dos diedros pares.
  • a recta r pertence ao plano α, contém o ponto A e intersecta o plano horizontal de projecção no ponto H, com 6 de afastamento.

EXERCÍCIO 29 – 1999, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pela recta oblíqua r com o plano oblíquo α.

Dados:

  • o plano α é perpendicular ao bissector dos diedros pares e o seu traço horizontal intersecta o eixo x no ponto de abcissa nula, fazendo com este um ângulo de 45º, de abertura para a direita;
  • a recta oblíqua r contém o ponto A (4; 5; 1) e intersecta o plano frontal de projecção no ponto F (– 6; 0; 6).

EXERCÍCIO 28 – 1998, 2.ª Fase (código 121)
Determine a amplitude do diedro formado por um plano oblíquo α com o plano frontal de projecção.

Dados:

  • o plano α é definido pelo ponto P (0; – 4; 2) e por uma recta horizontal n, que passa pelo ponto A (3; 3; 4) e que faz 45º de abertura para a esquerda com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 27 – 1998, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pela recta r com o traço frontal do plano β.

Dados:

  • o plano β é perpendicular ao bissector dos diedros pares;
  • o traço frontal do plano β faz, com o eixo x, um ângulo de 45º, de abertura para a direita;
  • a recta r está contida no plano β;
  • o traço horizontal da recta r tem afastamento – 4;
  • o traço frontal da recta tem 8 de cota.

EXERCÍCIO 26 – 1997, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelas rectas concorrentes n e p.

Dados:

  • a recta n é horizontal e contém o ponto A (6; 2; 2);
  • a recta p é de perfil e é definida pelos seus traços nos planos de projecção: o traço horizontal é o ponto H (– 4; 9; 0) e o traço frontal é o ponto F (– 4; 0; 9).

EXERCÍCIO 25 – 1996, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelos planos α e β, sabendo que a recta r, definida pelos pontos H (0; 5; 0) e F (– 6; 0; 6), é recta de maior declive do plano α e recta de maior inclinação do plano β.

EXERCÍCIO 24- 1995, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pela recta r com o plano δ.

Dados:

  • a recta r tem por traços os pontos H (0; 6; 0) e F (– 8; 0; 3);
  • o plano δ é de rampa, paralelo ao β13 e o seu traço horizontal tem 3 de afastamento.

EXERCÍCIO 23 – 1995, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine as projecções da recta b, bissectriz do menor ângulo formado por duas rectas r e s, concorrentes no ponto P (0; 4; 2).

Dados:

  • a recta r contém ainda o ponto A (0; 1; 5);
  • o traço horizontal da recta s é o ponto H (– 5; 1; 0).

EXERCÍCIO 22 – 1994, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do diedro formado pelos planos α e β.

Dados:

  • os pontos em que os planos α e β intersectam o eixo x situam-se a uma distância de 5 um do outro, ficando o de α à esquerda do de β;
  • o plano α é perpendicular ao bissector dos diedros pares e o seu traço horizontal faz, com o eixo x, um ângulo de 45º com abertura para a direita;
  • os traços horizontal e frontal do plano β fazem, com o eixo x,ângulos respetivamente de 30º e 60º, ambos com abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 21 – 1993, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelas rectas a e b, concorrentes no ponto O (5; 3).

Dados:

  • a projecção frontal da recta a faz um ângulo de 45º com o eixo x, de abertura para a direita, e a sua projecção horizontal é paralela à sua projecção frontal;
  • a projecção horizontal da recta b faz com o eixo x um ângulo de 30º, com abertura também para a direita, e a projecção frontal é paralela à sua projecção horizontal.

EXERCÍCIO 20 – 1993, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelas rectas r e s pertencentes ao plano α perpendicular ao β24.

Dados:

  • o plano α tem um ponto comum ao eixo x com – 8 de abcissa e o seu traço frontal faz com o eixo x um ângulo de 45º com abertura para a direita;
  • a recta r é oblíqua e os seus traços frontal e horizontal têm de abcissas, respetivamente, – 11 e – 16;
  • a recta s é passante e tem um ponto A comum à recta r com 4 de cota.

EXERCÍCIO 19 – 1992, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo das rectas n e f concorrentes no ponto O (– 2; 5; 4).

Dados:

  • a recta n é horizontal e faz um ângulo de 45º de abertura para a direita com o plano frontal de projecção;
  • a recta f é frontal e faz um ângulo de 45º com o plano horizontal de projecção, também com a abertura para a direita.

EXERCÍCIO 18 – 1991, 2.ª Fase (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelos planos π e δ.

Dados:

  • π é um plano de perfil com abcissa de – 4;
  • δ é um plano perpendicular ao β24, contém o ponto M (– 10; 0; 0), e o seu traço horizontal faz com o eixo x 60º de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 17 – 1990, 2.ª Fase (código 121)
Determine os traços de um plano α que faça com o plano β um ângulo de 30º.

Dados:

  • o plano β é passante e intersecta o plano α segundo uma recta i, fronto-horizontal, a qual contém o ponto P (– 4; 3; 6);
  • o plano α passa pelos primeiro, segundo e terceiro diedros.

EXERCÍCIO 16 – 1990, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo de duas rectas a e b complanares.

Dados:

  • as rectas são concorrentes no ponto O (2; 3);
  • a recta a é uma das rectas de maior inclinação do plano;
  • a sua projecção horizontal faz com o eixo x um ângulo de 45º com abertura para a direita e a sua projecção frontal faz com o eixo x um ângulo de 45º com abertura para a esquerda;
  • a recta b contém um ponto F (0; 6) do plano.

EXERCÍCIO 15 – 1990, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do diedro formado pelos planos π e θ .

Dados:

  • o plano π é um plano oblíquo definido pelos seus traços que fazem com o eixo x ângulos de 45º de aberturas para a esquerda;
  • o plano θ é de perfil e situa-se a 6 cm para a esquerda do ponto de cota e afastamento nulos do plano π

EXERCÍCIO 14 – 1989, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do diedro formado pelos planos α e β.

Dados:

  • o plano α contém o ponto P (0; 0; 0) e é definido pelos seus traços que fazem com o eixo x ângulos de aberturas de 45º à direita;
  • o plano β contém os pontos A (– 14; 3; 5), B (– 19; 3; 2) e C (– 12; 6,5; 5).

EXERCÍCIO 13 – 1988, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine os traços do plano bissector ω do diedro formado pelos planos de rampa α e π.

Dados:

  • o traço horizontal de π tem 6 de afastamento e o seu traço frontal tem 10 de cota;
  • o traço horizontal de α tem – 6 de afastamento e o seu traço frontal tem 1 de cota.

EXERCÍCIO 12 – 1988, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo que a recta r faz com o plano α.

Dados:

  • a recta r contém o ponto R (5; 2), é paralela ao β24 e a sua projecção frontal faz com o eixo x, no semiplano frontal superior, um ângulo de 30º de abertura para a esquerda;
  • o plano α contém o eixo x e o ponto P (4; 7).

EXERCÍCIO 11 – 1987, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do diedro dos planos α e β.

Dados:

  • o plano α contém os pontos A (0; 9; 2), B (– 3; 6; 5) e C (– 5; 7; 2);
  • o plano β contém os pontos E (– 9; 5; 3), F (– 11; 5; 5) e G (– 13; 9; 2).

EXERCÍCIO 10 – 1986, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado por duas rectas d e i.

Dados:

  • as rectas d e i têm um ponto comum P (4; 3);
  • a recta i é a recta de maior inclinação de α;
  • a recta d é a recta de maior declive de α;
  • o traço frontal de α faz com o eixo x, no semiplano frontal superior, um ângulo de 60º com a abertura para a esquerda;
  • o traço horizontal de α faz com a mesma linha, no semiplano horizontal anterior, um ângulo de 30º de abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 09 – 1985, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelas rectas r e s.

Dados:

  • a recta r é definida pelos pontos A (0; 2; 0,5) e B (– 4,5; 0,5; 5) e a recta s pelos pontos C (– 7; 0; 3) e D (– 8,5; 3,5; 1).

EXERCÍCIO 08 – 1985, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelos planos α e β.

Dados:

  • os planos α e β têm os seus pontos de cota e afastamento nulosà distância de 10 cm;
  • o plano β é perpendicular ao bissector dos diedros ímpares, com abertura de 60º para a esquerda e situa-se à direita de α;
  • o plano α é perpendicular ao bissector dos diedros pares e o seu traço frontal faz com o eixo x um ângulo de 30º de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 07 – 1983, 2.ª Fase (código 121)
Determine a amplitude do ângulo de duas rectas concorrentes.

Dados:

  • os pontos A, B e C definem duas rectas concorrentes;
  • o ponto A tem 3 de afastamento;
  • o ponto B tem 5 de cota e é ponto de concorrência das duas rectas;
  • os pontos A e B pertencem ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • o ponto C tem 6 de afastamento e 5 de cota;
  • A0B0 = 2 cm, B0C0 = 2 cm (B0 situa-se à direita de A0 e C0 à direita de B0).

EXERCÍCIO 06 – 1983, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo do plano α com o plano horizontal de projecção.

Dados:

  • o plano α é definido pela recta de maior declive d;
  • a recta de maior declive é definida pelos pontos A e B;
  • A tem 2 de afastamento e pertence ao plano bissector dos diedros pares;
  • B tem 5 de afastamento e 7 de cota;
  • A0B0 = 3 cm (B0 situa-se à direita de A0).

EXERCÍCIO 05 – 1982, 2.ª Fase (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelos traços do plano π, definido pela recta horizontal n e pela recta frontal f concorrentes no ponto I do β24 e com – 3 de afastamento.

Dados:

  • a projecção horizontal da recta n faz com o eixo x, no semiplano horizontal anterior, um ângulo de 40º de abertura para a direita e a projecção frontal da recta f faz com o eixo x, no semiplano frontal superior, um ângulo de 40º de abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 04 – 1982, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelo plano π e o plano horizontal de projecção.

Dados:

  • o traço frontal do plano π faz com o eixo x, no semiplano frontal superior, um ângulo de 60º de abertura para a esquerda;
  • o traço horizontal do plano π faz com o eixo x, no semiplano horizontal anterior, um ângulo de 40º de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 03 – 1981, 2.ª Fase (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelas rectas AB e BC.

Dados:

  • o ponto A tem 6,5 de afastamento e 5 de cota;
  • o ponto B tem 4,5 de afastamento e 6 de cota;
  • o ponto C tem 7 de afastamento e 1 de cota;
  • A0B0 = 2 cm, B0C0 = 2 cm;
  • B0 situa-se à direita de A0, C0 à direita de B0.

EXERCÍCIO 02 – 1981, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo formado pelas rectas n e f concorrentes no ponto P.

Dados:

  • o ponto P tem 2 de afastamento e 3 de cota;
  • a recta n é horizontal e forma com o plano frontal de projecção um ângulo de 45º de abertura para a direita;
  • a recta f é frontal e forma com o plano horizontal de projecção um ângulo de 30º de abertura para a esquerda.

EXERCÍCIO 01 – 1981, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a amplitude do ângulo da recta d com o plano frontal de projecção.

Dados:

  • a recta d é uma recta de maior declive do plano α, definido pela recta r e pelo ponto P;
  • o ponto P tem 3 de afastamento e 5 de cota;
  • a recta r está contida no plano horizontal de projecção, forma com o eixo x um ângulo de 50º de abertura para a direita e o seu traço frontal dista 7 para a esquerda da linha de chamada do ponto P.
EXERCÍCIO 16.Quadrado contido num plano oblíquoGD-A 7082022, 1ª Fase
EXERCÍCIO 15.Triângulo equilátero contido num plano oblíquoGD-A 7082021, 2ª Fase
EXERCÍCIO 14.Rectângulo contido num plano oblíquoGD-A 7082021, 1ª Fase
EXERCÍCIO 13.Hexágono regular contido num plano oblíquoGD-A 7082019, 1ª Fase
EXERCÍCIO 12.Rectangulo contido num plano oblíquoGD-A 7082016, 2ª Fase
EXERCÍCIO 11.Triângulo escaleno contido num plano oblíquoGD-A 7082010, 1ª Fase
EXERCÍCIO 10.Triângulo isósceles contido num plano oblíquoGD-A 7082008, 1ª Fase
EXERCÍCIO 09.Quadrado contido num plano oblíquoGD-A 7082006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 08.Triângulo equilátero contido num plano oblíquoDGD-B 4092006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 07.Triângulo equilátero contido num plano oblíquoDGD-B 4092003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 06.Hexágono regular contido num plano oblíquoGD 1211996, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 05.Quadrado contido num plano oblíquoGD 1211993, 2ª Fase
EXERCÍCIO 04.Hexágono regular contido num plano oblíquoGD 1211992, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Hexágono regular contido num plano oblíquoGD 1211987, 2ª Fase
EXERCÍCIO 02.Quadrado contido num plano oblíquoGD 1211986, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 01.Quadrado contido num plano oblíquoGD 1211983, 2ª Fase

EXERCÍCIO 16 – 2022, 1.ª Fase (código 708)
Determine Determine as projecções de um quadrado [RSTU] pertencente ao plano θ.

Dados:

  • o plano θ contém os pontos J (– 1; 4; 2) e K, do eixo x, com 5 de abcissa;
  • o traço frontal do plano θ define um ângulo de 40º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • a diagonal [RT] pertence ao plano bissector dos diedros ímpares, β13;
  • o vértice R tem abcissa zero e o vértice T tem abcissa – 7.

EXERCÍCIO 15 – 2021, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um triângulo equilátero [ABC] pertencente a um plano oblíquo δ.

Dados:

  • o plano δ é definido pelo ponto P (7; – 1; 6) e pelo lado [AB] de perfil, com 2 de abcissa;
  • o vértice A com 9 de cota pertence ao plano frontal de projecção;
  • o vértice B com 2 de afastamento pertence ao plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 14 – 2021, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um rectângulo [ABCD] pertencente a um plano oblíquo θ.

Dados:

  • o plano θ contém o ponto M do eixo x com 2 de abcissa;
  • o traço frontal do plano θ define um ângulo de 50º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • os pontos A (– 3; 3; 2) e B com 6 de afastamento são dois vértices do rectângulo;
  • o lado [AB] mede 8 cm;
  • o vértice D pertence ao plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 13 – 2019, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um hexágono regular [ABCDEF], pertencente a um plano oblíquo θ.

Dados:

  • o plano θ é definido pelo ponto T, do eixo x, com 4 de abcissa, e pela recta de maior declive d;
  • a recta d contém o ponto O (– 4; 4; 4) e a sua projecção horizontal define um ângulo de 50º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o ponto O é o centro do hexágono e o vértice A, de cota nula, pertence à recta d.

EXERCÍCIO 12 – 2016, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um rectângulo [ABCD] situado num plano oblíquo δ e no primeiro diedro.

Dados:

  • o plano δ é definido pelo ponto M do eixo x, com 4 de abcissa, e por uma recta horizontal h;
  • a recta horizontal h contém o vértice A (0; 3; 2) e define um ângulo de 55º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção;
  • o lado [AB] do rectângulo mede 9cm e o vértice B tem cota nula;
  • os lados menores do rectângulo medem 6cm

EXERCÍCIO 11 – 2010, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções do triângulo [LMN].

Dados:

  • o triângulo está situado no primeiro diedro;
  • o ponto L (4; 2; 4) é um dos vértices do triângulo;
  • o lado [LM] é frontal e mede 7 cm;
  • o lado [MN] é de perfil, tem – 1 de abcissa e faz 50º com o plano horizontal de projecção;
  • o lado [LN] mede 8 cm;
  • o ponto N é o vértice de menor cota.

EXERCÍCIO 10 – 2008, 1.ª Fase (código 708)
Represente pelas suas projecções o triângulo isósceles [ABC], contido num plano oblíquo α.

Dados:

  • o ponto A (5; 1; 8) é um dos vértices do triângulo;
  • o lado [BC] pertence à recta s;
  • o ponto F, traço frontal da recta s, tem – 6 de abcissa e – 4 de cota;
  • as projecções, horizontal e frontal, da recta s fazem, ambas, ângulos de 30º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • os lados [AB] e [AC] do triângulo medem 8,5 cm.

EXERCÍCIO 09 – 2006, 2.ª Fase (código 708)
Represente pelas suas projecções o quadrado [ABCD] contido num plano oblíquo β.

Dados:

  • o ponto A (– 5,5; 5; 3) é um dos seus vértices;
  • o vértice C tem abcissa nula e 2,5 de afastamento;
  • a diagonal [AC] pertence a uma recta oblíqua passante p;
  • o traço horizontal do plano β faz, com o eixo x, 45º (abertura para a direita).

EXERCÍCIO 08 – 2006, 2.ª Fase (código 409)
Represente o triângulo equilátero [ABC] situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o triângulo está inscrito numa circunferência de centro no ponto O (4; 3; 2) e um dos seus vértices é o ponto A (6; 1; 4);
  • o triângulo está contido no plano oblíquo ω, cujo traço horizontal faz um ângulo de 55º com o eixo x (de abertura para a esquerda).

EXERCÍCIO 07 – 2003, 2.ª Fase (código 409)
Represente o triângulo equilátero [ABC], situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o triângulo está contido num plano oblíquo ω, cujos traços se intersectam num ponto com zero de abcissa;
  • os traços horizontal e frontal do plano ω fazem, respetivamente, ângulos de 45º e 60º, com o eixo x, ambos com abertura para a direita;
  • o vértice A do triângulo pertence ao traço horizontal do plano e tem 2 de afastamento;
  • o vértice B pertence ao traço frontal do plano e tem 6 de cota.

EXERCÍCIO 06 – 1996, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Represente o hexágono regular [ABCDEF], situado no primeiro diedro.

Dados:

  • os lados medem 4 cm;
  • o lado [AB] pertence ao plano horizontal de projecção e o lado [DE] ao plano frontal de projecção;
  • o ponto A tem 4 de afastamento.

EXERCÍCIO 05 – 1993, 2.ª Fase (código 121)
Determine as projecções de um quadrado do primeiro diedro contido num plano α.

Dados:

  • o quadrado tem 6 cm de lado;
  • o ponto A (0; 5; 0) é um dos seus vértices e o vértice B pertence ao plano frontal de projecção;
  • o traço horizontal do plano α faz com o eixo x, um ângulo de 60 de abertura para a direita e a verdadeira grandeza do ângulo formado pelos traços do plano α é de 75º.

EXERCÍCIO 04 – 1992, 2.ª Fase (código 121)
Determine as projecções de um hexágono regular, existente no primeiro diedro, cuja circunferência circunscrita tem de raio 4 cm e é tangente aos traços frontal e horizontal do plano oblíquo α a que pertence.

Dados:

  • um vértice do hexágono está contido no traço horizontal de α;
  • o plano α é perpendicular ao β24 e ao plano oblíquo δ e contém um ponto P no eixo x com – 10 de abcissa;
  • o plano δ contém os pontos X (0; 0; 0), Y (– 2; 0; 4) e Z (– 2; 1; 0).

EXERCÍCIO 03 – 1987, 2.ª Fase (código 121)
Desenhe as projecções de um hexágono regular com 3 cm de lado existente num plano oblíquo α.

Dados:

  • o hexágono tem um lado no plano horizontal de projecção e outro no plano frontal de projecção;
  • os dois lados não são contíguos;
  • o traço horizontal de α faz com o eixo x um ângulo de 45º de abertura para a direita.

EXERCÍCIO 02 – 1986, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine as projecções de um quadrado [ABCD].

Dados:

  • o quadrado situa-se no primeiro diedro e pertence a um plano oblíquo β;
  • o lado [AB] está contido numa das rectas de maior inclinação desse plano;
  • A (0; 1,5; 3) e B (– 4; 4,5; 1).

EXERCÍCIO 01 – 1983, 2.ª Fase (código 121)
Desenhe as projecções do quadrado [ABCD] de 5 cm de lado, situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o quadrado está contido no plano oblíquo α, cujos traços fazem com o eixo x ângulos de 70º de abertura para a direita;
  • o lado [AB] é frontal e o vértice A (0; 2; 8) é o de maior cota.
EXERCÍCIO 06.Rectângulo contido num plano de rampaGD-A 7082019, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Pentágono regular contido num plano de rampaGD-A 7082013, 1ª Fase
EXERCÍCIO 04.Rectângulo contido num plano de rampaGD-A 7082007, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Quadrado contido num plano de rampaDGD-B 4092005, 2ª Fase
EXERCÍCIO 02.Losango contido num plano de rampaDGD-B 4092004, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Triângulo equilátero contido num plano de rampaDGD-B 4092002, 2ª Fase

EXERCÍCIO 06 – 2019, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um rectângulo [ABCD], pertencente a um plano de rampa ρ.

Dados:

  • a recta de perfil do plano ρ, que contém o vértice B (– 3; 4; 3), define um ângulo de 50º com o plano horizontal de projecção, e o seu traço horizontal tem maior afastamento do que o ponto B;
  • o segmento de recta [AB] é um dos lados menores do rectângulo, e o vértice A, com zero de abcissa, pertence ao traço horizontal do plano;
  • os lados maiores do rectângulo medem 8 cm.

EXERCÍCIO 05 – 2013, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um pentágono regular [ABCDE] situado num plano de rampa θ .

Dados:

  • o pentágono está inscrito numa circunferência com centro no ponto O (0; 2; 5);
  • a recta de perfil p do plano θ contém o ponto O e tem o seu traço horizontal com 5 de afastamento;
  • o vértice A do pentágono é o traço frontal da recta p.

EXERCÍCIO 04 – 2007, 2.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, horizontal e frontal, o rectângulo [ABCD] do primeiro diedro e contido num plano de rampa δ.

Dados:

  • o traço horizontal do plano de rampa tem 6 de afastamento;
  • o vértice A pertence ao plano frontal de projecção, tem 2 de abcissa e 4 de cota;
  • o lado [AB] faz, com o traço frontal do plano δ, um ângulo de 35°, com abertura para a direita, e é um dos lados maiores do rectângulo;
  • os lados medem 3 cm e 6 cm.

EXERCÍCIO 03 – 2005, 2.ª Fase (código 409)
Represente o quadrado [ABCD] situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o quadrado está contido num plano de rampa;
  • os pontos A (1; 1; 7) e C (– 1; 4; 2) definem uma diagonal do quadrado.

EXERCÍCIO 02 – 2004, 2.ª Fase (código 409)
Represente o losango [ABCD], situado no primeiro diedro.

Dados:

  • o losango está contido no plano de rampa ρ, cujo traço horizontal tem 7 de afastamento;
  • o vértice A pertence ao traço frontal do plano, tem 2 de abcissa negativa e 5 de cota;
  • o vértice C tem 2 de abcissa e 1 de cota;
  • [AC] é uma diagonal do losango;
  • a diagonal [BD] mede 6 cm.

EXERCÍCIO 01 – 2002, 2.ª Fase (código 409)
Represente o triângulo equilátero [ABC], situado no primeiro diedro e contido num plano de rampa.

Dados:

  • os pontos A (0; 2; 4) e B (5; 6; 0) são vértices da figura.
EXERCÍCIO 01.Rectângulo contido num plano bissectorGD-A 7082024, 2ª Fase

EXERCÍCIO 01 – 2004, 2.ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um rectângulo [ABCD], contido no plano bissector dos diedros ímpares, β13.

Dados:

  • o vértice A, com 6 de abcissa e 7 de cota, e o vértice B, com abcissa zero e pertencente ao eixo x, definem um dos lados maiores do rectângulo;
  • os lados menores medem 4 cm.
EXERCÍCIO 06.Pirâmide hexagonal com base situada num plano de rampaGD-A 7082023, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Prisma hexagonal com bases situadas em planos oblíquosGD-A 7082020, 1ª Fase
EXERCÍCIO 04.Pirâmide triangular com base situada num plano oblíquoGD-A 7082017, 1ª Fase
EXERCÍCIO 03.Pirâmide triangular com base situada num plano de rampaGD-A 7082014, 1ª Fase
EXERCÍCIO 02.Prisma triangular com bases situadas em planos oblíquosGD-A 7082011, 1ª Fase
EXERCÍCIO 01. Pirâmide quadrangular com base situada num plano oblíquoGD-A 7082009, 2ª Fase

EXERCÍCIO 06 – 2023, 2ª fase (código 708)
Determine as projecções de uma pirâmide recta de base regular hexagonal [ABCDEF]. Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido.

Dados:

  • o ponto O (0; 4; 3), centro da base, e o vértice V (0; 10; 9) definem o eixo da pirâmide;
  • a aresta [AV] é de perfil, e o vértice A pertence ao plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 05 – 2020, 1ª fase (código 708)
Determine as projecções de um prisma recto de bases hexagonais regulares.

Dados:

  • a base [ABCDEF] pertence ao plano oblíquo d, que contém o ponto M do eixo x com 2 de abcissa;
  • o traço horizontal do plano d define um ângulo de 55º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o vértice A tem 4 de afastamento e pertence ao plano horizontal de projecçâo;
  • a aresta [AB] é horizontal e mede 6 cm;
  • o vértice F pertence ao plano frontal de projecçâo;
  • o outro extremo da aresta lateral, que contém o vértice F, tem zero de abcissa.

EXERCÍCIO 04 – 2017, 1ª fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, uma pirâmide regular de base triangular, situada no 1º diedro.

Dados:

  • a base [ABC] pertence a um plano oblíquo α;
  • o plano α é definido pelos pontos A (-1; 4; 2), B (-4; 0; 9) e K do eixo x, com 2 de abcissa;
  • o vértice V da pirâmide tem 4 de abcissa.

EXERCÍCIO 03 – 2014, 1ª fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, uma pirâmide regular de base triangular [ABC] situada num plano de rampa ω . Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados:

  • vértice A (5; 3; 6);
  • o traço horizontal do plano ω tem 9 de afastamento;
  • o vértice B tem 3 de abcissa e 8 de afastamento;
  • o vértice C tem abcissa negativa;
  • o vértice V do sólido pertence ao plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 02 – 2011, 1.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, um prisma triangular regular, situado no primeiro diedro.
Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis.

Dados:

  • as bases do prisma estão situadas em plano oblíquos, perpendiculares ao plano bissector dos diedros ímpares;
  • a base [ABC] está contida no plano α, cujo traço horizontal faz um ângulo de 40º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o ponto A (1; 3; 0) é um dos vértices da base referida;
  • o ponto O’ (3; 10; 9) é o centro da outra base.

EXERCÍCIO 01 – 2009, 2.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, uma pirâmide quadrangular regular, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados.

Dados:

  • a base [ABCD] está contida no plano oblíquo δ, que cruza o eixo x no ponto com 3 de abcissa;
  • os traços, horizontal e frontal, do plano δ fazem, respetivamente,ângulos de 40º e 50º, ambos de abertura para a direita, com o eixo x;
  • as diagonais da base medem 10 cm;
  • o ponto A (1; 8) e o ponto C, que pertence ao traço horizontal do plano δ, definem a diagonal [AC];
  • a pirâmide tem 12 cm de altura.
EXERCÍCIO 23.Pirâmide triangular | Plano secante oblíquoGD-A 7082024, 2ª Fase
EXERCÍCIO 22.Cone de base circular | Plano secante verticalGD-A 7082024, 1ª Fase
EXERCÍCIO 21.Prisma triangular | Plano secante verticalGD-A 7082023, 2ª Fase
EXERCÍCIO 20.Prisma quadrangular | Plano secante oblíquoGD-A 7082023, 1ª Fase
EXERCÍCIO 19.Pirâmide triangular | Plano secante oblíquoGD-A 7082022, 2ª Fase
EXERCÍCIO 18.Prisma quadrangular | Plano secante de rampaGD-A 7082022, 1ª Fase
EXERCÍCIO 17.Cone de base circular | Plano secante verticalGD-A 7082021, 2ª Fase
EXERCÍCIO 16.Pirâmide triangular | Plano secante de topoGD-A 7082020, 2ª Fase
EXERCÍCIO 15.Prisma quadrangular | Plano secante frontalGD-A 7082020, 1ª Fase
EXERCÍCIO 14.Cubo | Plano secante verticalGD-A 7082019, 1ª Fase
EXERCÍCIO 13.Pirâmide quadrangular | Plano secante de topoGD-A 7082017, 2ª Fase
EXERCÍCIO 12.Pirâmide quadrangular | Plano secante de rampaGD-A 7082016, 2ª Fase
EXERCÍCIO 11.Pirâmide quadrangular | Plano secante de rampaGD-A 7082016, 1ª Fase
EXERCÍCIO 10.Pirâmide quadrangular | Plano secante verticalGD-A 7082014, 2ª Fase
EXERCÍCIO 09.Pirâmide quadrangular | Plano secante verticalGD-A 7082012, Época Especial
EXERCÍCIO 08.Prisma triangular | Plano secante de topoGD-A 7082012, 2ª Fase
EXERCÍCIO 07.Cone de revolução | Plano secante de topoGD-A 7082010, 1ª Fase
EXERCÍCIO 06.Pirâmide pentagonal | Plano secante de rampaGD-A 7082008, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Prisma hexagonal | Plano secante de topoGD-A 7082007, 1ª Fase
EXERCÍCIO 04.Pirâmide pentagonal | Plano secante de topoGD-A 7082006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Pirâmide quadrangular | Plano secante de rampaGD 1211986, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Cilindro de bases circulares | Plano secante horizontalGD 1211986, 1ª Fase, 1 ª Ch.
EXERCÍCIO 01.Pirâmide hexagonal | Plano secante de rampaGD 1211985, 1ª Fase, 2ª Ch.

EXERCÍCIO 23 – 2024, 2ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da truncagem produzida por um plano oblíquo ω numa pirâmide recta de base regular triangular [ABC].

Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido truncado, situado entre o plano secante e os planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido resultante.

Dados:

  • o ponto O (3; 6; 2) é o centro do triângulo da base contida num plano horizontal;
  • o vértice A tem zero de abcissa e 10 de afastamento;
  • a pirâmide tem 9 cm de altura;
  • o plano ω contém o ponto K, do eixo x, com − 6 de abcissa;
  • os traços horizontal e frontal do plano ω definem ângulos de 45º, de abertura para a esquerda, com o eixo x.

EXERCÍCIO 22 – 2024, 1ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da truncagem produzida por um plano vertical ω num cone oblíquo de base circular contida num plano frontal.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido truncado, situado entre o plano secante e o plano frontal de projecção. Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, a projecção visível da secção.

Dados:

  • o ponto O (5; 9; 5) é o centro da circunferência, tangente ao plano horizontal de projecção, que delimita a base do cone;
  • a geratriz [AV] é de perfil, tem zero de abcissa e mede 12 cm;
  • o vértice V pertence ao plano frontal de projecção;
  • o plano ω contém o ponto O e é paralelo à geratriz que contém o ponto da base situado mais à esquerda.

EXERCÍCIO 21 – 2023, 2ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da truncagem produzida por um plano vertical num prisma oblíquo de bases regulares triangulares.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido truncado, situado entre o plano secante e o plano frontal de projecção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido resultante. Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, a projecção visível da secção.

Dados:

  • as bases do prisma pertencem a planos horizontais;
  • o vértice A (0; 3; 0) e o vértice B, com – 5 de abcissa e 8 de afastamento, pertencem à base [ABC];
  • o vértice tem abcissa positiva;
  • a aresta lateral [AA’] é de perfil, e o vértice A’ tem zero de afastamento e 8 de cota;
  • o plano ω contém o ponto K, do eixo, do eixo x com – 8 de abcissa;
  • o plano ω define um diedro de 40º, de abertura para a esquerda, com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 20 – 2023, 1ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, a figura de secção produzida por um plano oblíquo δ num prisma prisma oblíquo de bases quadradas contidas em planos frontais.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido e da figura de secção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e da figura de secção.

Dados:

  • o vértice A da base, com zero de abcissa e 2 de cota, pertence ao plano bissector dos diedros ímpares, β13;
  • as arestas das bases medem 7 cm;
  • a aresta [AB] é frontal, e o vértice B, com abcissa negativa, pertence ao plano horizontal de, com abcissa negativa, pertence ao plano horizontal de projecção;
  • a aresta lateral [AA’] está contida no plano bissector dos diedros ímpares, β13, e a sua projecção frontal define um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, com o eixo x;
  • o prisma tem 5 cm de altura;
  • o plano δ contém o vértice B’ da base [A’B’C’D’];
  • o traço horizontal do plano δ define um ângulo de 60º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o traço frontal do plano δ define um ângulo de 30º, de abertura para a direita, com o eixo x.

EXERCÍCIO 19 – 2022, 2ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, a figura de secção produzida por um plano oblíquo α numa pirâmide oblíqua de base regular triangular.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido e da figura de secção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e da figura de secção

Dados:

  • a base [ABC] da pirâmide pertence a um plano horizontal, com 8 de cota;
  • o vértice A, com 6 de abcissa, pertence ao plano frontal de projecção e o vértice B tem 3 de abcissa;
  • a recta que contém a aresta [AB] define um ângulo de 70º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção;
  • o vértice C tem abcissa negativa;
  • a recta que contém a aresta lateral [BV] é frontal;
  • a aresta [BV] mede 12 cm;
  • o vértice V tem abcissa negativa e pertence ao plano horizontal de projecção;
  • o plano α contém o ponto K, do eixo x, com 4 de abcissa;
  • o traço horizontal do plano α define um ângulo de 50º, de abertura para a direita, com o eixo x, e o seu traço frontal define um ângulo de 70º, de abertura para a direita, com este mesmo eixo.

EXERCÍCIO 18 – 2022, 1ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, a figura de secção produzida por um plano de rampa δ num prisma oblíquo de bases quadradas contidas em planos frontais.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido e da figura de secção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e da figura de secção.

Dados:

  • os pontos A (8; 0; 8) e A’ (5; 9; 0) são os extremos da aresta lateral [AA’] do prisma;
  • a recta que contém a aresta [AB] de uma das bases define um ângulo de 50º, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção;
  • a aresta [AB] mede 5 cm;
  • o vértice B é o vértice de maior abcissa dessa base;
  • o plano δ define um diedro de 65º com o plano horizontal de projecção e contém o ponto P com 4 de cota da aresta [AA’];
  • o traço frontal do plano δ pertence ao semiplano frontal superior.

EXERCÍCIO 17 – 2021, 2.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida por um plano vertical θ num cone oblíquo, de base circular pertencente a um plano frontal.

Destaque, a traço mais forte, a parte do cone situada entre o plano secante e o plano frontal de projecção. Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, a projecção visível da secção.

Dados:

  • o ponto O (5; 2; 5) é o centro da base tangente ao plano horizontal de projecção;
  • o eixo do cone é horizontal, mede 10 cm e o vértice V tem zero de abcissa;
  • o plano vertical θ contém o ponto M do eixo x com 9 de abcissa e é paralelo à geratriz que contém
  • o ponto mais à esquerda da base do sólido.

EXERCÍCIO 16 – 2020, 2.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida por um plano de topo δ numa pirâmide recta de base triangular regular contida num plano horizontal.

Destaque, a traço mais forte, a parte do sólido situada entre o plano secante e o plano horizontal de projecção. Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, a projecção visível da secção.

Dados

  • o ponto O (5; 6; 8) é o centro da circunferência circunscrita à base, e um dos seus vértices é o ponto A, com 5 de abcissa e 2 de afastamento;
  • a aresta lateral [AV] mede 8 cm, e o vértice V tem menor cota que o vértice A;
  • o plano δ define um diedro de 50º, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção e intersecta o eixo x no ponto T com abcissa nula.

EXERCÍCIO 15 – 2020, 1.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida por um plano frontal φ num prisma oblíquo de bases quadradas contidas em planos horizontais.

Destaque, a traço mais forte, a parte do sólido situada entre o plano secante e o plano frontal de projecção. Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, a projecção visível da secção.

Dados:

  • os vértices A (6; 4; 0) e C (5; 12; 0) definem uma das diagonais da base [ABCD] do prisma;
  • as arestas laterais são de perfil;-
  • o vértice A’, da aresta lateral [AA’], tem afastamento nulo e 8 de cota;
  • o plano φ tem 7 de afastamento.

EXERCÍCIO 14 – 2019, 1.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida por um plano vertical δ num cubo.

Destaque, a traço mais forte, a parte do sólido delimitada pelo plano secante e pelo plano frontal de projecção. Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, a projecção visível da secção.

Dados:

  • a face [ABCD] do cubo pertence a um plano de perfil com zero de abcissa;
  • o vértice A tem 5 de cota e pertence ao plano frontal de projecção;
  • o lado [AB] define um ângulo de 50º com o plano horizontal de projecção e o vértice B tem cota nula;
  • a outra face de perfil tem abcissa negativa;
  • o plano δ define um diedro de 30º, de abertura para a esquerda, com o plano frontal de projecção e contém o vértice de maior cota da face de perfil com abcissa zero

EXERCÍCIO 13 – 2017, 2.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida por um plano de topo d numa pirâmide regular de base quadrada.

Destaque, a traço mais forte, a parte do sólido delimitada pelo plano secante e pelo plano horizontal de projecção.
Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, a projecção visível da secção.

Dados:

  • a base da pirâmide [ABCD] pertence a um plano de perfil;
  • o centro da base da pirâmide é o ponto O (0; 4; 5);
  • o vértice A, com 3 de cota, pertence ao plano frontal de projecção;
  • o vértice V da pirâmide tem -10 de abcissa;
  • o plano d define um diedro de 45º, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção e contém o ponto K do eixo x com -8 de abcissa.

EXERCÍCIO 12 – 2016, 2.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, a sólido resultante da secção produzida por um plano de rampa ρ numa pirâmide oblíqua de base quadrada, situada no 1º diedro.

Destaque, a traço mais forte, a parte do sólido delimitada pelo plano secante e pelo plano frontal de projecção. Identifique, a traço interrompido, a aresta invisível do sólido resultante.
Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, as projecções visíveis da secção.

Dados:

  • a base da pirâmide [ABCD] pertence ao plano frontal de projecção;
  • o vértice A é um ponto do eixo x com 6 de abcissa;
  • a aresta [AB] define um ângulo de 30º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção;
  • o vértice B tem abcissa nula;
  • a aresta lateral [AV] é de topo e o vértice V tem 8 de afastamento;
  • o plano ρ está definido pelos seus traços horizontal e frontal com, respectivamente, 6 de afastamento e 7 de cota.

EXERCÍCIO 11 – 2016, 1.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, a sólido resultante da secção produzida por um plano de rampa ρ numa pirâmide oblíqua de base quadrada, situada no 1º diedro.

Destaque, a traço mais forte, a parte do sólido delimitada pelo plano secante e pelo plano frontal de projecção. Identifique, a traço interrompido, a aresta invisível do sólido resultante.
Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, as projecções visíveis da secção.

Dados:

  • a base da pirâmide [ABCD] pertence ao plano frontal de projecção;
  • o vértice A é um ponto do eixo x com 6 de abcissa;
  • a aresta [AB] define um ângulo de 30º, de abertura para a direita, com o plano horizontal de projecção;
  • o vértice B tem abcissa nula;
  • a aresta lateral [AV] é de topo e o vértice V tem 8 de afastamento;
  • o plano ρ está definido pelos seus traços horizontal e frontal com, respectivamente, 6 de afastamento e 7 de cota

EXERCÍCIO 10 – 2014, 2ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida por um plano vertical δ numa pirâmide regular de base quadrangular [ABCD] situada num plano frontal.

Destaque, a traço mais forte, a parte da pirâmide delimitada pelo plano secante e pelo plano frontal de projecção.
Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante. Preencha, a tracejado, a projecção visível da secção.

Dados:

  • o vértice A (0; 9; 0) é o de menor cota
  • a diagonal [AC] do quadrado da base é vertical e mede 10cm
  • o vértice V do sólido pertence ao plano frontal de projecção
  • o plano δ contém o ponto M, ponto médio do eixo do sólido, e faz um diedro de 55º, de abertura para a esquerda, com o plano frontal de projecção.

EXERCÍCIO 09 – 2012, Época especial (código 708)
Represente pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida por um plano vertical θ numa pirâmide quadrangular oblíqua de base regular contida num plano frontal, situada no primeiro diedro.

Destaque a traço mais forte, a parte da pirâmide delimitada pelo plano secante e pelo plano frontal de projecção.
Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante. Preencha, a tracejado, a projecção visível da secção.

Dados:

  • o ponto A (5; 8; 3) e o ponto B (– 1; 8; 1) são dois vértices do quadrado [ABCD] da base da pirâmide;
  • o vértice V pertence à mesma recta de topo que contém o ponto A e tem 0 de afastamento;
  • o plano θ contém um ponto do eixo x com – 4 de abcissa e o seu traço horizontal faz um ângulo de 45º, de abertura para a esquerda, com esse eixo.

EXERCÍCIO 08 – 2012, 2.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida por um plano de topo θ num prisma triangular oblíquo de bases regulares horizontais, situado no primeiro diedro.

Destaque, a traço mais forte, a parte do prisma delimitada pelo plano secante e pelo plano horizontal de projecção. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante. Preencha, a tracejado, a projecção visível da secção.

Dados:

  • o ponto A (7; 4; 0) e o ponto B (1; 5; 0) são dois dos vértices do triângulo [ABC] de uma das bases do prisma;
  • a aresta lateral [AA’] tem as suas projecções horizontal e frontal a fazerem, respetivamente, ângulos de 25º, de aberturaà esquerda, e 45º, de abertura à direita, com o eixo x;
  • o vértice A’ pertence ao plano frontal de projecção;
  • o plano θ contém um ponto do eixo x com 6 de abcissa e o seu traço frontal faz um ângulo de 30º, de abertura para a direita, com este mesmo eixo.

EXERCÍCIO 07 – 2010, 1.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, o sólido resultante da secção produzida pelo plano de topo θ num cone de revolução, de acordo com os dados abaixo apresentados.

Ponha em destaque, a traço mais forte, a parte do cone delimitada pelo plano secante e pelo plano da base. Preencha a tracejado a projecção visível da secção.

Dados:

  • a base está contida num plano horizontal;
  • o vértice V (0; 6; 10) e o ponto A (5; 6; 2) são os extremos de uma das geratrizes do contorno aparente frontal;
  • o plano de topo θ contém o ponto médio do eixo do cone e é paralelo à geratriz [AV].

EXERCÍCIO 06 – 2008, 2.ª Fase (código 708)
Represente pelas suas projecções uma pirâmide pentagonal oblíqua com base contida no plano horizontal de projecção e, ainda, um plano de rampa ρ, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Determine as projecções do contorno da secção produzida na pirâmide pelo plano ρ.

Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades nas arestas da pirâmide e no contorno da secção.

Dados:

  • a base [ABCDE] é um pentágono regular inscrito numa circunferência de centro O (4; 5; 0) e 5 cm de raio;
  • a face lateral [ABV] é frontal, representa um triângulo isósceles, e os vértices A e B, da base, são os de menor afastamento;
  • o vértice V da pirâmide tem 9 de cota;
  • o traço horizontal do plano ρ tem 11 de afastamento e o seu traço frontal tem 5 de cota.

EXERCÍCIO 05 – 2007, 1.ª Fase (código 708)
Determine as projecções da secção produzida pelo plano de topo β num prisma hexagonal oblíquo de bases frontais.

Ponha em destaque, a traço mais forte, a parte do prisma delimitada pela secção, que contém a base situada mais à esquerda.
Preencha a tracejado a projecção horizontal da secção, e identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis da parte do sólido que foi posta em destaque.

Dados:

  • as bases do prisma são hexágonos regulares com 2,5 cm de lado e com uma diagonal maior vertical;
  • o centro da base de menor afastamento é o ponto O (4; 0; 4);
  • as arestas laterais são horizontais e fazem ângulos de 50°, de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção;
  • os dois vértices mais à direita, na base de centro O, têm a mesma abcissa dos dois vértices mais à esquerda da outra base;
  • o plano β contém o ponto de abcissa – 3 do eixo x e faz umângulo de 55°, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção.

EXERCÍCIO 04 – 2006, 2.ª Fase (código 708)
Represente, em dupla projecção ortogonal, uma pirâmide pentagonal regular de base horizontal e ainda um plano de topo δ. Represente as projecções do contorno da secção produzida na pirâmide pelo plano θ e determine a verdadeira grandeza da secção.

Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis da pirâmide.
Preencha a tracejado, a verdadeira grandeza da secção.

Dados:

  • o ponto A (– 5; 9; 1,5) é um dos vértices da base [ABCDE] da pirâmide;
  • o vértice V tem – 5 de abcissa, 5 de afastamento e 7 de cota;
  • o plano de topo δ faz 35º de abertura para a direita com o plano horizontal de projecção e contém o vértice mais à esquerda da base da pirâmide.

EXERCÍCIO 03 – 1986, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a figura da secção definida pelo plano de rampa π na pirâmide quadrangular.

Dados:

  • o traço horizontal do plano de rampa tem 10 cm de afastamento e o frontal 4 cm de cota;
  • a base da pirâmide está assente no plano horizontal de projecção;
  • a diagonal da base é o segmento [AC] de 8 cm perpendicular ao eixo x;
  • o ponto A tem 0,5 cm de afastamento;
  • o vértice da pirâmide é o ponto V, cuja projecção horizontal é coincidente com a projecção horizontal do ponto C e tem 6 cm de cota.

EXERCÍCIO 02 – 1986, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine a figura de secção provocada por um plano horizontal π com 2 cm de cota num cilindro oblíquo, cuja base é uma circunferência e está contida no plano horizontal de projecção.

Dados:

  • o centro da circunferência é o ponto O (3; 0);
  • o raio da circunferência mede 3 cm;
  • as geratrizes são de perfil, cuja direcção é definida pelos pontos H (3; 0) e A (1; – 3).
  • a altura do sólido mede 6 cm.

EXERCÍCIO 01 – 1985, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine a secção e a sua verdadeira grandeza produzida numa pirâmide hexagonal de base contida no semiplano horizontal anterior.

Dados:

  • o centro da base [ABCDEF] tem 3 cm de afastamento e tem dois lados perpendiculares ao eixo x, sendo o vértice A de cota e afastamento nulos;
  • a linha de chamada do vértice V (10; 7) do sólido fica 7 cm para a direita do centro da base;
  • o plano de rampa tem os seus traços horizontal e frontal à distância de 6,5 cm e 2 cm do eixo x, respetivamente.
EXERCÍCIO 06.Pirâmide hexagonal | Recta oblíquaGD-A 7082024, 1ª Fase
EXERCÍCIO 05.Prisma quadrangular | Recta oblíquaGD-A 7082023, 2ª Fase
EXERCÍCIO 04.Cone de base circular | Recta oblíquaGD-A 7082023, 1ª Fase
EXERCÍCIO 03.Prisma pentagonal | Recta oblíquaGD-A 7082022, 2ª Fase
EXERCÍCIO 02.Pirâmide quadrangular | Recta oblíquaGD-A 7082021, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Prisma triangular | Recta frontalGD-A 7082021, 1ª Fase

EXERCÍCIO 06 –  2024, 1ª Fase (código 708)
Determine as projecções dos pontos X e Y, comuns à recta r e à superfície de uma pirâmide oblíqua de base regular hexagonal contida num plano horizontal.

Destaque, a traço mais forte, as projecções da recta e do sólido. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e das projecções da reta.

Dados:

  • o ponto O (− 3; 5; 8) é o centro da circunferência, tangente ao plano frontal de projecção, que circunscreve hexágono da base;
  • as rectas que contêm duas das arestas da base definem ângulos de 55º, de abertura para a direita, com o plano frontal de projeccção;
  • o vértice V tem 5 de abcissa e pertence ao eixo x;
  • a recta r é definida pelo ponto P (− 9; 8; 8) e pelo seu traço frontal, com 7 de abcissa e 3 de cota.

EXERCÍCIO 05 – 2023, 2ª Fase (código 708)
Determine as projecções dos pontos X e Y, comuns à recta r e à superfície de um prisma oblíquo de bases quadradas contidas em planos frontais.

Destaque, a traço mais forte, as projecções da recta e do sólido. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e das projecções da recta.Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e das projecções da recta.

Dados:

  • o vértice A da base [ABCD], com zero de abcissa e 3 de afastamento, pertence ao plano horizontal de projecção;
  • a aresta [AB] é frontal e define um ângulo de 15º, de abertura para a esquerda, com o plano horizontal de projecção;
  • as arestas das bases medem 6 cm;
  • o prisma tem 6 cm de altura;
  • as arestas laterais são horizontais e definem ângulos de abertura para a direita com o plano frontal de projecção;
  • as arestas laterais do prisma medem 8 cm;
  • a recta r é oblíqua, definida pelo ponto P (– 6; 6; 9) e pelo seu traço horizontal com 3 de abcissa e 4 de afastamento.

EXERCÍCIO 04 – 2023, 1ª Fase (código 708)
Determine as projecções dos pontos X e Y, comuns à recta, comuns à recta r e à superfície de um cone oblíquo de base circular contida num plano frontal.

Destaque, a traço mais forte, as projecções da recta e do sólido. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e das projecções da recta.

Dados:

  • o ponto O (5; 9; 5) é o centro da circunferência que delimita a base do cone e é tangente ao plano horizontal de projecção;
  • o vértice V pertence ao plano frontal de projecção e tem – 3 de abcissa e 10 de cota;
  • a recta r contém o ponto P, com 7 de abcissa e 3 de afastamento, que pertence ao plano horizontal de projecção;
  • a projecção horizontal da recta r define um ângulo de 30º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • a projecção frontal da recta r define um ângulo de 50º, de abertura para a direita, com o eixo x.

EXERCÍCIO 03 – 2022, 2ª Fase (código 708)
Determine as projecções dos pontos X e Y, comuns à recta r e à superfície de um prisma oblíquo de bases regulares pentagonais.

Destaque, a traço mais forte, as projecções da recta e do sólido. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e das projecções da recta.

Dados:

  • as bases do prisma pertencem a planos de perfil;
  • o ponto O (0; 5; 7) é o centro da circunferência circunscrita ao pentágono da base [ABCDE];
  • o segmento [OA] é vertical, mede 4 cm, e o vértice A é o de menor cota desta base;
  • as rectas que contêm as arestas laterais são frontais e definem ângulos de 20º, de abertura para a direita com o plano horizontal de projecção;
  • o vértice A’ da aresta [AA’] pertence ao plano horizontal de projecção;
  • a recta r contém o ponto P, pertencente ao plano bissector dos diedros pares, β24, com zero de abcissa e – 2 de afastamento;
  • as projecções horizontal e frontal da recta r definem, respectivamente, um ângulo de 60º, de abertura para a esquerda, e um ângulo de 45º, de abertura para a esquerda, com o eixo x

EXERCÍCIO 02 – 2021, 2ª Fase (código 708)
Determine as projecções dos pontos X e Y, comuns à recta oblíqua r e à superfície de uma pirâmide oblíqua de base quadrada.

Destaque, a traço mais forte, as arestas visíveis nas projecções da pirâmide e a parte visível das projecções da recta. Destaque, a traço interrompido forte, as arestas invisíveis nas projecções da pirâmide e a parte invisível das projecções da reta.

Dados:

  • a base [KLMN] pertence a um plano horizontal;
  • o ponto O (5; 8; 2) é o centro da circunferência circunscrita ao quadrado da base, e o vértice K tem zero de abcissa e 7 de afastamento;
  • o vértice V pertence ao plano frontal de projecção e tem zero de abcissa e 11 de cota;
  • a recta r é oblíqua e contém os pontos P (11; 6; 7) e Q do eixo x com – 9 de abcissa.

EXERCÍCIO 01 – 2021, 1ª Fase (código 708)
Determine as projecções dos pontos X e Y, comuns à recta r e à superfície de um prisma oblíquo de bases regulares triangulares.

Destaque, a traço mais forte, as arestas visíveis nas projecções do prisma e a parte visível das projecções da reta. Destaque, a traço interrompido forte, as arestas invisíveis nas projecções do prisma e a parte invisível das projecções da recta.

Dados:

  • as bases do prisma pertencem a planos horizontais;
  • os vértices R (– 3; 0; 9) e S (– 8; 5; 9) pertencem à base de maior cota [RST];
  • o prisma tem 7 cm de altura e as suas arestas laterais são frontais;
  • o vértice S’ da aresta lateral [SS’] tem zero de abcissa;
  • a recta r é frontal e contém o ponto P (8; 2; 10);
  • a projecção frontal da recta r define um ângulo de 30º, de abertura para a esquerda, com o eixo x.
EXERCÍCIO 09.Sombras de um pentágono contido num plano de rampaGD-A 7082024, 1ª Fase
EXERCÍCIO 08.Sombras de um rectângulo contido num plano oblíquoGD-A 7082023, 1ª Fase
EXERCÍCIO 07.Sombras de um quadrado contido num plano de rampaGD-A 7082022, 2ª Fase
EXERCÍCIO 06.Sombras de um hexágono contido num plano de rampaGD-A 7082020, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Sombras de um hexágono contido num plano verticalDGD-A 4082003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 04.Sombras de um triângulo contido num plano de topoDGD-A 4082003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 03.Sombras de um quadrado contido num plano verticalDGD-A 4082002, 1ª Fase 1ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Sombras de um quadrado contido num plano oblíquoDGD-A 4082002, Prova Modelo
EXERCÍCIO 01.Sombras de um triângulo contido num plano de perfilGD 1211984, 1ª fase 1ª Ch.

EXERCÍCIO 09 – Exame de 2024, 1ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um pentágono regular [ABCDE], contido no plano de rampa θ, e das suas sombras, própria e projectada nos planos de projecção.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do pentágono e o contorno da sombra projectada nos planos de projecção. Preencha, com tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme, as áreas visíveis das sombras própria e projectada. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o ponto O (5; 6; 4) é o centro do pentágono;
  • o segmento [OA] é de perfil e define um ângulo de 55º com o plano horizontal de projecção;
  • o traço frontal do plano de rampa θ tem cota negativa;
  • o vértice A pertence ao plano horizontal de projecção;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 08 – Exame de 2023, 1ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um rectângulo [RSTU], contido no plano θ, e da sua sombra própria e projectada nos planos de projecção.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do rectângulo e o contorno da sombra projectada nos planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do contorno da sombra projectada. Preencha, com tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme, as áreas visíveis da sombra própria e projectada. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o plano θ tem traços coincidentes, e o seu traço frontal define um ângulo de 60º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o vértice R, com zero de abcissa e 4 de cota, pertence ao plano bissector dos diedros ímpares, β13;
  • o lado [ST] pertence ao plano horizontal de projecção;
  • as diagonais do rectângulo medem 9 cm;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 07 – Exame de 2022, 2ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um quadrado [ABCD] pertencente a um plano de rampa ω e da sua sombra projectada nos planos de projecção.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do quadrado e o contorno da sombra projectada nos planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do contorno da sombra projectada. Preencha, com tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme, as áreas visíveis da sombra projectada. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa.

Dados:

  • a recta de perfil p do plano ω que contém o vértice A (0; 3; 6) define um ângulo de 50º com o plano horizontal de projecção;
  • o traço horizontal da recta p tem afastamento positivo;
  • os vértices A e C definem uma diagonal do quadrado;
  • o vértice C tem 9 de abcissa e 6 de afastamento;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 06 – Exame de 2020, 2ª Fase (código 708)
Determine as projecções de um hexágono regular [ABCDEF], pertencente a um plano de rampa ρ, e da sua sombra projectada nos planos de projecção.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do hexágono e o contorno visível da sua sombra projectada.
Identifique, a traço interrompido forte, o contorno invisível da sua sombra projectada. Identifique as áreas visíveis da sombra projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme.

Dados:

  • a recta de perfil do plano ρ, com 7 de abcissa, contém a diagonal maior [AD] do hexágono;
  • o vértice A, com 5 de cota, pertence ao plano frontal de projecção, e o vértice D, com 8 de afastamento, pertence ao plano horizontal de projecção;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 05 – Exame de 2003, 2ª Fase (código 408)
Represente um hexágono regular [ABCDEF] situado no primeiro diedro e contido num plano vertical α, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra real projectada pelo hexágono nos planos de projecção.

Represente a traço interrompido a parte invisível do contorno da sombra. Identifique as áreas visíveis da sombra projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, devera fazê-lo com linhas perpendiculares às respectivas projecções da direcção luminosa.

Dados:

  • os pontos A (0; 2; 0) e B (-3; 4; 0) são dois vértices consecutivos do hexágono.

EXERCÍCIO 04 – 2003, 1ª Fase 2ª Chamada (código 408)
Represente o triângulo equilátero [ABC], situado no primeiro diedro e contido num plano de topo β, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra real projectada pelo triângulo [ABC] nos planos de projecção.

Represente a traço interrompido a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis da sombra projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme (Se optar pelo tracejado, devera fazê-lo com linhas perpendiculares às respectivas projecções da direcção luminosa.)

Dados:

  • o centro do triângulo é o ponto O, que tem 3 de abcissa e 4 de afastamento e pertence ao bissector dos diedros ímpares;
  • o vértice A tem 0 de abcissa e 6 de cota e pertence ao traço frontal do plano β.

EXERCÍCIO 03 – 2002, 1ª Fase 1ª Chamada (código 408)
Represente o quadrado [ABCD], situado no primeiro diedro e contido num plano vertical δ, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra real produzida pelo quadrado [ABCD] nos planos de projecção.

Represente a traço interrompido a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis da sombra projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme (Se optar pelo tracejado, devera fazê-lo com linhas perpendiculares às respectivas projecções da direcção luminosa.)

Dados:

  • o vértice A tem abcissa nula, 4 de afastamento e 2 de cota;
  • o plano δ faz um diedro de 45º (de abertura para a direita, no primeiro diedro) com o plano frontal de projecção
  • o vértice B pertence ao plano frontal de projecção e tem 4 de cota.

EXERCÍCIO 02 – 2002, Prova Modelo (código 408)
Represente o quadrado [ABCD], contido num plano oblíquo β. De acordo com a direcção luminosa convencional, determine a sombra produzida pelo quadrado [ABCD] nos planos de projecção.

Traceje, nas suas partes visíveis, a sombra nos planos de projecção, utilizando linhas perpendiculares às respectivas projecções da direcção luminosa.

Dados:

  • o centro do quadrado é o ponto O (-6; 3,5; 3);
  • uma das diagonais é horizontal;
  • os traços do plano β fazem ambos ângulos de 45º (abertura para a direita) com o eixo x
  • o vértice A está no traço horizontal de β.

EXERCÍCIO 01 – 1984, 1ª Fase 1ª Chamada (código 121)
Determine a sombra projectada por um triângulo equilátero do primeiro diedro nos planos de projecção (exercício adaptado ao programa actual).

Dados:

  • o triângulo equilátero é de perfil e tem o lado [AB] de topo, com 1 cm de cota;
  • o vértice A tem 9 cm de afastamento e o B, 2 cm.
EXERCÍCIO 48.Sombras de um prisma com bases hexagonais frontaisGD-A 7082024, 2ª Fase
EXERCÍCIO 47.Sombras de uma pirâmide com base hexagonal frontalGD-A 7082022, 1ª Fase
EXERCÍCIO 46.Sombras de um cone de base circular frontalGD-A 7082021, 1ª Fase
EXERCÍCIO 45.Sombras de um cone de base circular frontalGD-A 7082019, 2ª Fase
EXERCÍCIO 44.Sombras de um prisma de bases quadrangulares frontaisGD-A 7082015, 1ª Fase
EXERCÍCIO 43.Sombras de um cone de revolução com base horizontalGD-A 7082013, Época Especial
EXERCÍCIO 42.Sombras de um cilindro com bases circulares frontaisGD-A 7082013, 2ª Fase
EXERCÍCIO 41.Sombras de um cone com base circular horizontalGD-A 7082013, 1ª Fase
EXERCÍCIO 40.Sombras de uma pirâmide com base quadrangular de perfilGD-A 7082012, 1ª Fase
EXERCÍCIO 39.Sombras de um cilindro com bases circulares frontaisGD-A 7082011, 2ª Fase
EXERCÍCIO 38.Sombras de um prisma com bases pentagonais de perfilGD-A 7082010, 2ª Fase
EXERCÍCIO 37.Sombras de um cone de revolução com base frontalGD-A 7082009, 1ª Fase
EXERCÍCIO 36.Sombras de um cilindro de revolução com bases horizontaisGD-A 7082008, 1ª Fase
EXERCÍCIO 35.Sombras de um cone de revolução com base horizontalGD-A 7082007, 2ª Fase
EXERCÍCIO 34.Sombras de uma pirâmide com base pentagonal horizontalGD-A 7082007, 2ª Fase
EXERCÍCIO 33.Sombras de um prisma com bases triangulares frontaisGD-A 7082007, 1ª Fase
EXERCÍCIO 32.Sombras de uma pirâmide com base triangular frontalDGD-A 4082006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 31.Sombras de uma pirâmide com base quadrangular horizontalDGD-A 4082006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 30.Sombras de um cubo com faces frontaisGD-A 7082006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 29.Sombras de um cone com base circular horizontalDGD-A 4082005, 2ª Fase
EXERCÍCIO 28.Sombras de uma pirâmide com base hexagonal de perfilDGD-A 4082005, 1ª Fase
EXERCÍCIO 27.Sombras de um cone de revolução com base horizontalDGD-A 4082004, 2ª Fase
EXERCÍCIO 26.Sombras de um prisma com bases pentagonais horizontaisDGD-A 4082004, 1ª Fase
EXERCÍCIO 25.Sombras de uma pirâmide com base quadrangular horizontalDGD-A 4082003, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 24.Sombras de uma pirâmide com base triangular horizontalDGD-A 4082002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 23.Sombras de um prisma com bases triangulares horizontaisDGD-A 4082002, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 22.Sombras de uma pirâmide com base hexagonal frontalGD 1212002, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 21.Sombras de uma pirâmide com base pentagonal frontalGD 1212001, 2ª Fase
EXERCÍCIO 20.Sombras de um prisma com bases quadrangulares horizontaisGD 1212000, 2ª Fase
EXERCÍCIO 19.Sombras de um prisma com bases hexagonais horizontaisGD 1211999, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 18.Sombras de uma pirâmide com base hexagonal horizontalGD 1211998, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 17.Sombras de um prisma com bases pentagonais horizontaisGD 1211997, 2ª Fase
EXERCÍCIO 16.Sombras de uma pirâmide com base pentagonal frontalGD 1211996, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 15.Sombras de um prisma com bases quadrangulares horizontaisGD 1211994, 2ª Fase
EXERCÍCIO 14.Sombras de um prisma com bases hexagonais frontaisGD 1211993, 2ª Fase
EXERCÍCIO 13.Sombras de um cilindro com bases circulares frontaisGD 1211990, 2ª Fase
EXERCÍCIO 12.Sombras de um cubo com faces horizontaisGD 1211990, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 11.Sombras de uma pirâmide com base quadrangular frontalGD 1211990, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 10.Sombras de um cone com base circular frontalGD 1211989, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 09.Sombras de um cilindro com bases circulares horizontaisGD 1211989, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 08.Sombras de um cone com base circular frontalGD 1211988, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 07.Sombras de um cilindro com bases circulares horizontaisGD 1211988, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 06.Sombras de um cilindro com bases circulares horizontaisGD 1211987, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Sombras de um prisma com bases pentagonais horizontaisGD 1211987, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 04.Sombras de um cone com base circular frontalGD 1211986, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Sombras de uma pirâmide com base octogonal horizontalGD 1211986, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Sombras de um prisma hexagonal com bases horizontaisGD 1211985, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 01.Sombras de uma pirâmide pentagonal com base frontalGD 1211984, 1ª Fase, 2ª Ch.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido e o contorno da sombra projectada nos planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e do contorno da sombra projectada. Preencha, com tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme, as áreas visíveis das sombras própria e projectada. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • as bases do prisma estão contidas em planos frontais;
  • a diagonal [AD] da base [ABCDEF] é vertical e mede 6 cm;
  • o vértice A tem 5 de abcissa e 3 de afastamento e pertence ao plano horizontal de projecção;
  • o prisma tem 6 cm de altura;
  • as arestas laterais são paralelas ao plano bissector dos diedros ímpares, β13, e as projecções das rectas que as contêm definem ângulos de 60º, de abertura para a direita, com o eixo x;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 47 – Exame de 2022, 1ª fase (código 708)
Determine as projecções de uma pirâmide oblíqua de base regular hexagonal [ABCDEF], contida num plano frontal, e das suas sombras, própria e projectada nos planos de projecção.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do sólido e o contorno da sombra projectada nos planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido e do contorno da sombra projectada. Preencha, com tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme, as áreas visíveis das sombras, própria e projectada. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • os vértices A (1; 8; 3) e D com 3 de abcissa e 12 de cota definem uma das diagonais maiores da base da pirâmide;
  • o vértice B tem abcissa positiva;
  • o eixo da pirâmide mede 10 cm e pertence a uma recta de perfil;
  • o vértice V da pirâmide pertence ao plano frontal de projecção e tem menor cota que o centro da base;
  • a direcção luminosa é a convencional.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do cone e as linhas visíveis do contorno da sombra própria e da sombra projectada. Identifique, a traço interrompido forte, as linhas invisíveis do contorno da sombra própria. Identifique as áreas visíveis das sombras, própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o vértice V do cone pertence ao eixo x e tem zero de abcissa;
  • o eixo do cone é de perfil;
  • o centro da base é o ponto O do plano bissector dos diedros ímpares, β13, e tem 8 de afastamento;
  • o diâmetro da circunferência da base mede 8 cm;
  • a direcção luminosa é a convencional

EXERCÍCIO 45 – Exame de 2019, 2ª fase (código 708)
Determine as projecções de um cone oblíquo, de base circular contida num plano frontal, e das suas sombras própria e projectada nos planos de projecção.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do cone e as linhas visíveis do contorno da sombra própria e da sombra projectada. Identifique, a traço interrompido forte, as linhas invisíveis do contorno da sombra própria e da sombra projectada.Identifique as áreas visíveis das sombras, própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o ponto O (0; 10; 4) é o centro da circunferência da base tangente ao plano horizontal de projecção;
  • o vértice V do cone pertence ao plano bissector dos diedros ímpares, β13, e tem 4 de abcissa e 4 de afastamento;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 44 – Exame de 2015, 1ª fase (código 708)
Determine as projecções de um prisma oblíquo de bases regulares frontais, situado no primeiro diedro, e das suas sombras, própria e projectada nos planos de projecção.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do prisma e as linhas invisíveis da sombra projectada nos planos de projecção e, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólidos e as linhas invisíveis da parte ocultada da sombra projectada.

Dados:

  • o ponto A (0; 0; 0) e B (-3; 0; 5) são vértices consecutivos do quadrado [ABCD] de uma das bases do prisma;
  • as projecções horizontais e frontais das rectas que contêm as arestas laterais do prisma formam ângulos de 55º e 35º, ambos de abertura para a direita, com o eixo x;
  • o prisma tem 3cm de altura;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 43 – 2013, Época especial (código 708)
Determine a sombra própria e a sombra projectada nos planos de projecção de um cone de revolução com base horizontal, situado no primeiro diedro.

Destaque, a traço mais forte, as projecções de cone e o contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis na parte ocultada do contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique as áreas visíveis das sombras, própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha clara de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às projecções da direcção luminosa, nas áreas da sombra projectada.

Dados:

  • o ponto O (0; 4; 9) é o centro da base do cone;
  • a circunferência da base é tangente ao plano frontal de projecção;
  • o vértice V pertence ao plano horizontal de projecção;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 42 – 2013, 2.ª Fase (código 708)
Determine a sombra própria e a sombra projectada nos planos de projecção de um cilindro oblíquo, de bases circulares situadas em planos frontais, e situado no primeiro diedro.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do cilindro e o contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis, quer no sólido, quer na parte ocultada do contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique as áreas visíveis das sombras, própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o ponto O (0; 4; 7,5) é o centro da circunferência com 3,5 cm de raio de uma das bases do cilindro;
  • as geratrizes do cilindro são horizontais e fazem um ângulo de 60° de abertura para a direita, com o plano frontal de projecção;
  • a outra base do cilindro pertence ao plano frontal de projecção;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 41 – 2013, 1.ª Fase (código 708)
Determine a sombra própria e a sombra projectada nos planos de projecção de um cone oblíquo, de base circular situada num plano horizontal, e situado no primeiro diedro.

Destaque, a traço mais forte, as projecções do cone e o contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis na parte ocultada do contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique as áreas visíveis das sombras, própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Nota: Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • a base do cone tem 4 cm de raio e pertence a um plano horizontal com 1 de cota;
  • a geratriz [AV] situada mais à esquerda é vertical, com 4 de abcissa e 6 de afastamento;
  • a geratriz [AV] mede 8 cm;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 40 – 2012, 1.ª Fase (código 708)
Determine a sombra própria e a sombra projectada nos planos de projecção de uma pirâmide quadrangular oblíqua, de base regular contida num plano de perfil e situada no primeiro diedro.

Destaque, a traço mais forte, as projecções da pirâmide e o contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis, quer no sólido, quer na parte ocultada do contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique as áreas visíveis das sombras, própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • os pontos A (0; 0; 3) e B (0; 4; 0) são dois dos vértices da base [ABCD] da pirâmide;
  • a aresta lateral [AV] é fronto-horizontal;
  • o vértice V tem – 10 de abcissa;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 39 – 2011, 2.ª Fase (código 708)
Determine a sombra própria e a sombra real nos planos de projecção, de um cilindro oblíquo de bases circulares, situado no primeiro diedro.

Ponha em destaque quer o contorno da sombra real nos planos de projecção, quer as projecções do cilindro. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis, quer no sólido, quer na parte ocultada do contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o cilindro tem bases frontais cujo raio mede 4,5 cm;
  • o ponto O (0; 0; 8) é o centro de uma das bases;
  • o ponto O’, centro da outra base, tem 4,5 de cota;
  • o eixo do cilindro é de perfil e faz um ângulo de 70º com o plano frontal de projecção;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 38 – 2010, 2.ª Fase (código 708)
Determine a sombra própria e a sombra real de um prisma pentagonal regular, nos planos de projecção, de acordo com os dados abaixo indicados.

Ponha em destaque, quer o contorno da sombra real nos planos de projecção, quer as projecções do prisma. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis, quer no sólido, quer na parte ocultada do contorno da sua sombra projectada nos planos de projecção. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite, clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • as bases estão contidas em planos de perfil;
  • os pontos O (2; 4,5; 6) e A (2; 0; 6) são, respetivamente, o centro e um dos vértices da base [ABCDE];
  • o plano de perfil da outra base tem – 5 de abcissa;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 37 – 2009, 1.ª Fase (código 708)
Represente, pelas suas projecções, um cone de revolução, de acordo com os dados abaixo apresentados. Determine a sombra própria do cone e a sua sombra real nos planos de projecção, utilizando a direcção luminosa convencional.

Identifique, a traço interrompido, a parte invisível da linha separatriz de luz/sombra, na sombra própria, e a parte ocultada do contorno, na sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite, clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • a base está contida no plano frontal φ e tem 4 cm de raio;
  • o centro da base é o ponto O, que pertence ao plano bissector dos diedros ímpares e tem 2 de abcissa e 8 de afastamento;
  • o vértice é o ponto V, com 1 de afastamento.

EXERCÍCIO 36 – 2008, 1.ª Fase (código 708)
Represente pelas suas projecções um cilindro de revolução, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do cilindro e a sua sombra real nos planos de projecção.

Identifique, a traço interrompido, a parte invisível da linha separatriz de luz/sombra do sólido, na sombra própria, e as partes ocultadas do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite, clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • as bases são horizontais;
  • o ponto O (4; 7; 8) é o centro de uma das bases;
  • a base de centro O’ tem 2 de cota;
  • o raio das bases mede 4 cm.

EXERCÍCIO 35 – 2007, 2.ª Fase (código 708)
Represente, em dupla projecção ortogonal, um cone de revolução de base horizontal, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do cone e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Identifique, a traço interrompido, as geratrizes invisíveis da linha separatriz de luz/sombra do sólido, na sombra própria, e as partes ocultadas do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas areas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o plano horizontal que contém a base do sólido tem 5,5 de cota;
  • o vértice V do cone é um ponto do semiplano horizontal anterior com 2 de abcissa e 7,5 de afastamento;
  • o raio da circunferência da base mede 3,5 cm.

EXERCÍCIO 34 – 2007, 2.ª Fase (código 408)
Represente uma pirâmide pentagonal oblíqua de base horizontal, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria da pirâmide e sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Identifique, a traço interrompido, arestas invisíveis e a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • a base da pirâmide é um pentágono regular, cujo centro é o ponto O (2,5; 6; 7);
  • o ponto A, com 2,5 de abcissa e 2,5 de afastamento, é um dos vértices da base;
  • o vértice da pirâmide é o ponto V (0; 2,5; 0).

EXERCÍCIO 33 – 2007, 1.ª Fase (código 408)
Represente um prisma triangular oblíquo de bases regulares, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do prisma e sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Identifique, a traço interrompido, arestas invisíveis; identifique, igualmente, a parte ocultada do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • as bases do prisma estão contidas em planos frontais;
  • os pontos A (0; 6,5; 0) e B (5; 6,5; 1,5) são dois vértices consecutivos de uma das bases;
  • o ponto A e o ponto D (0; 2,5; 4) são extremos de uma aresta lateral do prisma.

EXERCÍCIO 32 – 2006, 1.ª Fase (código 708)
Represente, em dupla projecção ortogonal, uma pirâmide triangular regular de base frontal, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria da pirâmide e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.
Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido e as partes ocultadas do contorno da sombra projectada.

Identifique as áreas visíveis das sombras próprias e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o ponto A (4; 7; 3) é um dos vértices da base [ABC];
  • o vértice V tem 0 de abcissa, 1,5 de afastamento e 4,5 de cota.

EXERCÍCIO 31 – 2006, 2.ª Fase (código 408)
Represente uma pirâmide quadrangular regular de base horizontal, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria da pirâmide e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Represente, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido e as partes invisíveis do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras próprias e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o vértice da pirâmide é o ponto V (0; 6; 0);
  • o ponto A (3,5; 8; 6) é um dos vértices da base [ABCD].

EXERCÍCIO 30 – 2006, 1.ª Fase (código 408)
Represente um cubo, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do cubo e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis e a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • a face [ABCD] do cubo é paralela ao plano frontal de projecção;
  • os pontos A e B são dois vértices consecutivos da face [ABCD];
  • o vértice A tem abcissa nula, 2 de afastamento e 5 de cota;
  • o vértice B tem 4 de abcissa e 3 de cota.

EXERCÍCIO 29 – 2005, 2.ª Fase (código 408)
Represente um cone oblíquo de base circular, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do cone e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Identifique, a traço interrompido, as partes invisíveis da separatriz e do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • a base é horizontal, tem centro no ponto O (0; 5; 6) e tem 4 cm de raio;
  • o vértice V do cone tem 2 de abcissa, 5 de afastamento e 1 de cota.

EXERCÍCIO 28 – 2005, 1.ª Fase (código 408)
Represente uma pirâmide hexagonal regular de base de perfil, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria da pirâmide e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Identifique, a traço interrompido, a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • os pontos A (0; 3; 0) e B (0; 6,5; 0) são vértices consecutivos do hexágono da base;
  • o vértice da pirâmide, V, fica situado 7 cm à direita do plano da base.

EXERCÍCIO 27 – 2004, 2.ª Fase (código 408)
Represente um cone de revolução de base horizontal, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do cone e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Represente, a traço interrompido, as partes invisíveis da separatriz e do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • a base tem centro no ponto O (3; 7; 2,5) e 3 cm de raio;
  • o vértice V do cone tem 10 de cota.

EXERCÍCIO 26 – 2004, 1.ª Fase (código 408)
Represente um prisma pentagonal oblíquo de bases horizontais, situado no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do prisma e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Represente, a traço interrompido, as arestas invisíveis e a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • as bases do prisma são pentágonos regulares;
  • os pontos O (0; 6; 0) e O’ (2,5; 6; 6,5) são os centros das bases;
  • o vértice A, da base de menor cota, tem abcissa nula e 2,5 de afastamento.

EXERCÍCIO 25 – 2003, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 408)
Represente uma pirâmide quadrangular regular de base horizontal, situada no primeiro diedro, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria da pirâmide e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido e a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, devera fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o vértice da pirâmide é o ponto V (0; 5; 9);
  • o ponto A (2; 1; 2,5) é um dos vértices da base [ABCD].

EXERCÍCIO 24 – 2002, 2.ª Fase (código 408)
Represente uma pirâmide triangular regular, de vértice V, situada no primeiro diedro e com a base [ABC] paralela ao plano horizontal de projecção, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria da pirâmide e a sua sombra real projectada nos planos de projecção.

Represente a traço interrompido as arestas invisíveis e a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, devera fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o vértice A tem – 3,5 de abcissa, 1 de afastamento e 7 de cota;
  • o vértice V pertence ao plano horizontal de projecção, tem abcissa nula e 4 de afastamento.

EXERCÍCIO 23- 2002, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 408)
Represente um prisma triangular regular, situado no primeiro diedro e com uma das bases, [ABC], assente no plano horizontal de projecção, de acordo com os dados abaixo apresentados. Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do prisma e a sua sombra real nos planos de projecção.

Represente a traço interrompido a parte invisível do contorno da sombra projectada. Identifique as áreas visíveis das sombras própria e projectada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme. Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às respetivas projecções da direcção luminosa, nas áreas de sombra projectada.

Dados:

  • o vértice A tem abcissa nula e 2 de afastamento;
  • o vértice B tem 5,5 de abcissa e 3 de afastamento;
  • a altura do prisma é 6 cm.

EXERCÍCIO 22 – 2002, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de uma pirâmide hexagonal oblíqua com base frontal e existente no espaço do primeiro diedro.

Dados:

  • a figura da base é um hexágono regular, com centro no ponto O (4; 4; 6) e do qual o ponto A (8; 4; 6) é um dos vértices;
  • o vértice do sólido é o ponto V (4; 12; 4);
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 21 – 2001, 2.ª Fase (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de uma pirâmide pentagonal oblíqua com base frontal.

Dados:

  • a base é o pentágono regular [ABCDE], que se encontra inscrito numa circunferência com o centro em O (4; 0; 6), sendo um dos seus vértices o ponto A (4; 0; 10);
  • a aresta lateral [AV] é de perfil, perpendicular ao plano bissector dos diedros ímpares, e o vértice V pertence ao plano horizontal de projecção;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 20 – 2000, 2.ª Fase (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de um prisma quadrangular oblíquo com bases horizontais.

Dados:

  • o quadrado [ABCD] admite, como uma das suas diagonais, o segmento de recta [AC], cujos extremos são os pontos A (4; 2; 0) e C (4; 9; 0);
  • as arestas laterais do sólido são frontais e têm uma inclinação, com o plano horizontal de projecção, de 45º de abertura para a direita;
  • a segunda base tem 7 de cota;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 19 – 1999, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos deprojecção de um prisma hexagonal oblíquo, utilizando a direcção luminosa convencional.

Dados:

  • uma base do prisma está contida no plano horizontal deprojecção;
  • esta base é um hexágono regular, inscrito numa circunferência com 4 cm de raio, cujo centro é o ponto O (5; 4; 0);
  • o ponto A, com 5 de abcissa e pertencente ao eixo x, é um dos seus vértices;
  • a segunda base é horizontal e tem centro no ponto O’ (5; 6; 8);
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 18 – 1998, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Utilizando a direcção luminosa convencional, determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção pela pirâmide hexagonal oblíqua.

Dados:

  • a base está contida num plano horizontal e é um hexágono regular com centro no ponto O (4; 6; 4) e do qual o ponto A (0; 6; 4)é um dos vértices;
  • o vértice do sólido é o ponto V (4; 0; 12);
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 17 – 1997, 2.ª Fase (código 121)
Represente um prisma oblíquo de bases pentagonais regulares horizontais. Uma das bases, que está inscrita numa circunferência contida no plano horizontal de projecção, com centro no ponto O (0; 5; 0) e raio igual a 4 cm, admite, como um dos seus vértices, o ponto A, com 1 de afastamento. O centro da segunda base é o ponto O’ (0; 9; 10).
Utilizando a direcção luminosa convencional, determine a sombra própria do prisma e a que este produz nos planos de projecção.

EXERCÍCIO 16 – 1996, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de uma pirâmide oblíqua de vértice V (– 10; 9; 9), cuja base é um pentágono regular frontal, com centro no ponto O (– 4; 1; 4,5) e um vértice em A (– 4; 1; 1).
A direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 15 – 1994, 2.ª Fase (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de um prisma quadrangular oblíquo de bases horizontais.

Dados:

  • as bases do prisma têm 0 e 7 de cota, respetivamente;
  • uma diagonal da base de cota nula é o segmento [AC] sendo A (– 4; 8; 0) e C (– 10; 6; 0), e a aresta lateral que contém o ponto A tem o outro extremo em E (– 7; 9; 7);
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 14 – 1993, 2.ª Fase (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de um prisma hexagonal de base regular.

Dados:

  • uma das bases do prisma pertence ao semiplano frontal superior, o lado [AB] mede 4 cm e pertence ao eixo x;
  • as projecções horizontal e frontal das arestas laterais do prisma fazem com o eixo x, no semiplano horizontal anterior e no semiplano frontal superior, respetivamente, ângulos de 45º de abertura para a direita;
  • a altura do prisma é de 6 cm;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 13 – 1990, 2.ª Fase (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de um cilindro cujas bases, existentes em planos frontais, têm 3 e 7 de afastamento.

Dados:

  • as projecções frontais e horizontais das geratrizes fazem com o eixo x ângulos de 45º com abertura para a esquerda;
  • a base de menor afastamento é um círculo com 4 cm de raio cujo centro é o ponto O (3; 3; 5);
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 12 – 1990, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Desenhe as projecções de um cubo e determine as suas sombras própria e projectada nos planos de projecção.

Dados:

  • uma face do cubo está assente no plano horizontal de projecção e tem uma diagonal definida pelos pontos A (– 2; 1; 0) e C (– 2; 6; 0);
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 11 – 1990, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Desenhe as projecções de uma pirâmide quadrangular e determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção.

Dados:

  • a base é um quadrado [ABCD] frontal;
  • A (0; 2; 0) e C (0; 2; 8) definem uma diagonal vertical do quadrado;
  • o vértice é o ponto V (– 6; 7; 7);
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 10 – 1989, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de um cone oblíquo cuja base existe num plano frontal e tem 4 cm de raio, sabendo que o centro da base é o ponto O (0; 6; 10) e o vértice do sólido é o ponto V (– 1; 1; 9).
A direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 09 – 1989, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Desenhe as projecções de um cilindro, cujas geratrizes são de perfil, e determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção.

Dados:

  • as bases são horizontais, com 4 cm de raio;
  • uma das bases está assente no plano horizontal de projecção e tem centro num ponto com 5 de afastamento;
  • a outra tem o seu centro com 9 de afastamento e 7 de cota;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 08 – 1988, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Desenhe as projecções de um cone e determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção.

Dados:

  • a base frontal é uma circunferência com 4 cm de raio, cujo centroé o ponto O (– 10; 5, 5) e o vértice é o ponto do eixo x que se situa 8 cm para a direita da linha de chamada do ponto O;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 07- 1988, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de um cilindro oblíquo.

Dados:

  • uma das bases do cilindro está contida no plano horizontal de projecção e tem como centro o ponto O (0; 8,5; 0);
  • os pontos X (– 4; 8,5; 0) e Y (– 6; 9,5; 5) pertencem à mesma geratriz e cada uma delas a uma das bases do cilindro;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 06 – 1987, 2.ª Fase (código 121)
Desenhe as projecções de um cilindro e determine as sombras próprias e projectada nos planos de projecção.

Dados:

  • as bases são circunferências horizontais com 3 cm de raio, uma delas está no plano horizontal de projecção, cujo centro é o ponto O (5; 0) e a outra tem 3 de cota;
  • as geratrizes do contorno aparente, em projecção horizontal e frontal, fazem com o eixo x respetivamente 60º e 45º de abertura para a direita;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 05 – 1987, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de um prisma cujas bases são pentágonos regulares horizontais.

Dados:

  • uma das bases [ABCD] está assente no plano horizontal de projecção e inscrita numa circunferência com 4 cm de raio, cujo centro tem 6 de afastamento;
  • o vértice A situa-se mais à esquerda, o vértice E é o de menor afastamento e o lado [CD], oposto ao vértice A, é de topo;
  • as arestas laterais são frontais e medem 10 cm, fazendo ângulos de 45º com o plano horizontal de projecção, de abertura para a direita;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 04 – 1986, 2.ª Fase (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de um cone de base circular, sabendo que a base é frontal, o seu centro é o ponto O (– 4; 6; 4), o raio do círculo de 4 cm e o vértice do cone é o ponto V (– 2; 0; 4).
A direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 03 – 1986, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e produzida nos planos de projecção de uma pirâmide octogonal de base regular contida no plano horizontal de projecção, cujo centro é o ponto O de 5 de afastamento.

Dados:

  • os vértices A e E, extremos do diâmetro de topo da circunferência circunscrita à base, têm de afastamento respetivamente 1 e 9;
  • o vértice A é o de menor afastamento e o E o de maior afastamento;
  • a projecção horizontal do vértice da pirâmide coincide com a projecção do mesmo nome do vértice mais à direita da base e tem 6 de cota;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 02 – 1985, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e produzida nos planos de projecção de um prisma hexagonal oblíquo situado no primeiro diedro.

Dados:

  • as bases são horizontais: uma pertence ao plano horizontal de projecção e a outra a um plano horizontal com 8 de cota;
  • os centros das bases são os pontos O (0; 5; 0) e O’ (– 8; 5; 8);
  • os lados do hexágono medem 4 cm;
  • dois lados das bases de menor e de maior cota são paralelos ao eixo x;
  • a direcção luminosa é a convencional.

EXERCÍCIO 01 – 1984, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 121)
Determine as sombras própria e projectada nos planos de projecção de uma pirâmide pentagonal do primeiro diedro.

Dados:

  • a directriz da superfície é um pentágono regular que está contida no plano frontal de projecção e inscrita numa circunferência com o raio de 4 cm, cujo centro é o ponto O de 4 de cota;
  • um vértice da directriz é de cota nula e o lado que se lhe opõe é paralelo ao eixo x;
  • a linha de chamada do vértice V (8; 10) da pirâmide dista 5 cm para a direita da linha de chamada do centro da directriz;
  • a direcção luminosa é a convencional.
EXERCÍCIO 31.Dimetria de uma forma composta: duas pirâmides e um paralelepípedoGD-A 7082024, 2ª Fase
EXERCÍCIO 30.Trimetria de uma forma composta: um prisma e duas pirâmides quadrangularesGD-A 7082024, 1ª fase
EXERCÍCIO 29.Dimetria de uma forma composta: três prismas triangularesGD-A 7082023, 1ª Fase
EXERCÍCIO 28.Dimetria de uma forma composta: três prismas quadrangularesGD-A 7082022, 2ª Fase
EXERCÍCIO 27.Dimetria de uma forma composta: três prismas quadrangularesGD-A 7082022, 1ª Fase
EXERCÍCIO 26.Isometria de forma composta: duas pirâmides quadrangularesGD-A 7082020, 1a.ª Fase
EXERCÍCIO 25.Dimetria de uma forma composta: dois prismas quadrangularesGD-A 7082017, 2ª Fase
EXERCÍCIO 24.Dimetria de uma forma composta: um prisma hexagonal e um prisma triangularGD-A 7082017, 1ª Fase
EXERCÍCIO 23.Isometria de uma forma composta: dois prismas triangularesGD-A 7082016, 1ª Fase
EXERCÍCIO 22.Dimetria de uma forma composta: três prismas quadrangularesGD-A 7082013, 1ª Fase
EXERCÍCIO 21.Dimetria de uma forma composta: um prisma triangular e um prisma quadrangularGD-A 708Época Especial
EXERCÍCIO 20.Trimetria de uma forma composta: duas pirâmides quadrangularesGD-A 7082012, 2ª Fase
EXERCÍCIO 19.Dimetria de uma forma composta: um prisma quadrangular e um cuboGD-A 7082012, 1ª Fase
EXERCÍCIO 18.Trimetria de uma forma composta: uma pirâmide hexagonal e um cuboGD-A 7082011, 2ª Fase
EXERCÍCIO 17.Trimetria de uma forma composta: prisma quadrangular e pirâmide triangularGD-A 7082010, 2ª Fase
EXERCÍCIO 16.Dimetria de uma forma composta: um prisma hexagonal e um prisma quadrangularGD-A 7082010, 1ª Fase
EXERCÍCIO 15.Dimetria de uma forma composta: um prisma quadrangular e um prisma hexagonalGD-A 7082009, 2ª Fase
EXERCÍCIO 14.Dimetria de uma forma composta: um prisma quadrangular e um cuboGD-A 7082008, 1ª Fase
EXERCÍCIO 13.Trimetria de uma forma tridimensional descrita graficamenteGD-A 7082007, 2ª fase
EXERCÍCIO 12.Trimetria de uma forma composta: dois prismas triangularesGD-A 7082007, 2ª Fase
EXERCÍCIO 11.Dimetria de uma forma tridimensional descrita graficamenteGD-A 7082007, 1ª Fase
EXERCÍCIO 10.Trimetria de uma forma composta: duas pirâmides quadrangularesGD-A 7082007, 1ª Fase
EXERCÍCIO 09.Isometria de uma forma tridimensional descrita graficamenteGD-A 7082006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 08.Dimetria de uma forma composta: duas pirâmides pentagonaisDGD-A 4082006, 1ª Fase
EXERCÍCIO 07.Isometria de uma forma composta: dois paralelepípedosDGD-A 4082005, 1ª Fase
EXERCÍCIO 06.Dimetria de uma forma composta: dois prismas triangularesDGD-A 4082004, 2ª Fase
EXERCÍCIO 05.Dimetria de uma forma composta: dois prismas quadrangularesDGD-A 4082004, 1ª Fase
EXERCÍCIO 04.Isometria de um cuboDGD-A 4082003, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Isometria de um cilindro de revoluçãoDGD-A 4082003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Isometria de um prisma triangular rectoDGD-A 4082002, 1ª Fase, 1ª Ch.
EXERCÍCIO 01.Trimetria de um cone de revoluçãoDGD-A 4082002, Prova Modelo

EXERCÍCIO 31 – 2024, 2ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por duas pirâmides rectas de base quadrada e um paralelepípedo. Destaque, a traço mais forte, apenas as arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria
  • a projecção axonométrica do eixo z define um ângulo de 110º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 140º com a projecção axonométrica do eixo y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda..

Dados:

  • Pirâmides:
    • as duas pirâmides são iguais;
    • as arestas da base medem 5 cm e são paralelas aos eixos coordenados x e y
  • Pirâmide 1:
    • o vértice M (2; 7; 6) é o de menor abcissa e de maior afastamento da base;
    • o vértice V pertence ao plano coordenado xy.
  • Pirâmide 2:
    • o vértice N (12; 7; 8) é o de maior abcissa e de maior afastamento da base;
    • o vértice V’ é o de maior cota da pirâmide.
  • Paralelepípedo:
    • as faces do paralelepípedo são paralelas aos planos coordenados;
    • o segmento [MN] é uma das diagonais da face de maior afastamento;
    • a face de menor afastamento contém as arestas de menor afastamento das bases das pirâmides.

EXERCÍCIO 30 – 2024, 1ª fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por um prisma reto de bases quadradas e duas pirâmides oblíquas de base quadrada. Destaque, a traço mais forte, apenas as arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Trimetria
  • a projecção axonométrica do eixo z define um ângulo de 130º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 120º com a projecção axonométrica do eixo y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma:
    • as arestas das bases medem 10 cm e são paralelas aos eixos coordenados x e z;
    • o vértice A (10; 2; 10) é o de maior abcissa e de maior cota da base de maior afastamento;
    • a outra base está contida no plano coordenado xz.
  • Pirâmides:
    • as duas pirâmides são iguais;
    • as arestas da base medem 5 cm e são paralelas aos eixos coordenados x e y.
  • Pirâmide 1:
    • o vértice A é o de maior abcissa e de menor afastamento da base;
    • o vértice V pertence ao plano coordenado xy, e a aresta [AV] é paralela ao eixo coordenado z.
  • Pirâmide 2:
    • o vértice V’ pertence ao plano coordenado yz e à aresta de maior afastamento e de maior cota do prisma;
    • a base está contida no plano coordenado xy

EXERCÍCIO 29 – 2023, 1ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por três prismas rectos de bases regulares triangulares. Destaque, a traço mais forte, apenas as arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria
  • a projecção axonométrica do eixo z faz um ângulo de 110º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 140º com a projecção axonométrica do eixo y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os três prismas são iguais;
    • as arestas das bases medem 7 cm.
  • Prisma 1:
    • as bases do prisma são paralelas ao plano coordenado yz, e uma das faces laterais pertence ao plano coordenado xz;
    • os vértices A (9; 0; 7) e B (7; 0; 7) definem a aresta lateral com maior cota do prisma.
  • Prisma 2:
    • uma das bases do prisma pertence ao plano coordenado xz, e uma das faces laterais é paralela ao plano coordenado yz;
    • o vértice A é o de menor abcissa e maior cota da base de menor afastamento do prisma.
  • Prisma 3:
    • uma das bases do prisma pertence ao plano coordenado xz, e uma das faces laterais é paralela ao plano coordenado yz;
    • o vértice B é o de maior abcissa e maior cota da base de menor afastamento do prisma.

EXERCÍCIO 28 – 2022, 2ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por dois prismas retos de bases regulares triangulares. Destaque, a traço mais forte, apenas as arestas visíveis do sólido resultante

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Isometria

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda..

Dados:

  • Prismas:
    • as bases dos prismas são iguais e paralelas ao plano coordenado xz.
  • Prisma 1:
    • os vértices A (7; 9; 0) e B (0; 9; 0) pertencem à base de maior afastamento deste prisma;
    • a outra base pertence ao plano coordenado xz.
  • Prisma 2:
    • o vértice G (7; 7; 0) pertence à base de maior afastamento deste prisma, e a aresta oposta a este vértice é paralela ao eixo coordenado x;
    • o prisma tem 2 cm de altura.

EXERCÍCIO 27 – 2022, 1ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por três prismas retos de bases regulares triangulares. Destaque, a traço mais forte, apenas as arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Isometria.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os prismas são iguais;
    • A (6; 7; 7) e B (2; 7; 7) são os vértices da aresta [AB] comum aos três prismas.
  • Prisma 1:
    • as bases do prisma são paralelas ao plano coordenado xy;
    • os vértices A e B são os de maior afastamento da base de maior cota deste prisma;
    • a base de menor cota pertence ao plano coordenado xy.
  • Prisma 2:
    • as bases do prisma são paralelas ao plano coordenado xz;
    • os vértices A e B são os de maior cota da base de menor afastamento deste prisma.
  • Prisma 3:
    • as bases do prisma são paralelas ao plano coordenado xz;
    • os vértices A e B são os de menor cota da base de maior afastamento deste prisma.

EXERCÍCIO 26 – 2020, 1a.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por duas pirâmides oblíquas de bases quadradas.
Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Isometria.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Pirâmides:
    • as duas pirâmides são iguais;
    • as arestas das bases medem 5 cm;
    • duas arestas das bases são paralelas ao eixo y, e as outras duas são paralelas ao eixo z;
    • os pontos V (0; 0; 5) e V’ (10; 0; 5) são, respetivamente, os vértices da pirâmide 1 e da pirâmide 2.
  • Pirâmide 1:
    • o vértice de menor afastamento e de maior cota da base coincide com o vértice V’ da pirâmide 2.
  • Pirâmide 2:
    • o vértice de menor afastamento e de menor cota da base coincide com o vértice V da pirâmide 1.

EXERCÍCIO 25 – 2017, 2.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por três prismas regulares de bases quadradas. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria
  • a projecção axonométrica do eixo z define um ângulo de 110º com a projecção axonométrica dos eixos x e y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os três prismas são iguais e as suas arestas são paralelas aos eixos coordenados;
    • o vértice A (3; 3; 0) é comum aos três prismas;
    • as arestas das bases dos prismas medem 3cm;
    • os prismas têm 7 cm de altura.
  • Prisma 1:
    • o prisma tem bases paralelas ao plano coordenado yz;
    • o vértice A é o de maior afastamento e menor cota da base com menor abcissa;
  • Prisma 2:
    • o prisma tem bases paralelas ao plano coordenado xz;
    • o vértice A é o de maior abcissa e menor cota da base com menor afastamento;
  • Prisma 3:
    • o prisma tem bases paralelas ao plano coordenado xy;
    • o vértice A é o de maior abcissa e maior afastamento da base com menor cota.

EXERCÍCIO 24 – 2017, 1.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por três prismas regulares de bases quadradas.
Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo x define um ângulo de 110º com a projecção axonométrica dos eixos y e z

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os três prismas são iguais e as suas arestas são paralelas aos eixos coordenados;
    • as arestas das bases dos prismas medem 2 cm.
  • Prisma 1:
    • o vértice M (7; 7; 9) e o vértice N (7; 7; 2) definem a aresta lateral com maior abcissa e maior afastamento do prisma com bases paralelas ao plano coordenado xy;
  • Prisma 2:
    • o vértice M é o de maior abcissa e menor cota da base com maior afastamento do prisma com bases paralelas ao plano coordenado xz;
  • Prisma 3:
    • o vértice N é o de maior afastamento e maior cota da base com maior abcissa do prisma com bases paralelas ao plano coordenado yz.

EXERCÍCIO 23 – 2016, 1.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares de bases quadradas. Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo x faz um ângulo de 110º com as projecções axonométricas dos eixos y e z.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os dois prismas são iguais, com arestas paralelas aos eixos coordenados, e têm 2 de altura;
    • o vértice A (8; 8; 0) e o vértice B (8; 8; 7) definem a aresta de maior abcissa e de maior afastamento do prisma com bases paralelas ao plano coordenado yz;
    • o outro prisma tem bases paralelas ao plano coordenado xz e o vértice B é o de maior abcissa da aresta de menor cota da base de maior afastamento.

EXERCÍCIO 22 – 2013, 1.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo z faz um ângulo de 125° com as projecções dos eixos x e y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma hexagonal:
    • as bases do prisma pertencem a planos horizontais;
    • o ponto A (5; 0; 3) e o ponto B (10; 0; 3) são os vértices da aresta de menor afastamento de uma das bases do prisma;
    • a outra base está situada no plano coordenado xy.
  • Prisma triangular:
    • as bases do prisma pertencem a planos frontais;
    • o segmento [AB] é a aresta de menor cota de uma das bases deste prisma;
    • a outra base pertence ao plano que contém a face lateral de maior afastamento do prisma hexagonal.

EXERCÍCIO 21 – 2012, Época especial (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares situada no primeiro diedro. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis
do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria
  • a projecção axonométrica do eixo x faz um ângulo de 110º com as projecções dos eixos y e z.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma triangular:
    • o ponto C (8; 6; 0) é um dos vértices do triângulo [ABC] de uma das bases;
    • a aresta [BC] é vertical e mede 8;
    • os pontos B e C desta base são os de maior abcissa;
    • a outra base está contida no plano coordenado xz.
  • Prisma quadrangular:
    • o ponto D (12; 6; 0) pertence à aresta [CD] de uma das bases deste prisma;
    • a outra base está contida no plano coordenado xz.

EXERCÍCIO 20 – 2012, 2.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por duas pirâmides quadrangulares oblíquas de base regular. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • trimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo x faz um ângulo de 110º com a projecção do eixo z e um ângulo de 130º com a projecção do eixo y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Pirâmides:
    • o ponto A (6; 2; 0) e o ponto B (6; 8; 0) definem uma aresta queé comum às duas bases dos sólidos;
    • as bases das pirâmides estão contidas no plano coordenado xy;
    • os vértices V e V’ das pirâmides pertencem à reta vertical que contém o vértice A;
    • o vértice V tem 10 de cota e o vértice V’ tem 5 de cota;
    • o vértice V’ pertence à pirâmide que tem a aresta de base de maior abcissa.

EXERCÍCIO 19 – 2012, 1.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por um prisma quadrangular regular e por um cubo. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo z faz um ângulo de 110º com as projecções dos eixos x e y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma quadrangular:
    • o ponto A (3; 2; 0) e o ponto B (3; 10; 0) são os vértices de uma aresta de uma das bases do prisma;
    • a outra base está contida no plano coordenado yz.
  • Cubo:
    • uma das faces do cubo pertence ao plano da base do prisma, que contém a aresta [AB];
    • os vértices desta face são os pontos médios das arestas da base do prisma.

EXERCÍCIO 18 – 2011, 2.ª Fase ((código 708)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por uma pirâmide hexagonal regular e um cubo. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Trimetria
  • a projecção axonométrica do eixo y faz ângulos de 140º e de 100º com as projecções dos eixos x e z, respetivamente.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Sólidos:
    • têm um eixo comum contido numa reta vertical.
  • Pirâmide hexagonal regular:
    • o ponto C (5,5; 5,5; 6) é o centro da base;
    • duas arestas da base são paralelas ao eixo x;
    • um vértice da base pertence ao plano coordenado de perfil yz;
    • o vértice da pirâmide pertence ao plano coordenado horizontal xy.
  • Cubo:
    • as faces estão contidas em planos paralelos aos planos coordenados;
    • a face de menor cota pertence ao plano da base da pirâmide;
    • as arestas medem 2 cm.

EXERCÍCIO 17 – 2010, 2.ª Fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por um prisma quadrangular regular e por uma pirâmide triangular oblíqua de base regular, de acordo com os dados abaixo apresentados. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Trimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo y faz ângulos de 130º e de 120º com as projecções dos eixos x e z, respetivamente.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Sólidos:
    • os pontos R (5; 5; 11) e S (0; 5; 11) definem uma aresta comum.
  • Prisma quadrangular regular:
    • uma base está situada no plano coordenado horizontal xy;
    • os pontos R e S definem a aresta de maior afastamento da outra base.
  • Pirâmide triangular oblíqua de base regular:
    • a base [RST] é paralela ao plano coordenado horizontal xy, sendo T o ponto de maior afastamento;
    • o vértice da pirâmide coincide com o centro da face de maior afastamento do prisma.

EXERCÍCIO 16 – 2010, 1.ª Fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo x faz ângulos de 125º com a dos eixos y e z.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma hexagonal regular:
    • duas faces são horizontais;
    • a face de menor cota está contida no plano coordenado horizontal xy;
    • o ponto A com 2 de abcissa e 4 de afastamento e o ponto B com 2 de abcissa e 10 de afastamento definem uma aresta dessa face;
    • uma das bases está contida no plano coordenado de perfil yz.
  • Prisma quadrangular regular:
    • uma base está contida no plano coordenado horizontal xy;
    • o ponto P com 2 de abcissa e 6 de afastamento e o ponto Q com 2 de abcissa e 8 de afastamento definem a aresta de menor abcissa dessa base;
    • a outra base está contida no plano da face de maior cota do prisma hexagonal.

EXERCÍCIO 15 – 2009, 2.ª Fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo y faz 130º com a dos eixos x e z.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma quadrangular regular:
    • a base [RSTU] é paralela ao plano coordenado horizontal xy;
    • os pontos R (7; 9; 8) e S (7; 5; 8) definem uma aresta comum a essa base e à face de maior abcissa;
    • a outra base está contida no plano coordenado horizontal xy.
  • Prisma hexagonal regular:
    • as bases são paralelas ao plano coordenado frontal zx;
    • o quadrado [RSTU] representa a face de menor cota deste prisma.

EXERCÍCIO 14 – 2008, 1.ª Fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por um prisma quadrangular regular e por um cubo, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria:
  • a projecção axonométrica do eixo x faz 125º com as dos eixos z e y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma quadrangular:
    • as bases são paralelas ao plano coordenado frontal zx;
    • as arestas das bases medem 3 cm;
    • uma face situa-se no plano coordenado horizontal xy;
    • os pontos A (6; 3; 0) e E (6; 12; 0) definem a aresta lateral comum a essa face e à face de maior abcissa.
  • Cubo:
    • a face de menor cota do cubo está contida na face de maior cota do prisma;
    • os pontos R (6; 6; 3) e S (6; 9; 3) definem uma aresta do cubo.

EXERCÍCIO 13 – 2007 2ª fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica ortogonal da forma tridimensional representada em tamanho natural, em tripla projecção ortogonal, na figura seguinte.
Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Trimetria:
  • as projecções axonométricas dos eixos x, y e z fazem entre si os seguintes ângulos:
    • o ângulo formado pelos eixos x e z é de 105°;
    • o ângulo formado pelos eixos y e z é de 120°.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

(o enunciado da prova pode ser consultado aqui)

EXERCÍCIO 12 – 2007, 1.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por dois prismas triangulares regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante da justaposição dos dois prismas.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • os eixos axonométricos z e x fazem, entre si, um ângulo de 110°;
  • os eixos axonométricos x e y fazem, entre si, um ângulo de 120°.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Sólido:
  • os pontos A (3; 3; 0) e B (3; 10; 0) são dois vértices da base [ABC] de um dos prismas;
  • a segunda base deste prisma tem 0 de abcissa;
  • os pontos D (3; 4,5; 0) e E (3; 8,5; 0) são dois vértices da base [DEF] do outro prisma;
  • a segunda base deste prisma tem 7 de abcissa;
  • ambos os prismas ficam situados para cima do plano horizontal xy.

EXERCÍCIO 11 – 2007, 1.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por duas pirâmides quadrangulares regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante da justaposição das duas pirâmides.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • as projecções axonométricas dos eixos x, y e z fazem, entre si, os seguintes ângulos:
  • XÔZ = 110° (ângulo formado pelos eixos axonométricos x e z);
  • YÔZ = 100° (ângulo formado pelos eixos axonométricos y e z).

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Sólido:
    • o triângulo [ABV] é uma face lateral comum às duas pirâmides;
    • os pontos A e B ficam situados no eixo y e têm, respetivamente, 2 e 6,5 de afastamento;
    • o ponto V tem coordenadas positivas;
    • a base [ABCD], de uma das pirâmides, pertence ao plano coordenado horizontal xy;
    • a base [ABEF], da outra pirâmide, pertence ao plano coordenado yz.

EXERCÍCIO 10 – 2006, 2ª fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional representada, em tamanho natural, em tripla projecção ortogonal, na figura seguinte.
Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria
  • os eixos axonométricos y e z fazem, ambos, ângulos de 130º com o eixo axonométrico x.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

(o enunciado da prova pode ser consultado aqui)

EXERCÍCIO 09 – 2006, 1ª fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional representada em tamanho natural, em tripla projecção ortogonal na figura seguinte.
Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Isometria.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

(o enunciado da prova pode ser consultado aqui)

EXERCÍCIO 08 – 2006, 1.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por duas pirâmides pentagonais regulares, de base horizontal, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante da justaposição das duas pirâmides.

Dados: sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria;
  • o eixo axonométrico y faz ângulos de 131º 30′ com os eixos axonométricos z e x.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Pirâmides:
    • ambas as pirâmides têm por base o pentágono regular [ABCDE], situado num plano horizontal com 7 de cota;
    • o centro do pentágono é o ponto M, que tem 4 de abcissa e 5 de afastamento;
    • o vértice A fica situado no plano coordenado lateral yz e tem 5 de afastamento;
    • o vértice V de uma das pirâmides tem 10 de cota;
    • o vértice V’ da outra pirâmide pertence ao plano coordenado xy.

EXERCÍCIO 07 – 2005, 1.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional composta por dois paralelepípedos retângulos, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante da justaposição dos dois paralelepípedos.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Isometria.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Sólido:
    • a face [MNOP] de um dos paralelepípedos está contida no plano coordenado xy;
    • o ponto O coincide com a origem dos eixos;
    • o ponto N fica situado no eixo x e tem 3 de abcissa;
    • o ponto P fica situado no eixo y e tem 7 de afastamento;
    • as arestas perpendiculares à face [MNOP] medem 8 cm;
    • o segundo paralelepípedo tem 1,5 cm de altura;
    • os pontos R (8; 0; 9,5), S (0; 0; 9,5) e T (0; 7; 9,5) são três vértices da sua face de maior cota.

EXERCÍCIO 06 – 2004, 2.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional, composta por dois prismas triangulares regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, invisibilidades existentes no sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria;
  • os eixos axonométricos x e z fazem, ambos, ângulos de 105º com o eixo axonométrico y.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Sólido:
    • o sólido fica situado no primeiro triedro;
    • ambos os prismas têm uma face lateral assente no plano coordenado horizontal xy;
    • os pontos A (0; 0; 0) e B (5; 0; 0) definem uma aresta lateral de um dos prismas;
    • o ponto B e o ponto C (8; 0; 0) definem uma aresta lateral do outro prisma;
    • ambos os prismas têm as faces laterais quadradas.

EXERCÍCIO 05 – 2004, 1.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de uma forma tridimensional, composta por dois prismas quadrangulares regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante da justaposição dos dois prismas.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Dimetria;
  • os eixos axonométricos x e y fazem, ambos, ângulos de 110º com o eixo axonométrico z.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Sólido:
    • o sólido fica situado no primeiro diedro;
    • ambos os prismas têm as bases paralelas ao plano coordenado horizontal xy;
    • os pontos A (6; 1; 3) e B (6; 4; 3) são os vértices de maior abcissa da base inferior de um dos prismas;
    • os pontos M (6; 4; 6) e N (6; 7; 6) são os vértices de maior abcissa da base superior do outro prisma;
    • ambos os prismas têm 6 cm de altura.

EXERCÍCIO 04 – 2003, 2ª fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de um cubo, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as suas arestas invisíveis.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • as projecções axonométricas dos eixos x, y e z fazem entre si os seguintes ângulos:
  • xOz = 110º (Ângulo formado pelos eixos axonométricos x e z);
  • y0z = 130º (Ângulo formado pelos eixos axonométricos y e z).

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cubo:
    • o sólido tem uma face assente em cada um dos planos coordenados;
    • as arestas medem 6 cm.

EXERCÍCIO 03 – 2003, 1ª fase 1ª Chamada (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de um cilindro de revolução, de acordo com os dados abaixo apresentados. (A representação das projecções das circunferências das bases devera ser feita através da determinação rigorosa de, pelo menos, 8 pontos de cada uma das elipses.)
Determine, com rigor, os pontos de tangência das geratrizes do contorno aparente às projecções das circunferências das bases. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis que existam na representação axonométrica do sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Isometria

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cilindro:
    • a base de menor cota do sólido pertence ao plano coordenado horizontal e é tangente aos eixos x e y;
    • o centro dessa base é o ponto C, que tem 3 de abcissa;
    • a outra base tem 7 de cota.

EXERCÍCIO 02 – 2002, 1.ª Fase, 1.ª Chamada (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de um prisma triangular regular, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • Isometria.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma:
    • a base de menor cota [ABC] do prisma pertence ao plano coordenado xy;
    • o centro dessa base é o ponto M, com 3 de abcissa e 6 de afastamento;
    • o vértice A pertence ao eixo y e tem 5,5 de afastamento;
    • as arestas laterais medem 7 cm.

EXERCÍCIO 01 – 2002, Prova Modelo (código 408)
Construa uma representação axonométrica ortogonal de um cone de revolução, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Determine, com rigor, os pontos de tangência das geratrizes do contorno aparente à projecção da circunferência da base. Represente, a traço interrompido, as linhas invisíveis.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • as projecções dos eixos x, y e z fazem entre si os seguintes ângulos:
  • xOz = 128º30′ (ângulo formado pelos eixos axonométricos x e z);
  • yOz = 103º (ângulo formado pelos eixos axonométricos y e z).

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cone de revolução:
    • a base pertence ao plano coordenado horizontal xy e tem 4 de raio;
    • o centro é o ponto C (6; 4; 0);
    • o vértice do sólido tem 8 de cota.
EXERCÍCIO 24.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: três prismas quadrangularesGD-A 7082023, 2ª Fase
EXERCÍCIO 23.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois paralelepípedosGD-A 7082021, 2ª Fase
EXERCÍCIO 22.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois prismas triangularesGD-A 7082021, 1ª Fase
EXERCÍCIO 21.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: um cubo e um paralelepípedoGD-A 7082020, 2ª Fase
EXERCÍCIO 20.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: três cubosGD-A 7082019, 2ª Fase
EXERCÍCIO 19.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois cones de revoluçãoGD-A 7082019, 1ª Fase
EXERCÍCIO 18.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: três prismas triangularesGD-A 7082017, 2ª Fase
EXERCÍCIO 17.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois prismas triangularesGD-A 7082016, 2ª Fase
EXERCÍCIO 16.Perspectiva militar de uma forma composta: dois prismas triangularesGD-A 7082015, 2ª Fase
EXERCÍCIO 15.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois cones de revoluçãoGD-A 7082015, 1ª Fase
EXERCÍCIO 14.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois paralelepípedosGD-A 7082014, 2ª Fase
EXERCÍCIO 13.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: um paralelepípedo e um cuboGD-A 7082014, 1ª Fase
EXERCÍCIO 12.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois prismas triangularesGD-A 7082013, Época Especial
EXERCÍCIO 11.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: prismas triangular e quadrangularGD-A 7082013, 2ª Fase
EXERCÍCIO 10.Perspectiva militar de uma forma composta: um prisma hexagonal e um coneGD-A 7082011, Época Especial
EXERCÍCIO 09.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: pirâmide e cilindro de revoluçãoGD-A 7082011, 1ª Fase
EXERCÍCIO 08.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois prismas triangularesGD-A 7082009, 1ª Fase
EXERCÍCIO 07.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois cilindros de revoluçãoGD-A 7082008, 2ª Fase
EXERCÍCIO 06.Perspectiva cavaleira de uma forma tridimensional descrita graficamenteGD-A 7082007, 1ª fase
EXERCÍCIO 05.Perspectiva militar de uma forma composta: um cilindro e um cone de revoluçãoDGD-A 4082006, 2ª Fase
EXERCÍCIO 04.Perspectiva cavaleira de uma forma composta: dois prismas triangularesDGD-A 4082005, 2ª Fase
EXERCÍCIO 03.Perspectiva cavaleira de um prisma quadrangular oblíquoDGD-A 4082003, 1ª Fase, 2ª Ch.
EXERCÍCIO 02.Perspectiva militar de um cone de revoluçãoDGD-A 4082002, 2ª Fase
EXERCÍCIO 01.Perspectiva cavaleira de uma pirâmide quadrangular retaDGD-A 4082002, 1ª Fase, 2ª Ch.

EXERCÍCIO 24 – 2023, 1a.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por três prismas rectos de bases quadradas. Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 125º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 145º com a projecção axonométrica do eixo z;
  • a inclinação das rectas projectantes com o plano axonométrico é de 55º

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os três prismas são iguais e têm 2 cm de altura;
    • as bases dos prismas são paralelas ao plano coordenado xy;
    • as arestas das bases são paralelas aos eixos coordenados x e y e medem 4 cm.
  • Prisma 1:
    • o vértice A (10; 8; 2) é o de maior abcissa e maior afastamento da base de menor cota do prisma 1.
  • Prisma 2:
    • o vértice A é o centro da base de maior cota do prisma 2.
  • Prisma 3:
    • o centro da base de maior cota do prisma 1 é o vértice de maior abcissa e maior afastamento da base de menor cota do prisma 3.

EXERCÍCIO 23 – 2021, 2a.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por dois paralelepípedos rectângulos. Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 130º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 140º com a projecção axonométrica do eixo z;
  • a inclinação das retas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Paralelepípedos:
    • as faces paralelas ao plano coordenado yz dos dois paralelepípedos são iguais;
    • duas arestas destas faces são paralelas ao eixo coordenado y e medem 4 cm;
    • duas arestas destas faces são paralelas ao eixo coordenado z e medem 2 cm.
  • Paralelepípedo 1:
    • o ponto A (10; 6; 0) é o vértice de maior abcissa e menor afastamento de uma das faces paralelas ao plano coordenado yz;
    • a outra face paralela pertence ao plano coordenado yz.
  • Paralelepípedo 2:
    • o ponto I (10; 4; 2) é o vértice de maior abcissa, menor afastamento e menor cota de uma das faces paralelas ao plano coordenado yz;
    • a outra face paralela ao plano coordenado yz tem 4 de abcissa

EXERCÍCIO 22 – 2021, 1a.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por dois prismas retos de bases regulares triangulares. Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 130º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 140º com a projecção axonométrica do eixo z;
  • a inclinação das retas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os dois prismas são iguais;
    • os prismas têm 2 cm de altura;
    • as bases dos prismas são paralelas ao plano coordenado xz.
  • Prisma 1:
    • os vértices A (6; 5; 9) e B (6; 5; 0) são os de menor abcissa da base de menor afastamento.
  • Prisma 2:
    • os vértices D (11; 5; 0) e E (11; 5; 9) são os de maior abcissa da base de maior afastamento

EXERCÍCIO 21 – 2020, 2a.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por um prisma recto de bases quadradas e por um cubo. Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 135º com a projecção axonométrica dos eixos x e z;
  • a inclinação das rectas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma:
    • o vértice A (3; 3; 4) é o de menor abcissa e de menor afastamento de uma das bases;
    • as arestas das bases medem 7 cm;
    • duas arestas das bases são paralelas ao eixo x, e as outras duas são paralelas ao eixo y;
    • a outra base pertence ao plano coordenado xy.
  • Cubo:
    • o vértice P coincide com o centro da base superior do prisma e é o vértice de maior abcissa e de maior afastamento da face de menor cota do cubo;
    • uma face do cubo pertence ao plano xz, e a outra face pertence ao plano yz.

EXERCÍCIO 20 – 2019, 2.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por três cubos.
Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 120º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 150° com a projecção axonométrica do eixo z;
  • a inclinação das retas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cubos:
    • as arestas dos cubos são paralelas aos eixos coordenados.
  • Cubo 1:
    • o vértice A (9; 6; 0) e o vértice B (9; 10; 0) definem uma das arestas de maior abcissa.
  • Cubo 2:
    • as arestas medem 6 cm;
    • o vértice A é o de maior afastamento de uma das arestas de maior abcissa.
  • Cubo 3:
    • as arestas medem 2 cm;
    • o vértice B é o de menor afastamento de uma das arestas de maior abcissa.

EXERCÍCIO 19 – 2019, 1.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por dois cones de revolução.
Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 130º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 140º com a projecção axonométrica do eixo z;
  • a inclinação das rectas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cones:
    • os cones são iguais e têm bases paralelas ao plano coordenado xz.
  • Cone 1:
    • o ponto O (12; 9; 3) é o centro da circunferência da base tangente ao plano coordenado xy;
    • o vértice V pertence ao plano coordenado xz.
  • Cone 2:
    • o ponto O’ (9; 9; 3) é o centro da base;
    • o vértice V’ tem maior afastamento do que a base.

EXERCÍCIO 18 – 2017, 1.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por três prismas regulares de bases triangulares. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 140º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 130º com a projecção axonométrica do eixo z;
  • a inclinação das rectas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os três prismas têm bases paralelas ao plano coordenado xz;
    • os prismas têm 3 cm de altura.
  • Prisma 1:
    • o vértice A (11; 10; 7) e o vértice B (16; 10; 7) definem uma aresta da base de maior afastamento [ABC];
    • o vértice C desta base é o de menor cota.
  • Prisma 2:
    • as arestas das bases medem 3 cm;
    • o vértice B é o de maior abcissa da aresta paralela ao eixo x da base de maior afastamento;
    • o outro vértice desta base é o de maior cota.
  • Prisma 3:
    • as arestas das bases medem 8 cm;
    • o vértice C é o de maior abcissa da aresta paralela ao eixo x da base de maior afastamento;
    • o outro vértice desta base é o de maior cota.

EXERCÍCIO 17 – 2016, 2.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares de bases triangulares. Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 140º com a projecção axonométrica do eixo x e um ângulo de 130º com a projecção axonométrica do eixo z.
  • a inclinação das rectas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os dois prismas são iguais e têm 3cm de altura;
    • os prismas têm as bases paralelas ao plano coordenado xz.
  • Prisma 1:
    • o vértice A (4; 9; 7) e o vértice B (10; 9; 7) sefinem uma aresta da base com maior afastamento;
    • o outro vértice dessa base é o de menor cota.
  • Prisma 2:
    • o vértice R (13; 9; 7) é o de maior abcissa da aresta, paralela ao eixo x, da base com maior afastamento;
    • o outro vértice dessa base é o de maior cota.

EXERCÍCIO 16 – 2015, 2ª fase (Código 708)
Represente, em axonometria clinogonal militar, uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares de bases triangulares. Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção do eixo z forma um ângulo de 130º com a projecção do eixo x e um ângulo de 140º com a projecção do eixo y;
  • a inclinação das rectas projectantes em relação ao plano axonométrico é de 50º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • as bases de menor cota dos prismas pertencem ao plano coordenado horizontal xy;
  • Prisma 1:
    • os vértices R (6; 2; 0) e S (6; 8; 0) são os de maior abcissa de uma das suas bases;
    • o prisma tem 9 cm de altura;
  • Prisma 2:
    • os vértices R e Q (6; 6; 0) são os de menor abcissa de uma das suas bases;
    • o prisma tem 5 cm de altura.

EXERCÍCIO 15 – 2015, 1ª fase (Código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por dois cones de revolução. Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção do eixo y forma um ângulo de 120º com a projecção do eixo z e um ângulo de 150º com a projecção do eixo x;
  • a inclinação das rectas projectantes em relação ao plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cones:
    • os dois cones são iguais e têm uma geratriz comum;
    • o ponto O (9; 2; 5) e o ponto O’ (6; 12; 5) são os centros das bases de cada um dos cones;
    • as bases são paralelas ao plano coordenado xz e têm 3 cm de raio.

EXERCÍCIO 14 – 2014, 1ª fase (Código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares de bases quadrangulares. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 150º com a projecção do eixo z e um ângulo de 120º com a projecção do eixo x;
  • a inclinação das retas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas quadrangulares regulares:
    • os dois prismas são iguais e têm 8cm de altura.
  • Prisma 1:
    • as bases do prisma são frontais;
    • o ponto R (9; 10; 8) e o ponto S (5; 10; 8) definem a aresta de maior cota, da base com maior afastamento.
  • Prisma 2:
    • as bases do prisma são horizontais;
    • o ponto S e o ponto T (1; 10; 8) definem a aresta de maior afastamento, da base com maior cota.

EXERCÍCIO 13 – 2014, 2ª fase (Código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por um prisma regular de base quadrangular e um cubo. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 135º com as projecções dos eixos z e x;
  • a inclinação das retas projectantes com o plano axonométrico é de 55º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma quadrangular:
    • as bases do prisma pertencem a planos frontais;
    • o ponto A (4; 12; 0) e o ponto C (9; 12; 5) são os vértices de uma das diagonais da base de maior afastamento do prisma;
    • o prisma tem 11 cm de altura.
  • Cubo:
    • as faces do cubo são paralelas aos planos coordenados;
    • o vértice C é comum aos dois sólidos, sendo o vértice de menor abcissa, maior afastamento e maior cota do cubo;
    • a aresta do cubo mede 3 cm.

EXERCÍCIO 12 – 2013, Época especial (código 708)
Represente numa axonometria oblíqua (clinogonal) em perspetiva cavaleira, uma forma tridimensional composta por dois prismas triangulares regulares de bases fontais. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo y faz em projecção axonométrica um ângulo de 135º com os eixos x e z;
  • a inclinação das retas projectantes com o plano axonométricoé de 50º.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma triangular 1:
    • o ponto S (8; 4; 0) e o ponto T (2; 4; 0) são dois vértices da base [STU] de menor afastamento do prisma;
    • o vértice U tem cota positiva;
    • o prisma tem 2 de altura.
  • Prisma triangular 2:
    • a aresta [SR] de uma das bases do prisma é vertical;
    • o vértice R tem 8 de cota. Os vértices S e R dessa base são os de maior abcissa;
    • a outra base está contida no plano coordenado xz.

EXERCÍCIO 11 – 2013, 2.ª Fase (código 708)
Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por dois prismas regulares. Destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • a projecção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 140° com a projecção do eixo z e um ângulo de 130° com a projecção do eixo x;
  • a inclinação das retas projectantes com o plano axonométricoé de 50°.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma quadrangular:
    • as bases do prisma pertencem a planos frontais;
    • o ponto A (12; 6; 0) e o ponto B (6; 6; 0) são os vértices da aresta de menor cota da base de maior afastamento do prisma;
    • o prisma tem 2 cm de altura.
  • Prisma triangular:
    • o ponto R (6; 2; 6) e o ponto S (6; 8; 6) são os vértices da aresta de maior abcissa da base de maior cota do prisma;
    • a outra base do prisma pertence ao plano coordenado xy.

EXERCÍCIO 10 – 2011, Época especial (código 708)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal), em perspetiva militar, de um sólido, situado no 1.º triedro, composto por um prisma hexagonal regular e um cone de revolução, de acordo com os dados abaixo apresentados. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico z faz ângulos de 135º com os eixos axonométricos x e y;
  • as projectantes fazem ângulos de 50º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma hexagonal regular:
    • uma das suas bases está contida no plano coordenado horizontal xy;
    • os pontos R (0; 5; 3) e S (0; 10; 3) definem uma aresta da base de maior cota.
  • Cone de revolução:
    • o eixo do cone mede 10 cm e situa-se na recta que contém o eixo do prisma;
    • a base, situada na base superior do prisma, tem 2 cm de raio.

EXERCÍCIO 09 – 2011, 1.ª Fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal), em perspetiva cavaleira, de um sólido composto por uma pirâmide quadrangular oblíqua de base regular e um cilindro de revolução. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico y faz ângulos de 135º com os eixos axonométricos x e z;
  • as projectantes fazem ângulos de 60º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Pirâmide quadrangular oblíqua de base regular:
    • a base está situada no plano coordenado horizontal xy;
    • o ponto R com 3 de abcissa e 4 de afastamento e o ponto S com 10 de abcissa e 4 de afastamento definem a aresta de menor afastamento da base;
    • a face [RSV] é um triângulo isósceles paralelo ao plano coordenado frontal zx;
    • o ponto V com 8 de cota é o vértice da pirâmide.
  • Cilindro de revolução:
    • uma base está situada no plano coordenado frontal zx;
    • o raio das bases mede 3 cm;
    • o ponto V é o centro da base de maior afastamento.

EXERCÍCIO 08 – 2009, 1.ª Fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal), em perspetiva cavaleira, de um sólido, situado no 1.º triedro, composto por dois prismas triangulares regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico y faz ângulos de 140º e de 130º com os eixos axonométricos x e z, respetivamente;
  • as projectantes fazem ângulos de 55º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prismas:
    • os dois prismas têm uma aresta lateral comum e as suas bases são paralelas ao plano coordenado frontal zx;
    • ambos os prismas têm 9 cm de altura.
  • Prisma triangular regular 1:
    • os pontos A (8; 12; 0) e B (0; 12; 0) definem uma aresta da base de maior afastamento.
  • Prisma triangular regular 2:
    • o segmento [AA’] é a aresta lateral comum aos dois prismas;
    • a face oposta a essa aresta lateral é paralela ao plano coordenado horizontal xy;
    • a aresta da base mede 4 cm.

EXERCÍCIO 07 – 2008, 2.ª Fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal), em perspetiva cavaleira, de um sólido composto por dois cilindros de revolução, de acordo com os dados abaixo apresentados. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das linhas visíveis do sólido resultante.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico y faz ângulos de 145º e de 125º com os eixos axonométricos x e z, respetivamente;
  • as projectantes fazem ângulos de 55º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cilindros:
    • os dois sólidos têm as bases paralelas ao plano coordenado frontal zx;
    • o ponto O (6; 0; 4) é o centro de uma das bases de um cilindro que tem 7 cm de altura e que é tangente ao plano coordenado horizontal xy;
    • o ponto O’ (6; 11; 4) é o centro de um círculo de 2 cm de raio que é a base de maior afastamento do outro cilindro, que tem 4 cm de altura.

EXERCÍCIO 06 – 2007, 1ª fase (código 708)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal), em perspectiva cavaleira, da forma tridimensional representada em tamanho natural, em tripla projecção ortogonal, na figura seguinte. Ponha em destaque, no desenho final, apenas o traçado das arestas visíveis do sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico y faz, respectivamente, ângulos de 150° e de 120° com os eixos axonométricos x e z;
  • as projectantes fazem ângulos de 55° com o plano axonométrico.

(o enunciado da prova pode ser consultado aqui)

EXERCÍCIO 05 – 2006, 2.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal), em perspetiva militar, de um sólido composto por um cilindro e por um cone de revolução, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do sólido resultante da justaposição do cone com o cilindro.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico x faz um ângulo de 120º com o eixo axonométrico z;
  • as projectantes fazem ângulos de 60º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cone e cilindro:
    • os dois sólidos têm um eixo vertical comum;
    • a base do cone tem 4 cm de raio e centro no ponto C (4; 4; 11);
    • o cilindro tem 2,5 cm de raio, e uma das suas bases fica situada no mesmo plano da base do cone;
    • o centro da outra base do cilindro é o ponto C’, que tem 18 de cota;
    • o vértice V do cone pertence ao plano coordenado horizontal xy.

EXERCÍCIO 04 – 2005, 2.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica clinogonal, em perspetiva cavaleira, de uma forma tridimensional composta por dois prismas triangulares regulares, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido resultante da justaposição dos dois prismas.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico y faz um ângulo de 145º com o eixo axonométrico x;
  • as projectantes fazem ângulos de 55º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Sólido:
    • o quadrado horizontal [ABCD] é uma face lateral de ambos os prismas;
    • os pontos A (5; 5; 5) e B (0; 5; 5) definem uma aresta da base [ABE] de um dos prismas;
    • o vértice E fica situado acima do plano do quadrado;
    • os pontos A e D (5; 0; 5) definem uma aresta da base [ADG] do outro prisma;
    • o vértice G fica situado abaixo do plano do quadrado.

EXERCÍCIO 03 – 2003, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 408)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal), em perspetiva cavaleira, de um prisma quadrangular oblíquo, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.


Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico y faz ângulos de 135º com os eixos axonométricos x e z;
  • as projectantes fazem ângulos de 60º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma:
    • as bases do sólido são quadrados de lados paralelos aos eixos x e y;
    • a base de menor cota está assente no plano coordenado horizontal xy;
    • as arestas das bases medem 3 cm;
    • o vértice A (6; 6; 0) é um dos vértices de maior afastamento da base inferior do sólido;
    • o vértice G, com 3 de abcissa, 3 de afastamento e 6 de cota, é o oposto do vértice A.

EXERCÍCIO 02 – 2002, 2.ª Fase (código 408)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal) de um cone de revolução, em perspetiva militar, de acordo com os dados abaixo apresentados. Determine, com rigor, os pontos de tangência das geratrizes do contorno aparente a projecção da circunferência da base. Identifique, a traço interrompido, as linhas invisíveis que existam na representação axonométrica do sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico x faz um ângulo de 120º com o eixo axonométrico z;
  • as projectantes fazem ângulos de 50º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Cone:
    • a base do sólido pertence ao plano coordenado horizontal xy e tem 3 cm de raio;
    • o centro da base e o ponto C, com 5 de abcissa e 5 de afastamento;
    • o eixo do sólido mede 9 cm, e o vértice tem cota positiva.

EXERCÍCIO 01 – 2002, 1.ª Fase, 2.ª Chamada (código 408)
Construa uma representação axonométrica oblíqua (clinogonal) de uma pirâmide quadrangular regular, em perspetiva cavaleira, de acordo com os dados abaixo apresentados. Identifique, a traço interrompido, as arestas invisíveis do sólido.

Dados sobre o sistema axonométrico:

  • o eixo axonométrico x faz ângulos de 135º com os eixos axonométricos y e z;
  • as projectantes fazem ângulos de 60º com o plano axonométrico.

Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Dados:

  • Prisma
    • a base [ABCD] do sólido pertence ao plano coordenado horizontal xy;
    • o centro da base é o ponto M, com 7 de abcissa e 4 de afastamento;
    • o vértice A tem 9 de abcissa e 1 de afastamento;
    • o vértice V do sólido tem 6 de cota.